
domingo, 28 de fevereiro de 2010
Novos Ford
A Ford aproveita o Salão de Genebra para apresentar diversas novidades ao público. Destaque para as novas gerações do Fiesta e Focus e para o Ford Kuga 2010 (com motor 2.0 de 163 cv). Confira as imagens:

sábado, 27 de fevereiro de 2010
Quentinhas
Land Rover Discovery - O Land Rover Discovery 4 foi eleito o melhor veículo 4x4 de 2010 pela revista britânica What Car?, conceituada publicação especializada no universo automotivo europeu. A premiação consolida a linha Discovery – lançada em 1988 – como o mais premiado projeto da marca britânica de SUVs de luxo nos seus 61 anos de história. O veículo, recém-chegado ao mercado brasileiro, desbancou concorrentes como Mercedes ML, BMW X5 e Lexus RX 450h.
Tucson Brasileiro - Segundo informações do site UOL Carros, o Tucson brasileiro deve chegar às revendas em abril. A publicação informa que os preços iniciais devem oscilar entre R$ 55 mil e R$ 60 mil.
Tucson Brasileiro - Segundo informações do site UOL Carros, o Tucson brasileiro deve chegar às revendas em abril. A publicação informa que os preços iniciais devem oscilar entre R$ 55 mil e R$ 60 mil.
sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010
C-Max
Durante o Salão de Genebra, a Ford vai estrear os novos C-Max e Grand C-Max, agora em versões de produção que entrarão no mercado no final de 2010. São modelos tipo vans compactas para 5 ou 7 lugares, respectivamente. Produzida na fábrica da Ford, em Valência, na Espanha, dentro do conceito de plataforma mundial, a linha também será vendida nos Estados Unidos a partir do próximo ano, segundo o presidente da Ford Europa, John Fleming. Trata-se do projeto de plataforma global para o segmento C da Ford que servirá de base a 10 outros modelos, inclusive o novo Focus e representará, em 2012, mais de 2 milhões de veículos anuais produzidos pela marca.
A nova família para o segmento C, proposta pela Ford, é o resultado de um ambicioso e sem precedentes programa de desenvolvimento de produtos com uma vasta gama de soluções tecnologicamente avançadas, com o objetivo de incrementar os níveis de conveniência, conforto, segurança e de prazer ao dirigir, disponíveis hoje nos veículos da empresa.
A versão de 5 lugares do C-Max conjuga um visual esportivo com as necessidades de estilo de um veículo de passageiros tradicional. A versão maior, de sete lugares, oferece a funcionalidade das portas traseiras deslizantes e um inovador design e flexibilidade do posicionamento dos bancos de forma a oferecer elevado nível de conforto e espaço interno.
As opções de motorização da linha C-Max são o novo 1.6 litro Ford EcoBoost a gasolina e o 1.6 e 2.0 litros a diesel da família Duratorq TDCi. A tecnologia EcoBoost combina injeção direta de gasolina com um turbocompressor e comando de válvulas variável (de dupla fase) com o objetivo de maximizar a combustão, o que resulta numa redução nos consumos e nas emissões de CO2 de até 20%, quando comparados com motores convencionais a gasolina de potência semelhante.

A versão de 5 lugares do C-Max conjuga um visual esportivo com as necessidades de estilo de um veículo de passageiros tradicional. A versão maior, de sete lugares, oferece a funcionalidade das portas traseiras deslizantes e um inovador design e flexibilidade do posicionamento dos bancos de forma a oferecer elevado nível de conforto e espaço interno.
As opções de motorização da linha C-Max são o novo 1.6 litro Ford EcoBoost a gasolina e o 1.6 e 2.0 litros a diesel da família Duratorq TDCi. A tecnologia EcoBoost combina injeção direta de gasolina com um turbocompressor e comando de válvulas variável (de dupla fase) com o objetivo de maximizar a combustão, o que resulta numa redução nos consumos e nas emissões de CO2 de até 20%, quando comparados com motores convencionais a gasolina de potência semelhante.
quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010
O fim da marca Hummer
A General Motors (GM) anunciou ontem que encerrará a fabricação dos carros Hummer, após o fracasso nas negociações com a empresa chinesa Tengzhong. É mais uma montadora que morre. A empresa, por sinal, está se especializando em acabar com marcas. Em 2009, tentou negociar a Saturn ao grupo americano Penske, mas a operação foi cancelada no último momento. Outra que deverá ser fechada nos próximos meses é a Pontiac. E a Saab só não teve o mesmo destino porque foi vendida à Spyker. Lamentável.
quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010
Jaguar XKR 2011
O fundador da Jaguar, Sir William Lyons, impressionou o público e a imprensa internacional quando apresentou durante o Salão do Automóvel de Londres de 1948, o XK 210, um veículo esportivo que chegava a velocidade de 120 milhas por hora,. Mais de 60 anos depois, a Jaguar escolheu o Salão de Genebra para apresentar o XKR 2011, veículo que ainda carrega o mesmo DNA de seus antecessores.
O modelo traz em seu nome a letra “R”, do inglês Racing, uma amostra do que o veículo é capaz. Domar a carroceria de alumínio, que abriga o motor 5.0 V8 Supercharged de 510 cavalos e injeção direta de combustível, pode ser considerado uma experiência única, digna de um verdadeiro piloto profissional.
Mais do que os níveis de desempenho, conforto e segurança, a grande novidade da linha 2011 do Jaguar XKR são as possibilidades de personalização, sugeridas pelos kits opcionais Black Pack, Speed Pack e Special Edition.
Black Pack
Equipado com o Black Pack, o veículo ganha uma aparência arrojada, com rodas de aro 20, grades dianteiras e entradas de ar laterais com acabamento preto brilhante, em contraste com as pinças de freios, na cor vermelha. O kit também inclui modificações aerodinâmicas no veículo, que ganha aerofólio traseiro e defletor dianteiro maiores. As modificações reforçam ainda mais o aspecto esportivo do veículo, que tem o distintivo “Jaguar XKR Cupê” na cor da carroceria.
Speed Pack
Se o motor Supercharged V8 de 5.0 litros, injeção direta de combustível e torque de 625 Nm já empurra o XKR 2011 da imobilidade aos 100 km/h em 4.6 segundos, o Speed Pack torna ainda mais rápida a linha 2011 do veículo. A velocidade final, limitada a 250 km/h foi aumentada com o kit para 280 km/h – ainda eletronicamente limitada –, tornando o veículo o mais rápido XKR já produzido em toda a história da Jaguar. Para manter a estabilidade em tamanha velocidade, o veículo ganhou um aerofólio traseiro maior, assim como um defletor dianteiro reformulado. O controle de diferencial ativo computadorizado encarrega-se de reduzir a sensibilidade na direção em alta velocidade, o que melhora a dirigibilidade do modelo. O Speed Pack também oferece sete opções de cores da carroceria, que, por sua vez, conta com alguns detalhes como as entradas de ar laterais e grade dianteira com revestimento cromado.
Special Edition
Série top de linha do novo XKR 2011, a Special Edition une a aparência do kit Black Pack com o desempenho do Speed Pack.
terça-feira, 23 de fevereiro de 2010
Penske 2010

Saveiro Cross

A Volkswagen acaba de lançar a nova top de linha da Saveiro. Chamada de Cross, chega ao mercado apenas na configuração cabine estendida e custa a partir de R$ 41.840 e traz como itens de série direção hidráulica, trio elétrico, sensor de estacionamento traseiro e capota marítima. O motor é um 1.6 de 101 cv (cavalos) com gasolina e 104 cv com álcool.

segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010
5 by Peugeot
O conceito 5 By Peugeot, que expressa a ambição da Marca no segmento dos sedãs com alto nível de requinte, será apresentado ao público em março, durante o Salão de Genebra. Suas linhas fluídas e elegantes encontram perfeita harmonia com sutis detalhes tecnológicos, conferindo ao conjunto um design exclusivo, moderno e atemporal. O desenho do 5 By Peugeot foi norteado a partir da permanente pesquisa de volumes perfeitamente equilibrados e aperfeiçoados. Desta forma, as linhas desta silhueta três volumes combinam de forma harmoniosa, sem rupturas, do capô dianteiro até o porta-malas: todas as superfícies são niveladas e as folgas entre cada elemento foram definidas com total precisão.Atributos como elegância, precisão e dinamismo, expressados através do estilo exterior, fundem-se com a mecânica aplicada a este conceito: ele integra a tecnologia HYbrid4, que será lançada em série no 3008, em 2011.
Com um motor 2.0 l HDi FAP de 163 cv localizado à frente e um motor elétrico de 37 cv introduzido na parte traseira, o 5 By Peugeot se utiliza de uma potência acumulada de 200 cv, beneficiando-se ao mesmo tempo de um modo elétrico a baixa velocidade e de tração nas quatro rodas, além de consumo e emissões reduzidos a níveis extremamente significativos: 3,8 l/100 km e 99 g/km de CO2, e zero emissão no modo elétrico.
domingo, 21 de fevereiro de 2010
GT3 Cup muda regras para 2010
Um carro clássico como prêmio, nova pontuação e inversão do grid de largada na segunda corrida serão as novidades do Porsche GT3 Cup Challenge Brasil em 2010. A categoria monomarca da Porsche iniciará sua sexta temporada respaldada na forte presença em eventos internacionais, na competitividade de suas corridas e na força de suas duas divisões – Cup, para os Porsche 911 GT3 Cup da geração “997”, e Cup Light, aberta aos carros da geração “996”. “Temos certeza de que a temporada 2010 será uma das mais marcantes do Porsche GT3 Cup no Brasil”, confia Dener Pires, diretor da categoria.
A temporada começará nos dias 6 e 7 de março em Curitiba, como evento suporte do WTCC (Campeonato Mundial de Carros de Turismo). Antes disso, nos dias 23 e 24 de fevereiro, os pilotos estarão em Interlagos para testes de pré-temporada.
Ao final do campeonato de 2010, o Porsche GT3 Cup Challenge Brasil oferecerá um prêmio inédito no automobilismo brasileiro: um carro clássico – no caso, um Porsche 356, ícone da marca alemã, fabricado entre 1948 e 1964. A unidade que será oferecida como prêmio já está a caminho do Brasil: é um modelo 1962, com carroceria cupê. O Porsche 356 será sorteado entre 11 pilotos – os dez primeiros colocados no campeonato e mais um, escolhido por sorteio, que tenha terminado de 11º para trás e, obrigatoriamente, largado em todas as 16 provas do ano. O sorteio será feito por meio de bolas numeradas colocadas em um globo giratório e será definida uma escala na qual o campeão tenha um número maior de bolas e o 11º piloto, apenas uma. “Se o carro ficar para o campeão, será um prêmio extra por uma temporada vitoriosa; se o sorteio beneficiar outro piloto, será um bônus pelas atuações e pela presença ao longo do ano, qualquer que seja a colocação resultante delas”, explica Dener Pires. “Esse sistema vai manter todos os pilotos extremamente motivados a participar de todas as provas e dar o melhor de si da primeira à última corrida.”
O crescimento expressivo do Porsche GT3 Cup, tanto de público quanto de interesse da mídia, levou a uma alteração na programação dos eventos. Nos primeiros cinco anos, a categoria tinha treino classificatório realizado na sexta-feira e rodadas duplas aos sábados – isso só mudava quando a categoria fazia provas de suporte de eventos internacionais, como o WTCC (Campeonato Mundial de Carros de Turismo) e o Grande Prêmio do Brasil de Fórmula 1. A partir de 2010, a sexta-feira terá treinos opcionais das duas categorias e aos sábados, após o treino classificatório da Light, acontecerão o classificatório e a primeira corrida dos Porsche “997”. Aos domingos, serão realizadas a prova única da Light e a segunda corrida da Cup. “Com isso, a programação fica bem mais atraente para o público e nossa equipe de mecânicos ganha mais tempo para fazer eventuais reparos nos carros entre uma corrida e outra”, explica Dener.
O grid de largada da segunda corrida da Cup “997” continuará sendo definido pelo resultado da primeira corrida do final de semana. A novidade a partir de 2010 é a inversão das dez primeiras colocações, com o décimo colocado largando na pole position, o nono em segundo e assim sucessivamente. “É uma idéia antiga e que finalmente estamos colocando em prática. Vai tornar as corridas ainda mais disputadas e imprevisíveis”, aposta Dener.
A pontuação também foi ligeiramente alterada. Na primeira prova da “997”, os pontos para os 15 primeiros colocados serão atribuídos na escala 22-20-18-16-14-12-10-9-8-7-6-5-4-3-2. Na segunda corrida da 997 e na prova única da Light, a escala será 20-18-16-14-12-10-9-8-7-6-5-4-3-2-1. Em ambas as divisões, a classificação final será apurada considerando o descarte das duas piores pontuações de cada piloto ao longo da temporada.
O calendário da temporada 2010 teve uma alteração em virtude da mudança de data do Grande Prêmio do Brasil de Fórmula 1, prova da qual o Porsche GT3 Cup fará parte da programação. As novas datas são as seguintes:
6 e 7 de março – Curitiba-PR (preliminar do WTCC)
17 e 18 de abril – Jacarepaguá (Rio de Janeiro-RJ)
15 e 16 de maio – Velopark (Nova Santa Rita-RS)
19 e 20 de junho – Interlagos (São Paulo-SP)
28 e 29 de agosto – Interlagos (São Paulo-SP)
16 e 17 de outubro – Curitiba-PR
6 e 7 de novembro – Interlagos (São Paulo-SP) – preliminar do GP do Brasil de F1
11 e 12 de dezembro – Interlagos (São Paulo-SP)
A temporada começará nos dias 6 e 7 de março em Curitiba, como evento suporte do WTCC (Campeonato Mundial de Carros de Turismo). Antes disso, nos dias 23 e 24 de fevereiro, os pilotos estarão em Interlagos para testes de pré-temporada.
Ao final do campeonato de 2010, o Porsche GT3 Cup Challenge Brasil oferecerá um prêmio inédito no automobilismo brasileiro: um carro clássico – no caso, um Porsche 356, ícone da marca alemã, fabricado entre 1948 e 1964. A unidade que será oferecida como prêmio já está a caminho do Brasil: é um modelo 1962, com carroceria cupê. O Porsche 356 será sorteado entre 11 pilotos – os dez primeiros colocados no campeonato e mais um, escolhido por sorteio, que tenha terminado de 11º para trás e, obrigatoriamente, largado em todas as 16 provas do ano. O sorteio será feito por meio de bolas numeradas colocadas em um globo giratório e será definida uma escala na qual o campeão tenha um número maior de bolas e o 11º piloto, apenas uma. “Se o carro ficar para o campeão, será um prêmio extra por uma temporada vitoriosa; se o sorteio beneficiar outro piloto, será um bônus pelas atuações e pela presença ao longo do ano, qualquer que seja a colocação resultante delas”, explica Dener Pires. “Esse sistema vai manter todos os pilotos extremamente motivados a participar de todas as provas e dar o melhor de si da primeira à última corrida.”
O crescimento expressivo do Porsche GT3 Cup, tanto de público quanto de interesse da mídia, levou a uma alteração na programação dos eventos. Nos primeiros cinco anos, a categoria tinha treino classificatório realizado na sexta-feira e rodadas duplas aos sábados – isso só mudava quando a categoria fazia provas de suporte de eventos internacionais, como o WTCC (Campeonato Mundial de Carros de Turismo) e o Grande Prêmio do Brasil de Fórmula 1. A partir de 2010, a sexta-feira terá treinos opcionais das duas categorias e aos sábados, após o treino classificatório da Light, acontecerão o classificatório e a primeira corrida dos Porsche “997”. Aos domingos, serão realizadas a prova única da Light e a segunda corrida da Cup. “Com isso, a programação fica bem mais atraente para o público e nossa equipe de mecânicos ganha mais tempo para fazer eventuais reparos nos carros entre uma corrida e outra”, explica Dener.
O grid de largada da segunda corrida da Cup “997” continuará sendo definido pelo resultado da primeira corrida do final de semana. A novidade a partir de 2010 é a inversão das dez primeiras colocações, com o décimo colocado largando na pole position, o nono em segundo e assim sucessivamente. “É uma idéia antiga e que finalmente estamos colocando em prática. Vai tornar as corridas ainda mais disputadas e imprevisíveis”, aposta Dener.
A pontuação também foi ligeiramente alterada. Na primeira prova da “997”, os pontos para os 15 primeiros colocados serão atribuídos na escala 22-20-18-16-14-12-10-9-8-7-6-5-4-3-2. Na segunda corrida da 997 e na prova única da Light, a escala será 20-18-16-14-12-10-9-8-7-6-5-4-3-2-1. Em ambas as divisões, a classificação final será apurada considerando o descarte das duas piores pontuações de cada piloto ao longo da temporada.
O calendário da temporada 2010 teve uma alteração em virtude da mudança de data do Grande Prêmio do Brasil de Fórmula 1, prova da qual o Porsche GT3 Cup fará parte da programação. As novas datas são as seguintes:
6 e 7 de março – Curitiba-PR (preliminar do WTCC)
17 e 18 de abril – Jacarepaguá (Rio de Janeiro-RJ)
15 e 16 de maio – Velopark (Nova Santa Rita-RS)
19 e 20 de junho – Interlagos (São Paulo-SP)
28 e 29 de agosto – Interlagos (São Paulo-SP)
16 e 17 de outubro – Curitiba-PR
6 e 7 de novembro – Interlagos (São Paulo-SP) – preliminar do GP do Brasil de F1
11 e 12 de dezembro – Interlagos (São Paulo-SP)
sábado, 20 de fevereiro de 2010
Kia Ray
Revelado na semana passada no Salão do Automóvel de Chicago 2010, o conceito Kia Ray Híbrido Plug-in demonstra que a Kia Motors está avançando no programa global de pesquisa de combustíveis alternativos e conjuntos moto-propulsores, e na sua sub-marca chamada ‘EcoDynamics’, com intuito de desenvolver tecnologias inovadoras de redução de consumo de combustíveis e de emissões. Recentemente, a marca ‘EcoDynamics’ deu um grande passo a frente com a introdução do Kia Mohave Fuel Cell Electric Vehicle (FCEV), seguido do Cerato LPI Híbrido, do Kia cee'd híbrido a gasolina e do Kia Sorento Híbrido twin-turbo diesel.
O conceito Kia Ray é uma união ousada entre design e engenharia, uma vez que o mundo exige veículos mais eficientes, que combinem linhas sofisticadas e elegantes com funcionalidade e economia de combustível. O Ray apresenta um sedã compacto futurista de quatro lugares baseado na plataforma do Kia Cerato e demonstra uma perspectiva de veículo híbrido plug-in da Kia. Projetado com pouco peso e materiais reciclados, bem como com células solares hexagonais embutidas no painel de vidro do teto que lhe dá iluminação extra ou sistema de controle climático, o Kia Ray é o quinto veículo do Centro de Design Kia da América (KDCA) em Irvine, Califórnia. Os mais recentes projetos da KDCA foram os modelos Kia Soul, Cerato, Cerato Koup e novo Sorento.
O aerodinâmico Ray combina design e engenharia para uma máxima eficiência, incorporando superfícies limpas e lisas e minimizando bordas desnecessárias, possui um perfil fluido e traseira alongada sob uma tampa traseira ligeiramente elevada para reduzir o arrasto aerodinâmico, controles touch-screen, direção drive-by-wire, teto solar revestido de vidro e uma bateria de lítio-polímero – itens indicadores da tecnologia do futuro da Kia Motors. Como um híbrido plug-in, o Ray é projetado para alcançar distâncias de mais de 80 quilômetros usando seu motor elétrico com uma única carga, e tem um índice de economia de combustível de mais de 85,9 quilômetros por litro, e uma autonomia total de 1.200 km. O interior é baseado em aeronaves.
O conceito Kia Ray é uma união ousada entre design e engenharia, uma vez que o mundo exige veículos mais eficientes, que combinem linhas sofisticadas e elegantes com funcionalidade e economia de combustível. O Ray apresenta um sedã compacto futurista de quatro lugares baseado na plataforma do Kia Cerato e demonstra uma perspectiva de veículo híbrido plug-in da Kia. Projetado com pouco peso e materiais reciclados, bem como com células solares hexagonais embutidas no painel de vidro do teto que lhe dá iluminação extra ou sistema de controle climático, o Kia Ray é o quinto veículo do Centro de Design Kia da América (KDCA) em Irvine, Califórnia. Os mais recentes projetos da KDCA foram os modelos Kia Soul, Cerato, Cerato Koup e novo Sorento.
O aerodinâmico Ray combina design e engenharia para uma máxima eficiência, incorporando superfícies limpas e lisas e minimizando bordas desnecessárias, possui um perfil fluido e traseira alongada sob uma tampa traseira ligeiramente elevada para reduzir o arrasto aerodinâmico, controles touch-screen, direção drive-by-wire, teto solar revestido de vidro e uma bateria de lítio-polímero – itens indicadores da tecnologia do futuro da Kia Motors. Como um híbrido plug-in, o Ray é projetado para alcançar distâncias de mais de 80 quilômetros usando seu motor elétrico com uma única carga, e tem um índice de economia de combustível de mais de 85,9 quilômetros por litro, e uma autonomia total de 1.200 km. O interior é baseado em aeronaves.
sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010
Quentinhas
GM estuda lançar o Camaro no Brasil - A GM informa que está conduzindo estudos "exaustivos" para lançar o esportivo Camaro, que dispensa apresentações, no Brasil. Então para de estudar e lança logo, sucesso garantido.
911 Turbo aqui em março - E já que o assunto é esporivo, a Stuttgart Sportcar, importador oficial Porsche no Brasil, confirmou para a segunda quinzena de março a chegada das primeiras unidades do novo 911 Turbo. O carro teve diversas modificações em relação à geração fabricada entre 2006 e 2009, como motor exclusivo e novas tecnologias que aumentaram ainda mais a potência e a dirigibilidade. Os preços iniciais são de R$ 739.000,00 (911 Turbo cupê) e R$ 789.000,00 (911 Turbo Cabriolet).
911 Turbo aqui em março - E já que o assunto é esporivo, a Stuttgart Sportcar, importador oficial Porsche no Brasil, confirmou para a segunda quinzena de março a chegada das primeiras unidades do novo 911 Turbo. O carro teve diversas modificações em relação à geração fabricada entre 2006 e 2009, como motor exclusivo e novas tecnologias que aumentaram ainda mais a potência e a dirigibilidade. Os preços iniciais são de R$ 739.000,00 (911 Turbo cupê) e R$ 789.000,00 (911 Turbo Cabriolet).
Porsche 911 GT3 Hybrid
A tecnologia do 911 GT3 R Hybrid foi desenvolvida especialmente para carros de corrida, com sua configuração e componentes se destacando significativamente dos sistemas híbridos convencionais. O eixo dianteiro é equipado com dois motores elétricos com 60 KW de potência cada um. Eles complementam o motor de 480 cv de 4 litros com seis cilindros opostos, localizado na traseira do 911 GT3 R Hybrid. Outro ponto significativo é que, em vez de usar as baterias normais de um carro híbrido de rua, um gerador elétrico acoplado ao volante do motor fornece energia aos motores elétricos.
O próprio gerador do volante do motor é um motor elétrico, cujo rotor gira a velocidades de até 40.000 rpm, armazenando energia mecânica como energia de rotação. O gerador é carregado sempre que o motorista aciona os freios, com os dois motores elétricos distribuindo esta potência no eixo dianteiro. Dessa forma, sempre que o motorista desejar acelerar o carro, como no caso de ultrapassagens, ele pode utilizar a energia adicional do gerador elétrico, que fornece até 120 kW de potência aos dois motores elétricos na dianteira, gerados a partir de sua energia cinética. Esta energia adicional estará à disposição do condutor do 911 GT3 R Hybrid depois de cada processo de carga, durante o tempo aproximado de 6 a 8 segundos. Com esse sistema, a energia que antes era convertida em calor e, portanto, desperdiçada todas as vezes em que os freios eram acionados, agora é convertida em mais potência para a direção.
Dependendo das condições da corrida, a propulsão híbrida pode ser utilizada não só para gerar mais potência, mas também para economizar combustível, o que, mais uma vez, aumenta sua eficiência e, consequentemente, o desempenho do 911 GT3 R Hybrid ao, por exemplo, reduzir o peso do tanque ou fazer com que as paradas nos boxes sejam menos frequentes.
Depois de seu lançamento em Genebra, o 911 GT3 R Hybrid será testado em corridas de longa distância em Nürburgring. O destaque deste programa de provas será a 24 horas de Nürburgring, que acontecerá nos dias 15 e 16 de maio. O enfoque da Porsche para esta ocasião não é vencer a disputa com o 911 GT3 R Hybrid, mas comprovar sua posição de liderança em termos de tecnologia, além de mostrar que se trata de um “laboratório de corridas”, oferecendo conhecimento para um uso posterior de tecnologia híbrida para carros esportivos de rua.
quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010
Audi A1
O público do Salão de Genebra, que acontece na primeira quinzena de março, poderá ver de perto toda tecnologia e design do novo Audi A1. Com menos de 4,0 metros de comprimento, o primeiro compacto da categoria Premium esbanja charme, modernidade e um desenho único. Predominantemente urbano, o modelo é ágil no trânsito das grandes cidades e oferece facilidades para o uso no dia a dia, além de motores potentes e econômicos. O modelo será produzido na fábrica da Audi em Bruxelas, que recebeu investimentos de mais de 100 milhões de euros na modernização das instalações, para satisfazer as mais rigorosas normas de qualidade.
Com linhas harmoniosas, o novo Audi A1 chama atenção pelo design cupê, inovador e marcante. A linha de ombro pronunciada, o arco das colunas A e C em cor contrastante e a inclinação dos pilares dão a este três portas uma silhueta poderosa. As dimensões também chamam atenção: o modelo tem 3,95 metros de comprimento, tamanho superior ao dos concorrentes da categoria. A largura é de 1,74 metros e a altura de 1,42 metros, mas apesar dos números, o modelo oferece conforto e comodidade aos quatro ocupantes, graças à distância entre - eixos de 2,47 metros.
Na lateral, um detalhe interessante marca o design do carro: a Tornado Line (linha do furacão), caracterizada pela entrada da borda superior do capô que se estende abaixo das janelas, até a traseira – continuando pela porta de trás. O elemento de design, que dá ares de poder, é utilizado em outro ícone da marca, o Audi TT, eleito várias vezes como um dos carros mais bonitos do mundo.
O novo Audi A1 é espaçoso e arejado, com painel de instrumentos que lembra a asa de um avião, com quatro entradas de ar redondas representando as turbinas do jato. Com detalhes que enfatizam a categoria Premium do modelo, o Audi A1oferece um pacote de estilo focado em infontainment, além de opções de personalização do modelo de acordo com o proprietário, com cores modernas e materiais inovadores: saídas de ar coloridas, luzes com LEDs ou assentos com cores diferenciadas, por exemplo.
O Audi A1 tem quatro opções de motores: dois a gasolina TFSI e dois a diesel TDI. Todos com injeção direta de combustível e turbocompressor, que garantem eficiência e consumo mínimo de combustível variando de 3,8 a 5,4 litros por 100 km.
O motor de entrada a gasolina é um 1,2 TFSI que gera 86 cv de potência e produz torque máximo de 160 Nm, já entre 1.500 e 3.500 rpm. Juntamente com a transmissão manual de cinco velocidades, este quatro cilindros acelera o Audi A1 de 0 a 100 km / h em 12,1 segundos, e tem velocidade máxima de 179 km / h. O consumo nos padrões da União Europeia é de apenas 5,1 litros de combustível por 100 km (19,60 km/litro), que corresponde a apenas 119 g de CO2/km.
Este propulsor recém-desenvolvido, com duas válvulas por cilindro e 1.197 cm3 de cilindrada, foi otimizado para ter baixo peso e fricção. O cárter de alumínio fundido tem seu próprio circuito de refrigeração separado da cabeça do cilindro. A água do bloco não circula imediatamente após o arranque do motor, permitindo que o mesmo chegue à temperatura elevada mais depressa e encurtando a fase de aumento da resistência ao atrito, devido ao óleo frio.
O motor 1,4 TFSI de 122 cv de potência tem torque máximo de 200 Nm, disponível continuamente entre 1.500 e 4.000 rpm. Um turbocharger com intercooler pressuriza o motor de 1.390 cm3 e quatro válvulas por cilindro.
Com a transmissão de sete velocidade S-Tronic, o 1,4 TFSI acelera de 0 a 100 km/hora o Audi A1 em 9,1 segundos. A velocidade máxima é de 200 km/h. Com câmbio padrão manual de seis velocidades o sprint é feito em 9,2 segundos, sem afetar a máxima. O consumo médio de combustível do modelo equipado com S Tronic é de apenas 5,1 litros por 100 km no ciclo de ensaio UE.
Todos os motores do Audi A1 usam tecnologia inteligente que recupera a energia durante a frenagem, que é armazenada temporariamente na bateria. Quando o carro acelera novamente, a energia retorna ao sistema elétrico, aliviando a carga do gerador.
Outro sistema moderno é o star-stop, que desliga o motor quando o carro está em repouso - se o câmbio está em ponto morto e o pé fora do pedal de embreagem-, e liga de volta quando o pedal de embreagem é pressionado.

Inflação do carro dispara
A Inflação do Carro subiu em janeiro 2,86%, a segunda maior alta dos últimos 48 meses (desde janeiro de 2006), só superada pela inflação de novembro, quando álcool teve um aumento de 13,31%. Mais uma vez o álcool combustível, foi o item da cesta de produtos e serviços que mais subiu, com 12,03%. Como o álcool tem grande participação no cálculo da Inflação, acabou elevando o índice total.
Outro item que subiu muito no ano passado, o estacionamento também apresentou alta expressiva no primeiro mês do ano: o estacionamento mensal subiu 1,75% e o estacionamento fracionado, por hora, teve um aumento de 7,30%. O estacionamento é o terceiro item que mais pesa no bolso do consumidor, perdendo apenas para os combustíveis e o seguro.
A boa notícia é a “deflação” do IPVA: o imposto ficou mais barato do que no ano passado, pois a base de comparação usada pela Secretaria da Fazenda é o mês de agosto, portanto antes da crise, quando os preços estavam em alta. O percentual permanece o mesmo: o IPVA é 4% na gasolina e no flex, 3% no álcool e 2% no diesel. O IPVA caiu 6,67%.
Outro item que subiu muito no ano passado, o estacionamento também apresentou alta expressiva no primeiro mês do ano: o estacionamento mensal subiu 1,75% e o estacionamento fracionado, por hora, teve um aumento de 7,30%. O estacionamento é o terceiro item que mais pesa no bolso do consumidor, perdendo apenas para os combustíveis e o seguro.
A boa notícia é a “deflação” do IPVA: o imposto ficou mais barato do que no ano passado, pois a base de comparação usada pela Secretaria da Fazenda é o mês de agosto, portanto antes da crise, quando os preços estavam em alta. O percentual permanece o mesmo: o IPVA é 4% na gasolina e no flex, 3% no álcool e 2% no diesel. O IPVA caiu 6,67%.
Dicas de Manutenção - Câmbio automático
Na Reta em Drive
A primeira dica pode parecer simples, mas chega a ser esquecida ou mesmo desconhecida por algumas pessoas. Sempre que o carro estiver no plano, em velocidade de cruzeiro, o câmbio automático deve permanecer em "D" (Drive), inclusive nas ultrapassagens.
Subindo sem Esforço
Antes de arrancar com o veículo em subidas, o ideal é colocar a alavanca em "1" ou "L" (Low). Nesta posição, a transmissão suporta um esforço maior, pois está com a sua pressão interna elevada, impedindo que os elementos internos patinem.
Se o sistema for "Tiptronic" ou similar, será preciso dar um toque para trás na alavanca de marchas, no sentido da redução, ao levá-la para o trilho de trocas manuais. Dessa forma, a transmissão entrará em "L" automaticamente.
Na Descida da Serra
A posição "1" ou "L" também deve ser utilizada em descidas muito íngremes ou serras, pois ativa automaticamente o freio motor. Com esse cuidado, o motorista poupa o sistema de freios do veículo.
Se a descida for longa e moderada, como é comum algumas vezes, vale o mesmo cuidado. É prudente ir reduzindo (por exemplo: de "D" para "4", "3", "2" ou mesmo para "1") até que se perceba que a transmissão automática está auxiliando na frenagem.
Sem Medo de Atolar
Antes de trafegar por terrenos escorregadios (barro, areia, grama ou pedra) é preciso posicionar a alavanca do câmbio, com o veículo ainda parado, em "2" ou "I" (alguns modelos contam com uma tecla própria: "Winter" ou "Snow"). Essa posição reduz o torque aplicado nas rodas e evita que o veículo atole devido ao giro excessivo.
Cuidados Antes da Viagem
Com alguns pequenos cuidados e a manutenção preventiva em dia, o câmbio automático dificilmente deixa os motoristas pelo caminho. Então, antes de pegar a estrada, esteja sempre alerta:
- para manchas de fluido avermelhado no piso da garagem (podem indicar vazamentos);
- no nível do fluido, que precisa ser verificado periodicamente e mantido sempre dentro das marcas. Nem acima, nem abaixo;
- ao completar o nível, é preciso utilizar apenas o fluido indicado no manual do veículo ou transmissão;
- ao notar barulhos estranhos ou trancos nas trocas de marchas, procure imediatamente um profissional especializado.
A inspeção constante da transmissão automática é fundamental para ampliar a durabilidade do sistema e tornar a manutenção muito mais barata. Na maioria das vezes, grandes quebras são causadas por pequenos problemas.
Fonte: Brasil Automático
A primeira dica pode parecer simples, mas chega a ser esquecida ou mesmo desconhecida por algumas pessoas. Sempre que o carro estiver no plano, em velocidade de cruzeiro, o câmbio automático deve permanecer em "D" (Drive), inclusive nas ultrapassagens.
Subindo sem Esforço
Antes de arrancar com o veículo em subidas, o ideal é colocar a alavanca em "1" ou "L" (Low). Nesta posição, a transmissão suporta um esforço maior, pois está com a sua pressão interna elevada, impedindo que os elementos internos patinem.
Se o sistema for "Tiptronic" ou similar, será preciso dar um toque para trás na alavanca de marchas, no sentido da redução, ao levá-la para o trilho de trocas manuais. Dessa forma, a transmissão entrará em "L" automaticamente.
Na Descida da Serra
A posição "1" ou "L" também deve ser utilizada em descidas muito íngremes ou serras, pois ativa automaticamente o freio motor. Com esse cuidado, o motorista poupa o sistema de freios do veículo.
Se a descida for longa e moderada, como é comum algumas vezes, vale o mesmo cuidado. É prudente ir reduzindo (por exemplo: de "D" para "4", "3", "2" ou mesmo para "1") até que se perceba que a transmissão automática está auxiliando na frenagem.
Sem Medo de Atolar
Antes de trafegar por terrenos escorregadios (barro, areia, grama ou pedra) é preciso posicionar a alavanca do câmbio, com o veículo ainda parado, em "2" ou "I" (alguns modelos contam com uma tecla própria: "Winter" ou "Snow"). Essa posição reduz o torque aplicado nas rodas e evita que o veículo atole devido ao giro excessivo.
Cuidados Antes da Viagem
Com alguns pequenos cuidados e a manutenção preventiva em dia, o câmbio automático dificilmente deixa os motoristas pelo caminho. Então, antes de pegar a estrada, esteja sempre alerta:
- para manchas de fluido avermelhado no piso da garagem (podem indicar vazamentos);
- no nível do fluido, que precisa ser verificado periodicamente e mantido sempre dentro das marcas. Nem acima, nem abaixo;
- ao completar o nível, é preciso utilizar apenas o fluido indicado no manual do veículo ou transmissão;
- ao notar barulhos estranhos ou trancos nas trocas de marchas, procure imediatamente um profissional especializado.
A inspeção constante da transmissão automática é fundamental para ampliar a durabilidade do sistema e tornar a manutenção muito mais barata. Na maioria das vezes, grandes quebras são causadas por pequenos problemas.
Fonte: Brasil Automático
quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010
Longo reinado para motores a combustão
* Por Fernando Calmon
Apesar de todo o entusiasmo pelas novas tecnologias e o aparato promocional cercando o carro elétrico, a realidade se mostra bem diferente. Os motores a combustão interna (MCI) que consomem etanol, gasolina, diesel ou gás natural têm e terão, no mínimo em médio prazo, um papel bastante relevante a cumprir. Mesmo nos híbridos (motores a combustão e elétrico em série ou em paralelo), com ou sem carregamento de bateria na tomada (plugged in), há dificuldades pelo alto preço e infraestrutura. Afinal, faltam tomadas e medidores nas garagens de prédios para os plugados.
Em 2009, se prevê um bom ano para os híbridos. Porém, nada além de 2% a 3% das vendas totais de automóveis e comerciais leves nos EUA, o maior mercado para esse tipo de veículo. No Japão e na Europa a procura cresce, sem supera aquele percentual. Nas pesquisas, o consumidor médio – não tão ligado em questões ambientais – interessa-se pelos híbridos, mas desanima quando faz as contas de quanto pagará a mais e a longa quilometragem a percorrer para amortização. Esse fenômeno já ocorre nos EUA. A queda brusca do preço da gasolina desacelerou a procura. Projeções indicam pelo menos cinco anos até a participação dos híbridos dobrar para 6%.
No Brasil, o assunto ainda está no campo da curiosidade. A Mercedes-Benz planeja importar algumas unidades do S400h, seu topo de linha na versão híbrida, no começo de 2010. Na Argentina, a Toyota acaba de vender algumas unidades do Prius, o híbrido de maior sucesso. A empresa não escolheu o Brasil, ressaltando que teria de fazer algumas modificações no motor a combustão e o preço seria muito alto, além de não representar vantagem na emissão de CO2 se comparado ao etanol.
Otto versus Diesel
No MCI há dois ciclos termodinâmicos mais conhecidos: Otto (etanol, gasolina e gás) e Diesel (só aplicável com óleo diesel). Outro ciclo possível, o de Atkinson, de 1882, começa a ser considerado, em especial nos veículos híbridos. Mais adiante tem quem aposte na tecnologia HCCI (sigla, em inglês, para Ignição por Compressão de Carga Homogênea), que permitiria o uso tanto de gasolina/etanol como diesel, porém com grande vantagem para os dois primeiros. Gás natural também poderia se usar, mas a infraestrutura de abastecimento e os tanques são obstáculos financeiros a superar.
Entre diesel e gasolina/etanol há uma clara cisão no mundo. Segundo a revista Ward’s, as diferenças começaram ainda nos anos 1970. Os europeus se concentraram em economia de combustível e os americanos em combustíveis baratos e menos poluentes. A Europa procurou nos MCI a diesel também uma opção estratégica: avançou com os turbocompressores e injeção direta de galeria única (common rail), deixando o desenvolvimento de motores de ciclo Otto um pouco de lado. Cerca de 50% dos automóveis europeus vendidos em 2008 eram a diesel. A participação caiu em 2009 porque seu preço maior não atraiu os que aproveitaram incentivos governamentais para trocar um carro muito velho por um novo.
O fato é que mais de 70% das vendas mundiais de automóveis e veículos leves concentram-se em motores a gasolina ou etanol. O ciclo diesel promove combustão inerentemente “suja”. Consegue-se limpá-lo a um custo alto e “muletas” como filtro de particulados e injeção de ureia no escapamento. A seu favor, a economia de combustível que se reflete em emissão menor de CO2, atual vilão no mundo.
No entanto, as próximas exigências ambientais nos países centrais, quanto a material particulado (MP) e óxidos de nitrogênio (NOx), encarecerão ainda mais os motores a diesel. Os MCI do ciclo Otto não emitem MP e a baixa emissão de NOx se controla com um catalisador barato. Resta diminuir o consumo e a consequente emissão de CO2. Vários fabricantes já acordaram para essa realidade. Investem para diminuir a vantagem de 20% a 25% no consumo de diesel, em relação à gasolina, para algo em torno de 10% e ainda se mantendo mais barato.
Melhoras à vista
Há muito ainda a avançar. Algumas conquistas já chegaram, porém ainda se necessita trabalhar para baixar custos e viabilizar escala de produção. A mais evidente é o downsizing: diminuição de cilindrada acompanhada de superalimentação por meio de turbocompressores ou compressores centrífugos. Em combinação com a injeção direta proporciona ao ciclo Otto boa economia de combustível e ótimo desempenho. A Ford vai aplicar o que chama de Ecoboost em 90% de seus motores até 2012. A Volkswagen, com seus TFSI, foi pioneira. Nos motores flex utilizando etanol os ganhos são ainda maiores.
Eliminar a borboleta de aceleração ajuda a diminuir as perdas por bombeamento. A BMW usa esse recurso (Valvetronic) nos motores de ciclo Otto. A Fiat Powertrain Technologies (FPT) lançou agora o sistema Multiair de controle eletro-hidráulico das válvulas de admissão que funciona com injeção indireta ou direta. A economia de combustível é de 10%. Ao mesmo tempo crescem potência (10%) e torque (15%), além de diminuir emissões tóxicas. Também se aplicaria ao diesel, mas os ganhos são pouco marcantes: estes já não possuem a borboleta de aceleração.
O próximo passo é a ascensão de motores de três cilindros nos próximos anos. Eles já existem, mas serão bem aperfeiçoados graças às novas tecnologias. Volkswagen, Ford, BMW, Mercedes-Benz, Peugeot-Citroën e Nissan anunciaram essa tendência e a Fiat objetiva também os de dois cilindros. As marcas japonesas já se posicionaram a favor dos MCI Otto. A Nissan desenvolve injetores duplos por cilindro, solução mais barata que a injeção direta em motores de baixo custo. Eliminar velas de ignição, substituindo-as por raios laser, vem sendo pesquisado na Universidade de Liverpool, com apoio da Ford inglesa. Será outro grande salto tecnológico em relação ao ciclo Diesel.
Desligar e religar o motor de forma automática nos congestionamentos (stop/start), com economia superior a 10% em muitos casos, é um recurso que se estima alcançar 50% dos carros vendidos na Europa até 2012. Sistema de recuperação de energia em frenagens também crescerá, demonstrando que os MCI ainda tem um longo reinado à frente.
Apesar de todo o entusiasmo pelas novas tecnologias e o aparato promocional cercando o carro elétrico, a realidade se mostra bem diferente. Os motores a combustão interna (MCI) que consomem etanol, gasolina, diesel ou gás natural têm e terão, no mínimo em médio prazo, um papel bastante relevante a cumprir. Mesmo nos híbridos (motores a combustão e elétrico em série ou em paralelo), com ou sem carregamento de bateria na tomada (plugged in), há dificuldades pelo alto preço e infraestrutura. Afinal, faltam tomadas e medidores nas garagens de prédios para os plugados.
Em 2009, se prevê um bom ano para os híbridos. Porém, nada além de 2% a 3% das vendas totais de automóveis e comerciais leves nos EUA, o maior mercado para esse tipo de veículo. No Japão e na Europa a procura cresce, sem supera aquele percentual. Nas pesquisas, o consumidor médio – não tão ligado em questões ambientais – interessa-se pelos híbridos, mas desanima quando faz as contas de quanto pagará a mais e a longa quilometragem a percorrer para amortização. Esse fenômeno já ocorre nos EUA. A queda brusca do preço da gasolina desacelerou a procura. Projeções indicam pelo menos cinco anos até a participação dos híbridos dobrar para 6%.
No Brasil, o assunto ainda está no campo da curiosidade. A Mercedes-Benz planeja importar algumas unidades do S400h, seu topo de linha na versão híbrida, no começo de 2010. Na Argentina, a Toyota acaba de vender algumas unidades do Prius, o híbrido de maior sucesso. A empresa não escolheu o Brasil, ressaltando que teria de fazer algumas modificações no motor a combustão e o preço seria muito alto, além de não representar vantagem na emissão de CO2 se comparado ao etanol.
Otto versus Diesel
No MCI há dois ciclos termodinâmicos mais conhecidos: Otto (etanol, gasolina e gás) e Diesel (só aplicável com óleo diesel). Outro ciclo possível, o de Atkinson, de 1882, começa a ser considerado, em especial nos veículos híbridos. Mais adiante tem quem aposte na tecnologia HCCI (sigla, em inglês, para Ignição por Compressão de Carga Homogênea), que permitiria o uso tanto de gasolina/etanol como diesel, porém com grande vantagem para os dois primeiros. Gás natural também poderia se usar, mas a infraestrutura de abastecimento e os tanques são obstáculos financeiros a superar.
Entre diesel e gasolina/etanol há uma clara cisão no mundo. Segundo a revista Ward’s, as diferenças começaram ainda nos anos 1970. Os europeus se concentraram em economia de combustível e os americanos em combustíveis baratos e menos poluentes. A Europa procurou nos MCI a diesel também uma opção estratégica: avançou com os turbocompressores e injeção direta de galeria única (common rail), deixando o desenvolvimento de motores de ciclo Otto um pouco de lado. Cerca de 50% dos automóveis europeus vendidos em 2008 eram a diesel. A participação caiu em 2009 porque seu preço maior não atraiu os que aproveitaram incentivos governamentais para trocar um carro muito velho por um novo.
O fato é que mais de 70% das vendas mundiais de automóveis e veículos leves concentram-se em motores a gasolina ou etanol. O ciclo diesel promove combustão inerentemente “suja”. Consegue-se limpá-lo a um custo alto e “muletas” como filtro de particulados e injeção de ureia no escapamento. A seu favor, a economia de combustível que se reflete em emissão menor de CO2, atual vilão no mundo.
No entanto, as próximas exigências ambientais nos países centrais, quanto a material particulado (MP) e óxidos de nitrogênio (NOx), encarecerão ainda mais os motores a diesel. Os MCI do ciclo Otto não emitem MP e a baixa emissão de NOx se controla com um catalisador barato. Resta diminuir o consumo e a consequente emissão de CO2. Vários fabricantes já acordaram para essa realidade. Investem para diminuir a vantagem de 20% a 25% no consumo de diesel, em relação à gasolina, para algo em torno de 10% e ainda se mantendo mais barato.
Melhoras à vista
Há muito ainda a avançar. Algumas conquistas já chegaram, porém ainda se necessita trabalhar para baixar custos e viabilizar escala de produção. A mais evidente é o downsizing: diminuição de cilindrada acompanhada de superalimentação por meio de turbocompressores ou compressores centrífugos. Em combinação com a injeção direta proporciona ao ciclo Otto boa economia de combustível e ótimo desempenho. A Ford vai aplicar o que chama de Ecoboost em 90% de seus motores até 2012. A Volkswagen, com seus TFSI, foi pioneira. Nos motores flex utilizando etanol os ganhos são ainda maiores.
Eliminar a borboleta de aceleração ajuda a diminuir as perdas por bombeamento. A BMW usa esse recurso (Valvetronic) nos motores de ciclo Otto. A Fiat Powertrain Technologies (FPT) lançou agora o sistema Multiair de controle eletro-hidráulico das válvulas de admissão que funciona com injeção indireta ou direta. A economia de combustível é de 10%. Ao mesmo tempo crescem potência (10%) e torque (15%), além de diminuir emissões tóxicas. Também se aplicaria ao diesel, mas os ganhos são pouco marcantes: estes já não possuem a borboleta de aceleração.
O próximo passo é a ascensão de motores de três cilindros nos próximos anos. Eles já existem, mas serão bem aperfeiçoados graças às novas tecnologias. Volkswagen, Ford, BMW, Mercedes-Benz, Peugeot-Citroën e Nissan anunciaram essa tendência e a Fiat objetiva também os de dois cilindros. As marcas japonesas já se posicionaram a favor dos MCI Otto. A Nissan desenvolve injetores duplos por cilindro, solução mais barata que a injeção direta em motores de baixo custo. Eliminar velas de ignição, substituindo-as por raios laser, vem sendo pesquisado na Universidade de Liverpool, com apoio da Ford inglesa. Será outro grande salto tecnológico em relação ao ciclo Diesel.
Desligar e religar o motor de forma automática nos congestionamentos (stop/start), com economia superior a 10% em muitos casos, é um recurso que se estima alcançar 50% dos carros vendidos na Europa até 2012. Sistema de recuperação de energia em frenagens também crescerá, demonstrando que os MCI ainda tem um longo reinado à frente.
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