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sexta-feira, 26 de março de 2010
terça-feira, 23 de março de 2010
Mclaren MP 4-12C

domingo, 21 de março de 2010
20 anos sem carroças
O dia 16 de março de 1990 entrou para a história econômica do Brasil como a data em que o Presidente Fernando Collor editou a medida provisória 158 que autorizou a livre importação de cerca de 300 produtos, entre os quais automóveis e motos. Já se passaram 20 anos da fúria do presidente ao comparar os carros de outros países com os fabricados no País, os quais rotulou de “verdadeiras carroças”. O Congresso legitimou a proposta do presidente em 13 de abril do mesmo ano.
Importadores independentes começaram a abastecer o mercado nacional com os chamados “importados” de marcas sem unidades industriais no Brasil. As fabricantes nacionais foram beneficiadas por acordos comerciais autorizados pelo governo brasileiro e também passaram a importar modelos inexistentes por aqui.
Com os acordos de livre mercado entre países integrantes do Mercosul, surgiu a oportunidade de fabricantes locais trazerem veículos do exterior para serem vendidos no mercado brasileiro, sem taxas adicionais de importação. O mesmo acontece com diversos produtos nacionais que também são vendidos em alguns países do Mercosul, sem impostos extras.
Atualmente, está em vigor o acordo comercial estabelecido no ano 2000 que determinou uma alíquota de importação da ordem de 35% para veículos automotores produzidos em países com os quais o Brasil não estabeleceu parcerias.
Na estratégia de negócios da Ford Brasil, por exemplo, a empresa decidiu produzir o Focus na sua subsidiária da fábrica de Pacheco, na Argentina, colaborando para a recuperação econômica do país platino. Lá, é produzido o Focus que, no ano passado, registrou um total de 26.050 unidades colocadas no mercado brasileiro, das quais 16.701 Focus Hatch e 9.349 Focus Sedan. O acordo bi-lateral do governo brasileiro com a Argentina foi renovado em 2008 e válido até 2014.
Do México, também dentro do acordo do Mercosul, vem o Ford Fusion, que em 2009 vendeu 9.825 unidades no Brasil. O Crossover Edge, produzido no Canadá, pagando as taxas de importação, vendeu no País 1.204 unidades em 2009, enquanto, no mesmo regime, o Ford Transit, produzido na Turquia, que em 2009 alcançou 7,5% de participação no mercado nacional, registrou a venda de 1.035 unidades no ano passado. A Ford fechou 2009 com 38.114 veículos importados vendidos no mercado brasileiro.
Importadores independentes começaram a abastecer o mercado nacional com os chamados “importados” de marcas sem unidades industriais no Brasil. As fabricantes nacionais foram beneficiadas por acordos comerciais autorizados pelo governo brasileiro e também passaram a importar modelos inexistentes por aqui.
Com os acordos de livre mercado entre países integrantes do Mercosul, surgiu a oportunidade de fabricantes locais trazerem veículos do exterior para serem vendidos no mercado brasileiro, sem taxas adicionais de importação. O mesmo acontece com diversos produtos nacionais que também são vendidos em alguns países do Mercosul, sem impostos extras.
Atualmente, está em vigor o acordo comercial estabelecido no ano 2000 que determinou uma alíquota de importação da ordem de 35% para veículos automotores produzidos em países com os quais o Brasil não estabeleceu parcerias.
Na estratégia de negócios da Ford Brasil, por exemplo, a empresa decidiu produzir o Focus na sua subsidiária da fábrica de Pacheco, na Argentina, colaborando para a recuperação econômica do país platino. Lá, é produzido o Focus que, no ano passado, registrou um total de 26.050 unidades colocadas no mercado brasileiro, das quais 16.701 Focus Hatch e 9.349 Focus Sedan. O acordo bi-lateral do governo brasileiro com a Argentina foi renovado em 2008 e válido até 2014.
Do México, também dentro do acordo do Mercosul, vem o Ford Fusion, que em 2009 vendeu 9.825 unidades no Brasil. O Crossover Edge, produzido no Canadá, pagando as taxas de importação, vendeu no País 1.204 unidades em 2009, enquanto, no mesmo regime, o Ford Transit, produzido na Turquia, que em 2009 alcançou 7,5% de participação no mercado nacional, registrou a venda de 1.035 unidades no ano passado. A Ford fechou 2009 com 38.114 veículos importados vendidos no mercado brasileiro.
sábado, 20 de março de 2010
Vida de mecânico não é fácil
Nem só de graxa, parafusos e motores é feito o dia a dia de uma oficina mecânica. Casos curiosos e engraçados também podem ser presenciados por quem trabalha neste tipo de empresa.
O empresário Bernardo Birchal, sócio da R&B Automotivo, tem várias histórias para contar, vividas durante os mais de 20 anos de profissão. Uma das mais extravagantes foi quando um cliente levou o carro à oficina, reclamando que o carro estava miando.
“Carro não mia, por isso abri o motor e vi que tinha um gato lá dentro. Tive que comprar uma peça de presunto para atrair o bichano para fora. No final, ele não sofreu um arranhão”, conta.
Birchal também provou o gosto da fama pela qualidade dos serviços que presta. Um cliente levou o carro para consertar na noite de Natal, com urgência. “Deixei a família em casa para fazer o serviço, e ganhei um panetone de presente”, diz. Outros fatos comuns são as ligações de clientes durante feriados e finais de semana, em razão, principalmente, da propaganda boca-a-boca.
Outros acontecimentos, que aos olhos do consumidor podem parecer raros, são cotidianos na R&B Automotivo. Muitos exemplos são os carros zero-quilômetro que chegam com defeitos de fabricação, como a pintura manchada e até sem lâmpadas. Quando se espera que um veículo saia da concessionária impecável, não deixa de ser curioso verificar o contrário.
O empresário Bernardo Birchal, sócio da R&B Automotivo, tem várias histórias para contar, vividas durante os mais de 20 anos de profissão. Uma das mais extravagantes foi quando um cliente levou o carro à oficina, reclamando que o carro estava miando.
“Carro não mia, por isso abri o motor e vi que tinha um gato lá dentro. Tive que comprar uma peça de presunto para atrair o bichano para fora. No final, ele não sofreu um arranhão”, conta.
Birchal também provou o gosto da fama pela qualidade dos serviços que presta. Um cliente levou o carro para consertar na noite de Natal, com urgência. “Deixei a família em casa para fazer o serviço, e ganhei um panetone de presente”, diz. Outros fatos comuns são as ligações de clientes durante feriados e finais de semana, em razão, principalmente, da propaganda boca-a-boca.
Outros acontecimentos, que aos olhos do consumidor podem parecer raros, são cotidianos na R&B Automotivo. Muitos exemplos são os carros zero-quilômetro que chegam com defeitos de fabricação, como a pintura manchada e até sem lâmpadas. Quando se espera que um veículo saia da concessionária impecável, não deixa de ser curioso verificar o contrário.
sexta-feira, 19 de março de 2010
Renault relança série especial Sandero Vibe

Para atender a uma demanda dos consumidores, a série limitada “Sandero Vibe” estará disponível em nova opção de cor, Vermelho Fogo, que se junta a outras tonalidades já existentes: Prata Etoile, Preto Nacré, Cinza Acier e Branco Glacier. Ar-condicionado, direção hidráulica, vidros e travas elétricas, banco do motorista com regulagem de altura, brake-light e sistema CAR (travamento automático das portas a 6 km/h) são itens de série. Assim como o sistema de som que reproduz MP3, com comando satélite na coluna de direção. Opcionalmente, o modelo pode contar com airbag duplo, para motorista e passageiro.
A série limitada “Sandero Vibe” é equipado com motor 1.6 8V Hi-Torque, que produz 92 cv de potência (gasolina) e 95 cv (álcool). O torque máximo aparece já na faixa de rotação mais baixa: 13,7 mkgf (gasolina) e 14,1 mkgf (álcool) a 2.850 rpm.
quinta-feira, 18 de março de 2010
Recall Frontier
A Nissan do Brasil está convocando os proprietários de 10.624 unidades da picape Frontier, fabricadas entre agosto de 2008 e fevereiro de 2010, para a inspeção da junção da coluna com a caixa de direção. Os carros envolvidos na convocação são produzidos e vendidos somente no mercado brasileiro e têm numeração do chassi de 94DVCUD409J057792 a 94DVCGD40AJ448724. Nenhum acidente foi registrado por conta do eventual problema.
A inspeção é necessária para verificar a junção da coluna com a caixa de direção. Em casos extremos, esta junção pode se soltar e causar a perda do controle do veículo causando acidentes. A inspeção será realizada sem qualquer custo ao cliente, que deverá agendar os serviços em uma concessionária Nissan.
Além da campanha nos principais meios de comunicação como TV, rádio e jornais do país, todos os proprietários envolvidos neste recall serão contatados pela empresa por meio de carta. Os clientes poderão obter mais informações por meio do Serviço de Atendimento ao Cliente, pelo telefone 0800 0111090 ou pelo site http://www.nissan.com.br/.
A inspeção é necessária para verificar a junção da coluna com a caixa de direção. Em casos extremos, esta junção pode se soltar e causar a perda do controle do veículo causando acidentes. A inspeção será realizada sem qualquer custo ao cliente, que deverá agendar os serviços em uma concessionária Nissan.
Além da campanha nos principais meios de comunicação como TV, rádio e jornais do país, todos os proprietários envolvidos neste recall serão contatados pela empresa por meio de carta. Os clientes poderão obter mais informações por meio do Serviço de Atendimento ao Cliente, pelo telefone 0800 0111090 ou pelo site http://www.nissan.com.br/.
segunda-feira, 15 de março de 2010
Salão de Genebra: Pensar no Futuro
* Por Fernando Calmon
O Salão do Automóvel de Genebra demonstrou, ao comemorar 80 anos, algo adiante em tendências e mais de 80 estreias mundiais, dependendo dos critérios de classificação. Os organizadores se esforçaram na organização de um grande fórum de Mobilidade do Futuro e até criaram uma Pavilhão Verde para abrigar elétricos e soluções alternativas. Pouco frequentado, este tinha dimensões acanhadas.
Entre as novidades, pelo menos 15 chegarão aqui nos próximos 12 meses, desde o compacto Nissan March aos remodelados Porsche Cayenne e sua contraparte VW Touareg, passando por uma única unidade do sueco Koenigsegg CCXR (1.020 cv, R$ 6 milhões) e a nova geração do utilitário esporte Kia Sportage, além do BMW Série 5, Mercedes-Benz E Cabriolet, Audi A1 e Volvo S60.
O Dacia Duster, a ser fabricado no Paraná em 2011 com a marca Renault, em primeira aparição pública agradou pelo desenho robusto. Havia expectativa de que a Nissan fabricasse, no mesmo local, o March, mas o México foi o escolhido. Para o Brasil, pode estar destinado uma versão superior do carro de entrada de baixíssimo custo que a aliança Renault-Nissan produzirá na Índia, em colaboração com a Bajaj, para enfrentar o Tata Nano.
Genebra deu continuidade às propostas conceituais que apenas antecipam como serão as gerações seguintes. Foi o caso do Mercedes F800, indicação do novo CLS que lançou a moda sedã-cupê. E também do Peugeot 508 já exibindo a parte central do capô ligeiramente abaulada para atender as futuras regras europeias (2013) de proteção em atropelamentos que mudarão o visual dos carros no continente.
A Porsche atraiu atenções pelo híbrido 918 Spyder (motor a combustão e três elétricos), enquanto o cupê Citroën Survolt, só elétrico, destacou o imenso aerofólio. O primeiro tem possibilidade de ser produzido; o segundo, um carro-show. No campo técnico, a Fiat apresentou o Twin-Air, motor a gasolina de 2 cilindros, 900 cm³, de sua divisão FPT, a estrear no 500 em setembro. De 65 cv (aspirado) a 105 cv (turbo) emite 30% menos CO2, ou seja, opção de downsizing – redução de cilindrada – a rivalizar com os diesels de mesma potência. No momento, o Polo Bluemotion é referência: downsizing de 1,4 para 1,2 litro, a diesel com turbo Garrett de geometria variável, apenas 87 g/km de CO2 ou 15% menos.
O novo Opel Meriva, que não chegará ao Brasil e agora compartilha plataforma com o irmão maior Zafira, destacou-se pelas duas portas traseiras com abertura invertida independente, único em grande série a dispor dessa solução de acesso facilitado, só oferecida no Rolls-Royce Phantom. Mini Clubman (apenas um lado) e Mazda RX8 têm portas pequenas desse tipo, mas só funcionam com as portas dianteiras também abertas.
Curioso, o Aston Martin Cygnet, versão bem incrementada do minúsculo Toyota iQ, visa baixar a média de emissão de CO2 dos carros de alto desempenho do fabricante inglês. E, pensando no futuro, a Daimler anunciou uma parceria com a BYD, produtor chinês de carros e baterias, a fim de desenvolver carros elétricos na China. A empresa alemã já havia comprado 10% das ações da Tesla, fabricante americano de carro esporte elétrico sob encomenda.
RODA VIVA
APESAR de menos dias úteis, fevereiro foi o melhor segundo mês da história: 221.000 unidades vendidas de carros e comerciais leves e pesados. Volume quase 11% acima de fevereiro de 2008, antes da crise financeira mundial de setembro daquele ano. Março está em bom ritmo, mas abril e maio, primeiros meses sem redução do IPI, podem fraquejar.
FEVEREIRO marcou a produção de 10 milhões de carros com motores flex. Ainda assim, na revista ABLA (de locadoras de veículos) aparecem pérolas do tipo: “Rode apenas com um combustível; quem roda pouco deve usar gasolina; se misturar gasolina ao etanol, não deixe o carro parado mais de quatro dias”. Só lendas urbanas repetidas como verdadeiras...
FOCUS sedã e hatch terão, a partir de abril, motor de 2 litros flex, 148 cv (etanol). Entre automóveis produzidos no Mercosul praticamente não existem mais motores só a gasolina. O médio-compacto da Ford ganhou garantia de três anos, preços, em média, 3% menores, pedal de embreagem mais leve e caixas de câmbio manual e automática ajustadas.
RUMORES na Itália indicam que a Fiat anunciaria, em abril, a separação da divisão de automóveis (spin-off, em inglês). Promoveria fusão com a Chrysler, sem contaminar o balanço financeiro do grupo que abriga, entre outras, Iveco (caminhões), CNH (tratores) e FPT (motores). Os italianos manteriam cerca de 50% do controle da Fiat Automobiles.
CONTRAN decidiu igualar o limite de velocidade de picapes e automóveis. Legislação deixava dúvidas e muitos motoristas foram multados em estradas como a Rodovia Dutra, a mais importante do País. Iniciativa partiu da Polícia Rodoviária Federal. Textos mal redigidos dão margem a interpretações imprecisas. O atual código de trânsito é de 1997 e ainda tem erros.
fernando@calmon.jor.br
O Salão do Automóvel de Genebra demonstrou, ao comemorar 80 anos, algo adiante em tendências e mais de 80 estreias mundiais, dependendo dos critérios de classificação. Os organizadores se esforçaram na organização de um grande fórum de Mobilidade do Futuro e até criaram uma Pavilhão Verde para abrigar elétricos e soluções alternativas. Pouco frequentado, este tinha dimensões acanhadas.
Entre as novidades, pelo menos 15 chegarão aqui nos próximos 12 meses, desde o compacto Nissan March aos remodelados Porsche Cayenne e sua contraparte VW Touareg, passando por uma única unidade do sueco Koenigsegg CCXR (1.020 cv, R$ 6 milhões) e a nova geração do utilitário esporte Kia Sportage, além do BMW Série 5, Mercedes-Benz E Cabriolet, Audi A1 e Volvo S60.
O Dacia Duster, a ser fabricado no Paraná em 2011 com a marca Renault, em primeira aparição pública agradou pelo desenho robusto. Havia expectativa de que a Nissan fabricasse, no mesmo local, o March, mas o México foi o escolhido. Para o Brasil, pode estar destinado uma versão superior do carro de entrada de baixíssimo custo que a aliança Renault-Nissan produzirá na Índia, em colaboração com a Bajaj, para enfrentar o Tata Nano.
Genebra deu continuidade às propostas conceituais que apenas antecipam como serão as gerações seguintes. Foi o caso do Mercedes F800, indicação do novo CLS que lançou a moda sedã-cupê. E também do Peugeot 508 já exibindo a parte central do capô ligeiramente abaulada para atender as futuras regras europeias (2013) de proteção em atropelamentos que mudarão o visual dos carros no continente.
A Porsche atraiu atenções pelo híbrido 918 Spyder (motor a combustão e três elétricos), enquanto o cupê Citroën Survolt, só elétrico, destacou o imenso aerofólio. O primeiro tem possibilidade de ser produzido; o segundo, um carro-show. No campo técnico, a Fiat apresentou o Twin-Air, motor a gasolina de 2 cilindros, 900 cm³, de sua divisão FPT, a estrear no 500 em setembro. De 65 cv (aspirado) a 105 cv (turbo) emite 30% menos CO2, ou seja, opção de downsizing – redução de cilindrada – a rivalizar com os diesels de mesma potência. No momento, o Polo Bluemotion é referência: downsizing de 1,4 para 1,2 litro, a diesel com turbo Garrett de geometria variável, apenas 87 g/km de CO2 ou 15% menos.
O novo Opel Meriva, que não chegará ao Brasil e agora compartilha plataforma com o irmão maior Zafira, destacou-se pelas duas portas traseiras com abertura invertida independente, único em grande série a dispor dessa solução de acesso facilitado, só oferecida no Rolls-Royce Phantom. Mini Clubman (apenas um lado) e Mazda RX8 têm portas pequenas desse tipo, mas só funcionam com as portas dianteiras também abertas.
Curioso, o Aston Martin Cygnet, versão bem incrementada do minúsculo Toyota iQ, visa baixar a média de emissão de CO2 dos carros de alto desempenho do fabricante inglês. E, pensando no futuro, a Daimler anunciou uma parceria com a BYD, produtor chinês de carros e baterias, a fim de desenvolver carros elétricos na China. A empresa alemã já havia comprado 10% das ações da Tesla, fabricante americano de carro esporte elétrico sob encomenda.
RODA VIVA
APESAR de menos dias úteis, fevereiro foi o melhor segundo mês da história: 221.000 unidades vendidas de carros e comerciais leves e pesados. Volume quase 11% acima de fevereiro de 2008, antes da crise financeira mundial de setembro daquele ano. Março está em bom ritmo, mas abril e maio, primeiros meses sem redução do IPI, podem fraquejar.
FEVEREIRO marcou a produção de 10 milhões de carros com motores flex. Ainda assim, na revista ABLA (de locadoras de veículos) aparecem pérolas do tipo: “Rode apenas com um combustível; quem roda pouco deve usar gasolina; se misturar gasolina ao etanol, não deixe o carro parado mais de quatro dias”. Só lendas urbanas repetidas como verdadeiras...
FOCUS sedã e hatch terão, a partir de abril, motor de 2 litros flex, 148 cv (etanol). Entre automóveis produzidos no Mercosul praticamente não existem mais motores só a gasolina. O médio-compacto da Ford ganhou garantia de três anos, preços, em média, 3% menores, pedal de embreagem mais leve e caixas de câmbio manual e automática ajustadas.
RUMORES na Itália indicam que a Fiat anunciaria, em abril, a separação da divisão de automóveis (spin-off, em inglês). Promoveria fusão com a Chrysler, sem contaminar o balanço financeiro do grupo que abriga, entre outras, Iveco (caminhões), CNH (tratores) e FPT (motores). Os italianos manteriam cerca de 50% do controle da Fiat Automobiles.
CONTRAN decidiu igualar o limite de velocidade de picapes e automóveis. Legislação deixava dúvidas e muitos motoristas foram multados em estradas como a Rodovia Dutra, a mais importante do País. Iniciativa partiu da Polícia Rodoviária Federal. Textos mal redigidos dão margem a interpretações imprecisas. O atual código de trânsito é de 1997 e ainda tem erros.
fernando@calmon.jor.br
domingo, 14 de março de 2010
Koenigsegg CCXR

Há pouco mais de seis meses, Bertin Jr. iniciou as negociações para representar a marca sueca no País. Ao final do acordo comercial, a Platinuss encomendou a primeira unidade, mas com o desafio de desenvolver um motor 100% movido a etanol (E100). A versão original do Koenigsegg CCXR E85 já trabalha com 85% de etanol e 15% de gasolina. Além da mudança na alimentação, o motor do superesportivo, 4.8 litros V8, ganhou 82 cavalos a mais, passando de 1.018 para 1.100 cavalos de potência, que podem entregar velocidade final de 415 km/h e de 0-100 km/h em apenas 2,9 segundos.
Depois do Salão de Genebra, o Koenigsegg CCXR E100 Platinuss Special segue para exposição em outras mostras internacionais. No início de junho, o superesportivo sueco chega ao Brasil, ao preço de R$ 6 milhões.
sábado, 13 de março de 2010
Guia da Fórmula 1 - As novas regras
As regras do jogo mudaram. Em 2010, os fãs da Fórmula 1 não verão mais uma cena com a qual se acostumaram nos últimos 15 anos: carros sendo reabastecidos nos boxes. Nos pit-stops, agora, só troca de pneus. E essa não é a única novidade. O sistema de pontuação também foi modificado. Com o aumento da diferença de pontos entre o primeiro e o segundo colocado (25 a 18), as vitórias terão um valor maior. Tudo para trazer mais emoção às corridas.
Quem gosta de Fórmula 1 provavelmente já deve ter visto a forte imagem de Nigel Mansell, em 1984, empurrando a Lotus, no GP dos Estados Unidos, em Dallas, e, exausto, perder os sentidos. O inglês liderava a prova e ficou sem combustível metros antes da bandeirada. Pois cenas como essa, a chamada pane seca, podem voltar a acontecer esse ano na Fórmula 1 com a proibição do reabastecimento durante as corridas A diferença é que as regras não permitem mais empurrar o carro. "Os testes mostraram que em alguns circuitos os pilotos não poderão exigir tudo do bólido a fim de reduzir o consumo de gasolina para receber a bandeirada", afirma o piloto Rubens Barrichello, da Williams.
Na pré-temporada, as 11 equipes que colocaram seus carros na pista realizaram o mais elementar teste prático de consumo: mantiveram seus pilotos dando voltas até acabar o combustível. O objetivo era conhecer o consumo preciso, para aquela condição, e verificar até quanta gasolina no tanque o pescador (válvula que suga o combustível) ainda mantinha o motor em funcionamento.
"Em circuitos como o de Bahrein, do Canadá, Valência, Monza, Cingapura, há mesmo possibilidade de pane seca", comenta o diretor esportivo da Renault, Steve Nielsen. "Hoje nossa capacidade de monitorar o carro na pista é muito maior que antes, por isso pode ser que os pilotos não fiquem sem gasolina, mas por que serão orientados pelas equipes a administrar seu ritmo".
Outras mudanças estão confirmadas para 2010. Haverá, por exemplo, uma redução do número de jogos de pneus de pista seca de 14 para 11 por corrida. E os pilotos que participarem do Q3 (última fase do treino qualificatório, com os 10 mais rápidos) serão obrigados a usar o mesmo pneu no início da corrida. Promessa de emoção. “As condições variarão demais ao longo das provas, por causa das diferenças de condições dos pneus e de peso do carro”, afirma o piloto Bruno Senna, da HRT.
A pontuação também foi modificada. A partir desse ano, o vencedor passará a receber 25 pontos; o segundo, 18; o terceiro, 15; o quarto, 12; o quinto, 10; o sexto, 8; o sétimo, 6; o oitavo, 4; o nono, 2; e, finalmente, o décimo terá 1. Equipes e pilotos foram praticamente unânimes em aprovar a mudança no sistema e afirmam que vai valorizar e acirrar a luta pelas vitórias.
Além de aumentar o peso da primeira colocação, a nova pontuação premiará quem chegar ao pódio: enquanto a diferença entre o terceiro e o quarto colocado era de apenas um ponto até o ano passado, passará a ser de três pontos em 2010. Outro aspecto interessante é o fato dos dez primeiros pontuarem. Com um grid inflado de 24 carros, a mudança facilita a chance das equipes intermediárias e pequenas atingirem à zona de pontuação.
Por outro lado, críticos do sistema defendem que ele acabará com as estatísticas históricas de pontos. Desde 1950, a pontuação máxima na categoria sempre variou entre 8 e 10 pontos. Agora, com 25, não será mais possível comparar pilotos e equipes de diferentes épocas.
Samuel Estevam Reuse (com Agência Estado)
Quem gosta de Fórmula 1 provavelmente já deve ter visto a forte imagem de Nigel Mansell, em 1984, empurrando a Lotus, no GP dos Estados Unidos, em Dallas, e, exausto, perder os sentidos. O inglês liderava a prova e ficou sem combustível metros antes da bandeirada. Pois cenas como essa, a chamada pane seca, podem voltar a acontecer esse ano na Fórmula 1 com a proibição do reabastecimento durante as corridas A diferença é que as regras não permitem mais empurrar o carro. "Os testes mostraram que em alguns circuitos os pilotos não poderão exigir tudo do bólido a fim de reduzir o consumo de gasolina para receber a bandeirada", afirma o piloto Rubens Barrichello, da Williams.
Na pré-temporada, as 11 equipes que colocaram seus carros na pista realizaram o mais elementar teste prático de consumo: mantiveram seus pilotos dando voltas até acabar o combustível. O objetivo era conhecer o consumo preciso, para aquela condição, e verificar até quanta gasolina no tanque o pescador (válvula que suga o combustível) ainda mantinha o motor em funcionamento.
"Em circuitos como o de Bahrein, do Canadá, Valência, Monza, Cingapura, há mesmo possibilidade de pane seca", comenta o diretor esportivo da Renault, Steve Nielsen. "Hoje nossa capacidade de monitorar o carro na pista é muito maior que antes, por isso pode ser que os pilotos não fiquem sem gasolina, mas por que serão orientados pelas equipes a administrar seu ritmo".
Outras mudanças estão confirmadas para 2010. Haverá, por exemplo, uma redução do número de jogos de pneus de pista seca de 14 para 11 por corrida. E os pilotos que participarem do Q3 (última fase do treino qualificatório, com os 10 mais rápidos) serão obrigados a usar o mesmo pneu no início da corrida. Promessa de emoção. “As condições variarão demais ao longo das provas, por causa das diferenças de condições dos pneus e de peso do carro”, afirma o piloto Bruno Senna, da HRT.
A pontuação também foi modificada. A partir desse ano, o vencedor passará a receber 25 pontos; o segundo, 18; o terceiro, 15; o quarto, 12; o quinto, 10; o sexto, 8; o sétimo, 6; o oitavo, 4; o nono, 2; e, finalmente, o décimo terá 1. Equipes e pilotos foram praticamente unânimes em aprovar a mudança no sistema e afirmam que vai valorizar e acirrar a luta pelas vitórias.
Além de aumentar o peso da primeira colocação, a nova pontuação premiará quem chegar ao pódio: enquanto a diferença entre o terceiro e o quarto colocado era de apenas um ponto até o ano passado, passará a ser de três pontos em 2010. Outro aspecto interessante é o fato dos dez primeiros pontuarem. Com um grid inflado de 24 carros, a mudança facilita a chance das equipes intermediárias e pequenas atingirem à zona de pontuação.
Por outro lado, críticos do sistema defendem que ele acabará com as estatísticas históricas de pontos. Desde 1950, a pontuação máxima na categoria sempre variou entre 8 e 10 pontos. Agora, com 25, não será mais possível comparar pilotos e equipes de diferentes épocas.
Samuel Estevam Reuse (com Agência Estado)
sexta-feira, 12 de março de 2010
Guia da Fórmula 1 - equipes - parte II
Renault
A Renault estreou na Fórmula 1 em 1977. Foi a primeira equipe da categoria a utilizar os motores turbo, que dominaram a Fórmula 1 nos anos 1980. Ficou até 1985, conquistando algumas vitórias. Retornou com equipe própria no início de 2000, ao comprar a Benetton. Foi campeã mundial de construtores e pilotos (com Fernando Alonso) em 2005 e 2006. No fim do ano passado, a Renault vendeu a parte majoritária de sua equipe (75%) para um grupo de investimentos de Luxemburgo, mas continuará fornecendo motores e emprestando o nome ao time.
País de origem: França
Corridas: 264
Títulos de construtores: 2 (2005 e 2006)
Títulos de pilotos: 2 (2005 e 2006)
Vitórias: 35
Pole positions: 51
Carro para 2010: Renault R30
Grandes pilotos: Alain Prost, René Arnoux e Fernando Alonso
BMW-Sauber
A BMW-Sauber tem origem na equipe Sauber, que correu na Fórmula 1 entre 1993 e 2005, sempre no pelotão intermediário. Os alemães assumiram o controle no ano de 2006 e logo mudaram o nome para BMW-Sauber. Com os pesados investimentos da montadora bávara, a equipe chegou a ser vice-campeã de construtores em 2007. Em dezembro do ano passado, a BMW deixou a Fórmula 1 e devolveu a equipe ao seu fundador, Peter Sauber. Apesar de não ter mais nenhuma ligação com a montadora, a sigla BMW continua em seu nome para essa temporada.
País de origem: Suiça
Corridas: 70
Títulos de construtores: 0
Títulos de pilotos: 0
Vitórias: 1
Pole positions: 1
Carro para 2010: BMW Sauber C29 Ferrari
*Números como BMW-Sauber
Toro Rosso
A Toro Rosso nada mais é do que um time B da Red Bull. A equipe nasceu em 2006, com a compra da Minardi, tradicional equipe italiana que correu entre 1985 e 2005 e notabilizou-se por ocupar com freqüência as últimas posições nas corridas. O objetivo da empresa de energéticos com a criação da Toro Rosso era dar chance ao aparecimento de jovens talentos na Fórmula 1. Deu certo. Logo no terceiro ano de vida, em 2008, revelou o garoto-prodígio Sebastian Vettel, que conquistou a primeira vitória da equipe, no Grande Prêmio da Itália.
País de origem: Itália
Corridas: 69
Títulos de construtores: 0
Títulos de pilotos: 0
Vitórias: 1
Pole positions: 1
Carro para 2010: Toro Rosso STR5 Ferrari
Grandes pilotos: Sebastian Vettel
Force India
A origem da Force India remonta à Jordan, equipe que correu nos anos 1990 e 2000 com relativo sucesso e algumas vitórias no currículo. Em 2005, a Jordan foi vendida e virou Midland. A Midland durou apenas um ano. Acabou repassada no fim de 2006 ao grupo automotivo Spyker, que também teve vida curta. Em 2008, o empresário Vijay Mallya, dono de cervejarias e companhias aéreas na Índia, assumiu a equipe e a rebatizou como Force India. Atualmente, mantém uma parceria com a Mclaren, de quem recebe apoio técnico.
País de origem: Índia
Corridas: 35
Títulos de construtores: 0
Títulos de pilotos: 0
Vitórias: 0
Pole positions: 1
Carro para 2010: Force India VJM03 Mercedes-Benz
Lotus
Depois de 15 anos, o lendário nome Lotus está de volta à Fórmula 1. A equipe, de origem britânica, foi fundada pelo visionário Colin Chapman e correu entre 1958 e 1994. Foi, durante muitos anos, sinônimo de inovação e arrojo graças aos seus carros revolucionários. Mesmo com o longo período de inatividade, é até hoje uma das maiores vencedoras da categoria. A nova Lotus é apoiada por companhias e pelo governo da Malásia e é comandada pelo empresário do ramo aéreo Tony Fernandes.
País de origem: Malásia
Corridas: 489
Títulos de construtores: 7 (1963, 1965, 1968, 1970, 1972, 1973, 1978)
Títulos de pilotos: 6 (1963, 1965, 1968, 1970, 1972, 1978)
Vitórias: 73
Pole positions: 102
Carro para 2010: Lotus T127 Cosworth
Grande pilotos: Jim Clark, Graham Hill, Emerson Fittipaldi, Jochen Rindt, Mario Andretti, Ayrton Senna, Nelson Piquet, Ronnie Peterson, Nigel Mansell e Mika Hakkinen
HRT
É um caso único na Fórmula 1: mudou de nome antes mesmo de estrear. A equipe foi uma das escolhidas pela FIA no ano passado durante o processo de seleção que escolheu quatro estreantes para 2010. À época era chamada de Campos Meta e tinha na sociedade o ex-piloto Adrián Campos e o empresário José Ramón Carabante. Problemas financeiros tiraram Campos do negócio no início desse ano. Carabante assumiu a equipe sozinho e trocou o nome para HRT, sigla de Hispania Racing Team (Hispania é uma organização do setor imobiliário de propriedade de Carabante).
País de origem: Espanha
Corridas: 0
Títulos de construtores: 0
Títulos de pilotos: 0
Vitórias: 0
Pole positions: 0
Carro para 2010: HRT 01 Cosworth
Virgin
A equipe é o resultado da colaboração entre a Manor Motorsport (equipe que atualmente disputa a Fórmula Três e foi uma das escolhidas pela FIA no processo de seleção que definiu as quatro estreantes para 2010) e o empresário Richard Branson, proprietário do Virgin Group, que atua em setores variados – de aviação até música. O carro da Virgin para essa temporada foi o primeiro da história inteiramente criado usando o CFD, uma inovadora tecnologia de simulação computacional que substitui os testes em túneis de vento.
País de origem: Grã-Bretanha
Corridas: 0
Títulos de construtores: 0
Títulos de pilotos: 0
Vitórias: 0
Pole positions: 0
Carro para 2010: Virgin VR01 Cosworth
A Renault estreou na Fórmula 1 em 1977. Foi a primeira equipe da categoria a utilizar os motores turbo, que dominaram a Fórmula 1 nos anos 1980. Ficou até 1985, conquistando algumas vitórias. Retornou com equipe própria no início de 2000, ao comprar a Benetton. Foi campeã mundial de construtores e pilotos (com Fernando Alonso) em 2005 e 2006. No fim do ano passado, a Renault vendeu a parte majoritária de sua equipe (75%) para um grupo de investimentos de Luxemburgo, mas continuará fornecendo motores e emprestando o nome ao time.
País de origem: França
Corridas: 264
Títulos de construtores: 2 (2005 e 2006)
Títulos de pilotos: 2 (2005 e 2006)
Vitórias: 35
Pole positions: 51
Carro para 2010: Renault R30
Grandes pilotos: Alain Prost, René Arnoux e Fernando Alonso
BMW-Sauber
A BMW-Sauber tem origem na equipe Sauber, que correu na Fórmula 1 entre 1993 e 2005, sempre no pelotão intermediário. Os alemães assumiram o controle no ano de 2006 e logo mudaram o nome para BMW-Sauber. Com os pesados investimentos da montadora bávara, a equipe chegou a ser vice-campeã de construtores em 2007. Em dezembro do ano passado, a BMW deixou a Fórmula 1 e devolveu a equipe ao seu fundador, Peter Sauber. Apesar de não ter mais nenhuma ligação com a montadora, a sigla BMW continua em seu nome para essa temporada.
País de origem: Suiça
Corridas: 70
Títulos de construtores: 0
Títulos de pilotos: 0
Vitórias: 1
Pole positions: 1
Carro para 2010: BMW Sauber C29 Ferrari
*Números como BMW-Sauber
Toro Rosso
A Toro Rosso nada mais é do que um time B da Red Bull. A equipe nasceu em 2006, com a compra da Minardi, tradicional equipe italiana que correu entre 1985 e 2005 e notabilizou-se por ocupar com freqüência as últimas posições nas corridas. O objetivo da empresa de energéticos com a criação da Toro Rosso era dar chance ao aparecimento de jovens talentos na Fórmula 1. Deu certo. Logo no terceiro ano de vida, em 2008, revelou o garoto-prodígio Sebastian Vettel, que conquistou a primeira vitória da equipe, no Grande Prêmio da Itália.
País de origem: Itália
Corridas: 69
Títulos de construtores: 0
Títulos de pilotos: 0
Vitórias: 1
Pole positions: 1
Carro para 2010: Toro Rosso STR5 Ferrari
Grandes pilotos: Sebastian Vettel
Force India
A origem da Force India remonta à Jordan, equipe que correu nos anos 1990 e 2000 com relativo sucesso e algumas vitórias no currículo. Em 2005, a Jordan foi vendida e virou Midland. A Midland durou apenas um ano. Acabou repassada no fim de 2006 ao grupo automotivo Spyker, que também teve vida curta. Em 2008, o empresário Vijay Mallya, dono de cervejarias e companhias aéreas na Índia, assumiu a equipe e a rebatizou como Force India. Atualmente, mantém uma parceria com a Mclaren, de quem recebe apoio técnico.
País de origem: Índia
Corridas: 35
Títulos de construtores: 0
Títulos de pilotos: 0
Vitórias: 0
Pole positions: 1
Carro para 2010: Force India VJM03 Mercedes-Benz
Lotus
Depois de 15 anos, o lendário nome Lotus está de volta à Fórmula 1. A equipe, de origem britânica, foi fundada pelo visionário Colin Chapman e correu entre 1958 e 1994. Foi, durante muitos anos, sinônimo de inovação e arrojo graças aos seus carros revolucionários. Mesmo com o longo período de inatividade, é até hoje uma das maiores vencedoras da categoria. A nova Lotus é apoiada por companhias e pelo governo da Malásia e é comandada pelo empresário do ramo aéreo Tony Fernandes.
País de origem: Malásia
Corridas: 489
Títulos de construtores: 7 (1963, 1965, 1968, 1970, 1972, 1973, 1978)
Títulos de pilotos: 6 (1963, 1965, 1968, 1970, 1972, 1978)
Vitórias: 73
Pole positions: 102
Carro para 2010: Lotus T127 Cosworth
Grande pilotos: Jim Clark, Graham Hill, Emerson Fittipaldi, Jochen Rindt, Mario Andretti, Ayrton Senna, Nelson Piquet, Ronnie Peterson, Nigel Mansell e Mika Hakkinen
HRT
É um caso único na Fórmula 1: mudou de nome antes mesmo de estrear. A equipe foi uma das escolhidas pela FIA no ano passado durante o processo de seleção que escolheu quatro estreantes para 2010. À época era chamada de Campos Meta e tinha na sociedade o ex-piloto Adrián Campos e o empresário José Ramón Carabante. Problemas financeiros tiraram Campos do negócio no início desse ano. Carabante assumiu a equipe sozinho e trocou o nome para HRT, sigla de Hispania Racing Team (Hispania é uma organização do setor imobiliário de propriedade de Carabante).
País de origem: Espanha
Corridas: 0
Títulos de construtores: 0
Títulos de pilotos: 0
Vitórias: 0
Pole positions: 0
Carro para 2010: HRT 01 Cosworth
Virgin
A equipe é o resultado da colaboração entre a Manor Motorsport (equipe que atualmente disputa a Fórmula Três e foi uma das escolhidas pela FIA no processo de seleção que definiu as quatro estreantes para 2010) e o empresário Richard Branson, proprietário do Virgin Group, que atua em setores variados – de aviação até música. O carro da Virgin para essa temporada foi o primeiro da história inteiramente criado usando o CFD, uma inovadora tecnologia de simulação computacional que substitui os testes em túneis de vento.
País de origem: Grã-Bretanha
Corridas: 0
Títulos de construtores: 0
Títulos de pilotos: 0
Vitórias: 0
Pole positions: 0
Carro para 2010: Virgin VR01 Cosworth
quinta-feira, 11 de março de 2010
Guia da Fórmula 1 - Equipes - parte I
Algumas equipes de Fórmula 1 carregam nomes tradicionais, que se consolidaram ao longo de anos e anos nas pistas do mundo afora. Ferrari sempre foi Ferrari, Mclaren sempre foi Mclaren. Mas nem todas são assim. Você sabia que a atual campeã mundial de construtores, a Brawn, que hoje é Mercedes, um dia já foi Tyrrell? E que haverá uma equipe da Malásia no grid em 2010? Confira essas e outras curiosidades das escuderias que vão participar da temporada.
Ferrari
É a única equipe da Fórmula 1 que participou de todas as temporadas da categoria. Fundada por Enzo Ferrari em 1929, apareceu com destaque no cenário dos grandes prêmios europeus após o final da II Guerra Mundial. A entrada na Fórmula 1, que surgiu para reunir a elite do automobilismo mundial em 1950, deu-se de forma natural. E hoje a equipe detém os recordes mais importantes da categoria: ninguém tem mais títulos de pilotos e construtores, vitórias e pole positions que o time de Maranello. Atualmente, a Ferrari faz parte do Grupo Fiat.
País de origem: Itália
Corridas: 793
Títulos de construtores: 16 (1961, 1964, 1975, 1976, 1977, 1979, 1982, 1983, 1999, 2000, 2001, 2002, 2003, 2004, 2007 e 2008)
Títulos de pilotos: 15 (1952, 1953, 1956, 1958, 1961, 1964, 1975, 1977, 1979, 2000, 2001, 2002, 2003, 2004, 2007)
Vitórias: 210
Pole positions: 203
Carro para 2010: Ferrari F-10
Grandes pilotos: Gilles Villeneuve, Juan Manuel Fangio, Alberto Ascari, Niki Lauda e Michael Schumacher
Mclaren
A Mclaren foi criada em 1963 pelo piloto neozelandês Bruce McLaren, que faleceu num acidente em Goodwood, em 1970, aos 33 anos. Mesmo com a morte de seu fundador, a equipe permaneceu na categoria por ter uma boa estrutura de mecânicos, técnicos e pilotos, sendo comandada pelo empresário Teddy Mayer durante 10 anos. Após esse período, Ron Dennis assumiu a equipe. Mais recentemente, entraram como seus sócios na equipe o empresário saudita Mansour Ojjeh e a Mercedes-Benz. A Mercedes, no entanto, saiu da sociedade no fim de 2009 para montar sua própria equipe.
País de origem: Grã-Bretanha
Corridas: 666
Títulos de construtores: 8 (1974, 1984, 1985, 1988, 1989, 1990, 1991, 1998)
Títulos de pilotos: 12 (1974, 1976, 1984, 1985, 1986, 1988, 1989, 1990, 1991, 1998, 1999, 2008)
Vitórias: 164
Pole positions: 144
Carro para 2010: Mclaren MP 4-25 Mercedes-Benz
Grandes pilotos: Emerson Fittipaldi, Niki Lauda, Alain Prost, Ayrton Senna, Mika Hakkinen e Lewis Hamilton
Williams
A Williams foi fundada em 1977 por Frank Williams e Patrick Head. Ao longo dos anos, teve várias parceiras de peso. Destaque para a BMW, que esteve no time entre 2000 e 2005. O fim do casamento foi conturbado e os alemães saíram reclamando de ingerência porta parte da dupla Head-Williams, que jamais abriu mão de dar a palavra final sobre qualquer assunto relacionado à equipe. A BMW se foi, nenhuma parceira entrou em seu lugar e a Williams vive uma fase de decadência – não vence uma corrida desde 2004.
País de origem: Grã-Bretanha
Corridas: 533
Títulos de construtores: 9 (1980, 1981, 1986, 1987, 1992, 1993, 1994, 1996, 1997)
Títulos de pilotos: 7 (1980, 1982, 1987, 1992, 1993, 1996, 1997)
Vitórias: 113
Pole positions: 125
Carro para 2010: Williams FW 32 Cosworth
Grandes pilotos: Alan Jones, Keke Rosberg, Nigel Mansell, Nelson Piquet, Alain Prost e Ayrton Senna
Red Bull
A Red Bull é mais uma daquelas equipes que já mudou de nome e proprietário várias vezes ao longo dos anos. A história do time começou em 1997, quando o tricampeão mundial de Fórmula 1 Jackie Stewart fundou uma escuderia com seu sobrenome. A Stewart durou até 1999. Em 2000, foi comprada pela Ford e mudou o nome para Jaguar, fase que durou até 2004. Em 2005, a Red Bull, empresa fabricante de produtos energéticos de propriedade do milionário austríaco Dietrich Mateschitz, assumiu o controle.
País de origem: Áustria
Corridas: 88
Títulos de construtores: 0
Títulos de pilotos: 0
Vitórias: 6
Pole positions: 5
Carro para 2010: Red Bull RB6 Renault
Grandes pilotos: David Coulthard e Sebastian Vettel
Mercedes
A Mercedes teve uma equipe própria na Fórmula 1 entre 1954 e 1955. Mas a escuderia atual, que estreia esse ano, tem outra origem: nasceu Tyrrell, na década de 1960, passou a BAR nos anos 1990 e depois virou Honda em meados de 2006. Como Honda, sobreviveu até o fim de 2008, quando a montadora japonesa abandonou a F-1. O espólio da equipe foi adquirido por Ross Brawn. Em 2009, na sua única temporada como Brawn GP, ganhou o mundial de construtores e pilotos, chamando a atenção da Mercedes, que comprou a equipe em novembro do ano passado e agora emprestará seu nome ao time.
País de origem: Alemanha
Corridas: 12
Títulos de construtores: 0
Títulos de pilotos: 2 (1954 e 1955)
Vitórias: 9
Pole positions: 8
Carro para 2010: Mercedes W01
Grandes pilotos: Juan Manuel Fangio e Michael Schumacher
*Números como Mercedes
Ferrari
É a única equipe da Fórmula 1 que participou de todas as temporadas da categoria. Fundada por Enzo Ferrari em 1929, apareceu com destaque no cenário dos grandes prêmios europeus após o final da II Guerra Mundial. A entrada na Fórmula 1, que surgiu para reunir a elite do automobilismo mundial em 1950, deu-se de forma natural. E hoje a equipe detém os recordes mais importantes da categoria: ninguém tem mais títulos de pilotos e construtores, vitórias e pole positions que o time de Maranello. Atualmente, a Ferrari faz parte do Grupo Fiat.
País de origem: Itália
Corridas: 793
Títulos de construtores: 16 (1961, 1964, 1975, 1976, 1977, 1979, 1982, 1983, 1999, 2000, 2001, 2002, 2003, 2004, 2007 e 2008)
Títulos de pilotos: 15 (1952, 1953, 1956, 1958, 1961, 1964, 1975, 1977, 1979, 2000, 2001, 2002, 2003, 2004, 2007)
Vitórias: 210
Pole positions: 203
Carro para 2010: Ferrari F-10
Grandes pilotos: Gilles Villeneuve, Juan Manuel Fangio, Alberto Ascari, Niki Lauda e Michael Schumacher
Mclaren
A Mclaren foi criada em 1963 pelo piloto neozelandês Bruce McLaren, que faleceu num acidente em Goodwood, em 1970, aos 33 anos. Mesmo com a morte de seu fundador, a equipe permaneceu na categoria por ter uma boa estrutura de mecânicos, técnicos e pilotos, sendo comandada pelo empresário Teddy Mayer durante 10 anos. Após esse período, Ron Dennis assumiu a equipe. Mais recentemente, entraram como seus sócios na equipe o empresário saudita Mansour Ojjeh e a Mercedes-Benz. A Mercedes, no entanto, saiu da sociedade no fim de 2009 para montar sua própria equipe.
País de origem: Grã-Bretanha
Corridas: 666
Títulos de construtores: 8 (1974, 1984, 1985, 1988, 1989, 1990, 1991, 1998)
Títulos de pilotos: 12 (1974, 1976, 1984, 1985, 1986, 1988, 1989, 1990, 1991, 1998, 1999, 2008)
Vitórias: 164
Pole positions: 144
Carro para 2010: Mclaren MP 4-25 Mercedes-Benz
Grandes pilotos: Emerson Fittipaldi, Niki Lauda, Alain Prost, Ayrton Senna, Mika Hakkinen e Lewis Hamilton
Williams
A Williams foi fundada em 1977 por Frank Williams e Patrick Head. Ao longo dos anos, teve várias parceiras de peso. Destaque para a BMW, que esteve no time entre 2000 e 2005. O fim do casamento foi conturbado e os alemães saíram reclamando de ingerência porta parte da dupla Head-Williams, que jamais abriu mão de dar a palavra final sobre qualquer assunto relacionado à equipe. A BMW se foi, nenhuma parceira entrou em seu lugar e a Williams vive uma fase de decadência – não vence uma corrida desde 2004.
País de origem: Grã-Bretanha
Corridas: 533
Títulos de construtores: 9 (1980, 1981, 1986, 1987, 1992, 1993, 1994, 1996, 1997)
Títulos de pilotos: 7 (1980, 1982, 1987, 1992, 1993, 1996, 1997)
Vitórias: 113
Pole positions: 125
Carro para 2010: Williams FW 32 Cosworth
Grandes pilotos: Alan Jones, Keke Rosberg, Nigel Mansell, Nelson Piquet, Alain Prost e Ayrton Senna
Red Bull
A Red Bull é mais uma daquelas equipes que já mudou de nome e proprietário várias vezes ao longo dos anos. A história do time começou em 1997, quando o tricampeão mundial de Fórmula 1 Jackie Stewart fundou uma escuderia com seu sobrenome. A Stewart durou até 1999. Em 2000, foi comprada pela Ford e mudou o nome para Jaguar, fase que durou até 2004. Em 2005, a Red Bull, empresa fabricante de produtos energéticos de propriedade do milionário austríaco Dietrich Mateschitz, assumiu o controle.
País de origem: Áustria
Corridas: 88
Títulos de construtores: 0
Títulos de pilotos: 0
Vitórias: 6
Pole positions: 5
Carro para 2010: Red Bull RB6 Renault
Grandes pilotos: David Coulthard e Sebastian Vettel
Mercedes
A Mercedes teve uma equipe própria na Fórmula 1 entre 1954 e 1955. Mas a escuderia atual, que estreia esse ano, tem outra origem: nasceu Tyrrell, na década de 1960, passou a BAR nos anos 1990 e depois virou Honda em meados de 2006. Como Honda, sobreviveu até o fim de 2008, quando a montadora japonesa abandonou a F-1. O espólio da equipe foi adquirido por Ross Brawn. Em 2009, na sua única temporada como Brawn GP, ganhou o mundial de construtores e pilotos, chamando a atenção da Mercedes, que comprou a equipe em novembro do ano passado e agora emprestará seu nome ao time.
País de origem: Alemanha
Corridas: 12
Títulos de construtores: 0
Títulos de pilotos: 2 (1954 e 1955)
Vitórias: 9
Pole positions: 8
Carro para 2010: Mercedes W01
Grandes pilotos: Juan Manuel Fangio e Michael Schumacher
*Números como Mercedes
Preço do carro zero em alta
Os preços dos carros novos tiveram mais uma alta em fevereiro, conforme levantamento feito pela Agência AutoInforme com números da Molicar. É o segundo aumento do ano, desta vez de 0,15%. Em janeiro a alta foi de 0,4%. Agora, o aumento acumulado é de 0,55%. Apesar de muitas montadoras terem anunciado redução dos preços de tabela, o Preço de Verdade do carro zero continua subindo. A razão é a proximidade do fim do benefício do IPI. A redução do imposto (3% para carros até 1.0 flex), acaba dia 31 deste mês. A partir de primeiro de abril o IPI volta ao patamar de 7%. Cientes disso, e com a economia em ritmo forte, os consumidores iniciaram o ano animados para comprar. O resultado foram dois recordes de vendas: o melhor janeiro e o melhor fevereiro da história.
Neste mês a história deve se repetir, com mais um recorde histórico de vendas. As fábricas estão produzido o máximo que podem, para faturar o maior número de veículos até o dia 31, e assim aproveitar o desconto do IPI, mas nada garante que esse aumento da oferta reflita nos preços. Portanto, há pressão sobre o preço dos dois lados: há aumento da procura, mas também a oferta está subindo. Por isso é impossível fazer uma previsão sobre o comportamento dos preços em março.
A única das grandes montadoras que teve aumento de preço em fevereiro foi a Ford, +3,16. Isso ocorreu porque a empresa liquidou o estoque de Ecosport 2010 para a chegada da linha 2011, na primeira semana de fevereiro. Com a nova linha, os preços voltaram ao normal. Várias versões do EcoSport aparecem no topo da lista dos carros que mais subiram de preço no mês. O XLT 2.0 16v automático foi o que mais subiu: de R$ 52,4 mil para R$ 60,2 mil.
Troller (4,43%) e Agrale (4,07%) foram as marcas que mais subiram. Iveco (-2,87%) e Kia (- 1,61%) as que mais caíram. Das 42 marcas vendidas no mercado interno, apenas oito aumentaram os preços. Os carros das outras 38 marcas tiveram queda em fevereiro.
Neste mês a história deve se repetir, com mais um recorde histórico de vendas. As fábricas estão produzido o máximo que podem, para faturar o maior número de veículos até o dia 31, e assim aproveitar o desconto do IPI, mas nada garante que esse aumento da oferta reflita nos preços. Portanto, há pressão sobre o preço dos dois lados: há aumento da procura, mas também a oferta está subindo. Por isso é impossível fazer uma previsão sobre o comportamento dos preços em março.
A única das grandes montadoras que teve aumento de preço em fevereiro foi a Ford, +3,16. Isso ocorreu porque a empresa liquidou o estoque de Ecosport 2010 para a chegada da linha 2011, na primeira semana de fevereiro. Com a nova linha, os preços voltaram ao normal. Várias versões do EcoSport aparecem no topo da lista dos carros que mais subiram de preço no mês. O XLT 2.0 16v automático foi o que mais subiu: de R$ 52,4 mil para R$ 60,2 mil.
Troller (4,43%) e Agrale (4,07%) foram as marcas que mais subiram. Iveco (-2,87%) e Kia (- 1,61%) as que mais caíram. Das 42 marcas vendidas no mercado interno, apenas oito aumentaram os preços. Os carros das outras 38 marcas tiveram queda em fevereiro.
quarta-feira, 10 de março de 2010
Peugeot Hoggar
A Peugeot revelou hoje os primeiros detalhes da sua picape, que se chamará Hoggar. Concebida no Brasil, será lançada em maio. Alguns itens já estão definidos:
- Caçamba de 742kg (1.151 litros)
- Motorização flex 1.4 e 1.6
- Três versões de acabamento
Confira imagens da picape:

- Caçamba de 742kg (1.151 litros)
- Motorização flex 1.4 e 1.6
- Três versões de acabamento
Confira imagens da picape:

Quentinha
Nova geração de motores flex na Toyota - A Toyota irá introduzir na linha Corolla, no mês de março, uma nova geração de motores Flex Fuel, que pode ser abastecida com álcool e gasolina em qualquer proporção. Esse novo propulsor foi desenvolvido exclusivamente para o mercado nacional, pela engenharia da Toyota Motor Corporation, no Japão, com cooperação da engenharia da Toyota do Brasil.
terça-feira, 9 de março de 2010
Porsche 918 Spyder
Porsche revelou no Salão de Genebra um supercarro esportivo com motor central de alto desempenho, contando com tecnologia de direção ultra-eficiente e de baixa emissão. O protótipo 918 Spyder combina tecnologia avançada com capacidade de se locomover por meio de energia elétrica, de modo a oferecer uma gama fascinante de qualidades.
Este veículo foi concebido com a intenção de ter um nível de emissão de apenas 70 gramas de CO2 por quilômetro e com um consumo de combustível de apenas 33,3 km/l – verdadeiramente excepcional, mesmo para um carro ultra-compacto para ser dirigido na cidade. Entretanto, o 918 Spyder foi projetado para oferecer o desempenho de um superesportivo: aceleração de 0 a 100 km/h em pouco menos de 3,2 segundos, velocidade máxima de 320 km/h e tempo cronometrado ao redor da pista Nordschleife de Nürburgring em menos de 7 minutos e 30 segundos – mais rápido que o Porsche Carrera GT.
O 918 Spyder é um dos três modelos com direção híbrida da Porsche que estão sendo lançados mundialmente na Exposição de Automóveis de Genebra de 2010. Este trio é composto também pelo Cayenne S híbrido e pelo carro de corrida 911 GT3 R Hybrid. O 918 Spyder é um carro esporte para dois passageiros, com motor central de alto desempenho com tecnologia híbrida. Ele pode ser ligado na tomada, demonstrando não apenas a ampla gama desta nova tecnologia de direção como também o poder inovador da Porsche como pioneira em direção híbrida.
O carro conceito 918 Spyder é altamente inovador e combina a filosofia de Desempenho Inteligente da Porsche com a tecnologia avançada do automobilismo, contando com um design clássico, porém moderno, para fazer uma declaração verdadeiramente convincente.
O motor V8 de 3,4 litros desenvolve mais de 500 cv e pode trabalhar a até 9.200 rpm. É derivado do utilizado no carro de corrida RS Spyder e fica em posição central, na frente do eixo traseiro, dando ao carro equilíbrio e a configuração certa para o desempenho nas pistas. Os motores elétricos nos eixos dianteiro e traseiro proporcionam potência total de 218 cv.
A potência é transmitida às rodas pelo câmbio PDK de sete marchas, que também atua no sistema elétrico para o eixo traseiro. O reservatório de energia é uma bateria de íon lítio resfriada por líquido arrefecedor, posicionada atrás do banco do passageiro. A grande vantagem dos híbridos que podem ser ligados na tomada é que a bateria pode ser carregada em uma rede elétrica normal. A energia cinética do carro é convertida em energia elétrica que é alimentada para a bateria quando motorista aplica os freios, fornecendo assim mais energia para uma aceleração rápida e dinâmica.
Um botão no volante permite ao motorista escolher entre quatro modos de direção diferentes. O E-Drive usa apenas força elétrica para operar o carro e percorre até 25 km. No modo híbrido, o 918 Spyder usa tanto o motor elétrico como o motor a combustão dependendo das condições e exigências de direção, oferecendo desde economia máxima de combustível até alta potência.
O modo Sport Hybrid usa ambos os sistemas de direção, porém se concentra no desempenho. A maior parte da tração é dirigida para as rodas traseiras, com o sistema de distribuição de torque (Torque Vectoring) servindo para melhorar ainda mais a dinâmica de direção do carro.
No modo Race Hybrid, os sistemas se concentram apenas no desempenho, com o mais elevado padrão de dinâmica de direção nas pistas, indo até o limite de potência. Quando a bateria está suficientemente carregada, um botão "push-to-pass" alimenta mais força elétrica (E-Boost) ao motor quando é necessário fazer uma ultrapassagem ou para um desempenho ainda melhor.
Com o sistema de direção híbrida oferecendo esta ampla gama de modos e aplicações individuais, o 918 Spyder é capaz de alcançar tempos de volta cronometrados comparáveis aos de um carro de corrida puro-sangue, ao mesmo tempo em que oferecer as emissões extremamente baixas e alta economia de combustível.
A estrutura de baixo peso da carroceria do protótipo do Porsche 918 Spyder também contém o DNA do carro trazido diretamente do automobilismo: a estrutura modular, como seu casco monocoque fabricado de plástico reforçado por fibra de carbono (CFP), e o uso adequado de magnésio e de alumínio, reduzem o peso para menos de 1.490 kg e asseguram uma precisão de direção suprema, graças a um alto nível de rigidez contra torção.
O 918 Spyder, com seu design típico de um Porsche, lembra os legendários carros de corrida, como o Porsche 917 e o atual Porsche RS Spyder. A combinação das dimensões de um carro de corridas e um design claramente estruturado, com superfícies perfeitamente equilibradas e detalhes inovadores, criam uma síntese ideal entre forma e função, acompanhando o DNA de design da Porsche.
A aerodinâmica variável, típica da Porsche, assegura realces visionários e ao mesmo tempo tradicionais, especialmente ao redor do spoiler traseiro. Por sua vez, a atraente traseira que parte dos encostos de cabeça não apenas cumpre uma função aerodinâmica no 918 Spyder, como também acomoda entradas de ar retráteis com uma função de pressão dinâmica de ar.
Tanto o motorista com o passageiro ficam acomodados em assentos esportivos individuais que também formam parte da cabine de comando, o que proporciona uma síntese de funcionalidade eficiente e uma operação de alta tecnologia. Além disso, a cabine oferece um olhar na arquitetura interior que possivelmente veremos em carros super-esportivos do futuro. Os três mostradores circulares independentes (velocímetro à esquerda, conta-giros no centro e gerenciamento de energia à direita) parecem ter vindo diretamente de um carro de corridas dos anos 1960, evidenciando aquela filosofia única de orientação do motorista tão característica da Porsche.
O console central se eleva até a frente do 918 Spyder e abriga uma superfície sensível ao toque para controle intuitivo das funções do carro, consistentemente servindo para reduzir o número de controles visíveis e sustentar o princípio de operação direta.
As unidades de controle relevantes para o motorista estão concentradas em particular no volante esportivo de três raios de múltiplas funções, enquanto que os modos de direção variáveis, mais uma vez tão típicos da Porsche, são oferecidos por uma alavanca de implementação que permite ao motorista acionar os diversos programas de direção e servindo como o botão "push-to-pass" para a função E-boost, para ser usada, por exemplo, em ultrapassagens. Finalmente, a iluminação do painel de instrumentos varia de verde, quando os modos de direção voltados para o consumo estão sendo usados, para vermelho, quando os programas de direção voltados para o desempenho estão sendo usados.
O protótipo do Porsche 918 Spyder possui outras funções inovadoras, como Range Manager (gerenciador de distâncias). Após ser ativada no mostrador central, a função Range Manager usa o mapa no sistema de navegação para apresentar qual a distância que o carro pode ainda cobrir, naturalmente permitindo ao motorista influenciar a distância através da escolha apropriada de potência e desempenho. Em cidades com áreas de alerta ambiental, a função Range Manager também mostra se o motorista conseguirá chegar a um determinado destino usando apenas energia elétrica.
Este veículo foi concebido com a intenção de ter um nível de emissão de apenas 70 gramas de CO2 por quilômetro e com um consumo de combustível de apenas 33,3 km/l – verdadeiramente excepcional, mesmo para um carro ultra-compacto para ser dirigido na cidade. Entretanto, o 918 Spyder foi projetado para oferecer o desempenho de um superesportivo: aceleração de 0 a 100 km/h em pouco menos de 3,2 segundos, velocidade máxima de 320 km/h e tempo cronometrado ao redor da pista Nordschleife de Nürburgring em menos de 7 minutos e 30 segundos – mais rápido que o Porsche Carrera GT.
O 918 Spyder é um dos três modelos com direção híbrida da Porsche que estão sendo lançados mundialmente na Exposição de Automóveis de Genebra de 2010. Este trio é composto também pelo Cayenne S híbrido e pelo carro de corrida 911 GT3 R Hybrid. O 918 Spyder é um carro esporte para dois passageiros, com motor central de alto desempenho com tecnologia híbrida. Ele pode ser ligado na tomada, demonstrando não apenas a ampla gama desta nova tecnologia de direção como também o poder inovador da Porsche como pioneira em direção híbrida.
O carro conceito 918 Spyder é altamente inovador e combina a filosofia de Desempenho Inteligente da Porsche com a tecnologia avançada do automobilismo, contando com um design clássico, porém moderno, para fazer uma declaração verdadeiramente convincente.
O motor V8 de 3,4 litros desenvolve mais de 500 cv e pode trabalhar a até 9.200 rpm. É derivado do utilizado no carro de corrida RS Spyder e fica em posição central, na frente do eixo traseiro, dando ao carro equilíbrio e a configuração certa para o desempenho nas pistas. Os motores elétricos nos eixos dianteiro e traseiro proporcionam potência total de 218 cv.
A potência é transmitida às rodas pelo câmbio PDK de sete marchas, que também atua no sistema elétrico para o eixo traseiro. O reservatório de energia é uma bateria de íon lítio resfriada por líquido arrefecedor, posicionada atrás do banco do passageiro. A grande vantagem dos híbridos que podem ser ligados na tomada é que a bateria pode ser carregada em uma rede elétrica normal. A energia cinética do carro é convertida em energia elétrica que é alimentada para a bateria quando motorista aplica os freios, fornecendo assim mais energia para uma aceleração rápida e dinâmica.
Um botão no volante permite ao motorista escolher entre quatro modos de direção diferentes. O E-Drive usa apenas força elétrica para operar o carro e percorre até 25 km. No modo híbrido, o 918 Spyder usa tanto o motor elétrico como o motor a combustão dependendo das condições e exigências de direção, oferecendo desde economia máxima de combustível até alta potência.
O modo Sport Hybrid usa ambos os sistemas de direção, porém se concentra no desempenho. A maior parte da tração é dirigida para as rodas traseiras, com o sistema de distribuição de torque (Torque Vectoring) servindo para melhorar ainda mais a dinâmica de direção do carro.
No modo Race Hybrid, os sistemas se concentram apenas no desempenho, com o mais elevado padrão de dinâmica de direção nas pistas, indo até o limite de potência. Quando a bateria está suficientemente carregada, um botão "push-to-pass" alimenta mais força elétrica (E-Boost) ao motor quando é necessário fazer uma ultrapassagem ou para um desempenho ainda melhor.
Com o sistema de direção híbrida oferecendo esta ampla gama de modos e aplicações individuais, o 918 Spyder é capaz de alcançar tempos de volta cronometrados comparáveis aos de um carro de corrida puro-sangue, ao mesmo tempo em que oferecer as emissões extremamente baixas e alta economia de combustível.
A estrutura de baixo peso da carroceria do protótipo do Porsche 918 Spyder também contém o DNA do carro trazido diretamente do automobilismo: a estrutura modular, como seu casco monocoque fabricado de plástico reforçado por fibra de carbono (CFP), e o uso adequado de magnésio e de alumínio, reduzem o peso para menos de 1.490 kg e asseguram uma precisão de direção suprema, graças a um alto nível de rigidez contra torção.
O 918 Spyder, com seu design típico de um Porsche, lembra os legendários carros de corrida, como o Porsche 917 e o atual Porsche RS Spyder. A combinação das dimensões de um carro de corridas e um design claramente estruturado, com superfícies perfeitamente equilibradas e detalhes inovadores, criam uma síntese ideal entre forma e função, acompanhando o DNA de design da Porsche.
A aerodinâmica variável, típica da Porsche, assegura realces visionários e ao mesmo tempo tradicionais, especialmente ao redor do spoiler traseiro. Por sua vez, a atraente traseira que parte dos encostos de cabeça não apenas cumpre uma função aerodinâmica no 918 Spyder, como também acomoda entradas de ar retráteis com uma função de pressão dinâmica de ar.
Tanto o motorista com o passageiro ficam acomodados em assentos esportivos individuais que também formam parte da cabine de comando, o que proporciona uma síntese de funcionalidade eficiente e uma operação de alta tecnologia. Além disso, a cabine oferece um olhar na arquitetura interior que possivelmente veremos em carros super-esportivos do futuro. Os três mostradores circulares independentes (velocímetro à esquerda, conta-giros no centro e gerenciamento de energia à direita) parecem ter vindo diretamente de um carro de corridas dos anos 1960, evidenciando aquela filosofia única de orientação do motorista tão característica da Porsche.
O console central se eleva até a frente do 918 Spyder e abriga uma superfície sensível ao toque para controle intuitivo das funções do carro, consistentemente servindo para reduzir o número de controles visíveis e sustentar o princípio de operação direta.
As unidades de controle relevantes para o motorista estão concentradas em particular no volante esportivo de três raios de múltiplas funções, enquanto que os modos de direção variáveis, mais uma vez tão típicos da Porsche, são oferecidos por uma alavanca de implementação que permite ao motorista acionar os diversos programas de direção e servindo como o botão "push-to-pass" para a função E-boost, para ser usada, por exemplo, em ultrapassagens. Finalmente, a iluminação do painel de instrumentos varia de verde, quando os modos de direção voltados para o consumo estão sendo usados, para vermelho, quando os programas de direção voltados para o desempenho estão sendo usados.
O protótipo do Porsche 918 Spyder possui outras funções inovadoras, como Range Manager (gerenciador de distâncias). Após ser ativada no mostrador central, a função Range Manager usa o mapa no sistema de navegação para apresentar qual a distância que o carro pode ainda cobrir, naturalmente permitindo ao motorista influenciar a distância através da escolha apropriada de potência e desempenho. Em cidades com áreas de alerta ambiental, a função Range Manager também mostra se o motorista conseguirá chegar a um determinado destino usando apenas energia elétrica.
Ao aplicar esta informação e usando outras informações sobre a disponibilidade e localização de estações especiais de abastecimento de energia, o motorista pode então escolher seu estilo pessoal de direção, bem como a carga certa da bateria e a estratégia de abastecimento.
segunda-feira, 8 de março de 2010
March: o novo compacto mundial da Nissan
A Nissan apresentou durante o Salão de Genebra, na Suíça, o March, seu novo compacto mundial. Também conhecido como Micra na Europa e no Japão, o modelo é o primeiro produto da inédita plataforma V da Nissan. Ele será produzido em quatro plantas ao redor do globo ( Índia, Tailândia, China e México) para ser vendido em 160 países. A planta de Aguascalientes, no México, será responsável pelo fornecimento para toda a América Latina, inclusive para o Brasil.
O novo March destaca-se pelo excelente espaço interior, design moderno e por menor peso de seus componentes, criados para ajudar a reduzir o consumo e, consequentemente, as emissões de poluentes. Outro diferencial do novo compacto é a forma de produção. O primeiro mercado a comercializar o March será a Tailândia, onde as vendas começam ainda este mês. O modelo terá motores e itens de série específicos para cada país onde será vendido, atendendo às necessidades de cada mercado.
O novo March destaca-se pelo excelente espaço interior, design moderno e por menor peso de seus componentes, criados para ajudar a reduzir o consumo e, consequentemente, as emissões de poluentes. Outro diferencial do novo compacto é a forma de produção. O primeiro mercado a comercializar o March será a Tailândia, onde as vendas começam ainda este mês. O modelo terá motores e itens de série específicos para cada país onde será vendido, atendendo às necessidades de cada mercado.
Quentinha
Effa reduz preço de picapes - A linha 2010 das picapes da Effa Motors já está disponível nas concessionárias com queda de até 6,8% em seus preços. O modelo Effa Hafei Picape teve seu custo reduzido de R$ 21.980,00 para R$ 20.480,00, o que indica uma economia de 6,8% para o consumidor. Já o modelo Effa Hafei Picape com carroceria estendida, que custava R$ 22.480,00, agora está sendo vendido por R$ 21.680,00, uma diminuição de 3,5%. O modelo Effa Hafei Picape é equipado com motor 1.0, com tecnologia Suzuki, capaz de desenvolver 47 cv de potência. O veículo está disponível somente com cabine simples, mas com duas opções de carroceria: standard (capacidade de carga de 620 kg) e estendida (760 kg).
domingo, 7 de março de 2010
Inflação do carro em 2010 já é de 3,8%
Com mais uma alta em fevereiro, a Inflação do Carro da Agência AutoInforme acumula alta de 3,8% no ano, um índice bem acima de todas os levantamentos de inflação do País. Agora o motorista gasta R$ 883,36 por mês para rodar com o carro e fazer a manutenção preventiva.
Em fevereiro a Inflação do Carro foi de 0,92%, um índice alto, mas bem abaixo do registrado em janeiro, que foi de 2,86%. Em janeiro o grande responsável pela alta dos preços foi o álcool. Em fevereiro o preço do combustível continuou subindo, mas num patamar bem mais baixo: 1,79%. O álcool acumula um aumento de 14,3% no ano.
Em fevereiro, o item da cesta de produtos e serviços que mais subiu foi o estacionamento por período, que aumentou 4,76%. Pastilhas de freio (+2,88%) e o serviço de cambagem (+2,56%) também tiveram aumentos expressivos.
Lona de freio (-0,59%) e pneus, com queda de 0,49%, foram os itens que mais caíram de preço no mês.
Para abastecer o carro, o motorista gastou R$ 299,41 em fevereiro e o seguro representou um gasto no mês de R$ 192,34.
Em fevereiro a Inflação do Carro foi de 0,92%, um índice alto, mas bem abaixo do registrado em janeiro, que foi de 2,86%. Em janeiro o grande responsável pela alta dos preços foi o álcool. Em fevereiro o preço do combustível continuou subindo, mas num patamar bem mais baixo: 1,79%. O álcool acumula um aumento de 14,3% no ano.
Em fevereiro, o item da cesta de produtos e serviços que mais subiu foi o estacionamento por período, que aumentou 4,76%. Pastilhas de freio (+2,88%) e o serviço de cambagem (+2,56%) também tiveram aumentos expressivos.
Lona de freio (-0,59%) e pneus, com queda de 0,49%, foram os itens que mais caíram de preço no mês.
Para abastecer o carro, o motorista gastou R$ 299,41 em fevereiro e o seguro representou um gasto no mês de R$ 192,34.
sábado, 6 de março de 2010
Solução para poucos
* Por Fernando Calmon
Muito se tem comentado sobre a proximidade da era do carro elétrico. Nos países do hemisfério norte o vozerio é cada vez maior e não existe um fabricante de veículo que esteja fora desse contexto. Tema recorrente nos salões internacionais de automóveis, os organizadores da exposição de Detroit, em janeiro último, chegaram a criar uma “avenida” elétrica só para abrigar expositores, grandes ou pequenos, que tinham algo a exibir nesse campo.
Na realidade, já há veículos puramente elétricos à venda naqueles países, sem contar os híbridos que possibilitarão, em breve, recarregar a bateria em uma tomada (plug-in). A Tesla vende, nos EUA, sob encomenda um carro esporte próprio movido só a bateria, mas se trata de operação viável só nesse estágio. A Mitsubishi foi a primeira a comercializar, em versão elétrica, o subcompacto i-MiEV, de início no Japão e agora nos EUA e Europa. A chinesa BYD apresentou o e6 com um novo tipo de bateria, mas não anunciou data de comercialização.
Dois fabricantes lançam este ano modelos projetados especificamente para serem elétricos. A Nissan vai aceitar pré-encomendas do Leaf a partir de abril, quando deve anunciar preço e condições de compra nos EUA. Já o Chevrolet Volt, que a GM chama elétrico de autonomia estendida por um motor/gerador a combustão, começa com 100 exemplares para os estados da Califórnia e Michigan, no fim do ano, e pretende vender 10.000 unidades em 2011.
A aliança Renault-Nissan faz apostas pesadas. Já acertou mais de 30 parcerias em cidades, regiões e países de pequeno território. Seu presidente, Carlos Ghosn, fez até previsão: “Em 2020, 10% dos automóveis vendidos no mundo serão elétricos”. Algo como oito milhões de unidades naquele ano, número otimista em demasia. Quase todos os analistas internacionais experientes estão bem mais prudentes. Estimam que cerca de dois milhões/ano seria a meta pé-no-chão (2% do mercado mundial projetado).
De fato, não falta apoio aos elétricos. O presidente Obama deseja ter um milhão de veículos nas ruas até 2015, com incentivos financeiros (ainda sem aprovação). Na cidade de San Francisco, Califórnia, casas e escritórios novos terão que prover infraestrutura para recarga. Na Europa e no Japão há iniciativas também para fomentar o mercado. Falta, no entanto, combinar com as empresas geradoras de energia quem vai pagar pela reforma da rede e geração extra para alimentar milhões de veículos.
E o consumidor foi consultado? No Japão e nos EUA, 9% responderam a uma pesquisa com preferência pelo elétrico, em comparação a híbridos e carros convencionais. Ninguém perguntou a que preço. Mas o choque (sem trocadilho) de realidade ainda está por vir. Falando de Brasil e do modelo mais barato, só como referência, quantos pagariam R$ 50.000,00 por um Mille levando um passageiro a menos e 200 kg só de bateria de última geração, que teria dificuldade em ultrapassar veículos lentos e gastaria oito horas para recarregar depois de rodar 80 km sem usar o ar-condicionado?
Ninguém pode ser contra o carro elétrico – econômico, silencioso e não poluidor. Mas sem resolver a equação peso-preço-volume-autonomia-abastecimento, que há mais de um século teima em resistir, se alcançará apenas uma solução de nicho.
RODA VIVA
MODELOS de dimensões menores que Logan e Sandero estão nos planos da Dacia, marca pertencente à Renault. O próprio vice-presidente do fabricante romeno, Constantin Stroe, revelou recentemente na Europa. Também disse que haverá surpresas na renovação da gama. Novidades que, certamente, serão estendidas aos produtos produzidos aqui.
MERCEDES-BENZ inovou no novo Classe E Cabriolet, lançado agora em Mallorca Espanha, e que chega ao Brasil em maio. Dispositivo aerodinâmico muito eficiente (AirCap) melhora sensivelmente o incômodo causado pelo vento e ruído, em especial para os dois passageiros atrás. Trata-se de defletor sobre o topo do para-brisa, acionado por comando elétrico. Recolhe-se de forma automática ao se fechar a capota.
ISOLAMENTO acústico também se destaca nesse conversível premium alemão. A capota de lona — parece voltar à moda — é tão bem projetada e construída que filtra ruídos externos quase no nível de sedãs e cupês tradicionais de teto rígido. Mesmo guiando em velocidades mais elevadas típicas das autoestradas europeias.
SAVEIRO Cross surge como contraponto aos exageros de apêndices e penduricalhos de inspiração aventureira em voga no mercado brasileiro. Na faixa de preço de R$ 42.000,00 a pouco menos de R$ 45.000,00, a picape compacta da VW destaca-se por uma peça de tripla função: rack, protetor do teto e suporte de capota marítima.
AUTORIDADES nunca admitem a existência de indústria de multas no Brasil. Mas, a revista Veja São Paulo levantou: 39% das viaturas que cuidam do trânsito estão paradas; 67% dos semáforos inteligentes não funcionam; 55% das câmaras de monitoramento, inoperantes. Quanto aos radares, só 14% estão defeituosos...
Muito se tem comentado sobre a proximidade da era do carro elétrico. Nos países do hemisfério norte o vozerio é cada vez maior e não existe um fabricante de veículo que esteja fora desse contexto. Tema recorrente nos salões internacionais de automóveis, os organizadores da exposição de Detroit, em janeiro último, chegaram a criar uma “avenida” elétrica só para abrigar expositores, grandes ou pequenos, que tinham algo a exibir nesse campo.
Na realidade, já há veículos puramente elétricos à venda naqueles países, sem contar os híbridos que possibilitarão, em breve, recarregar a bateria em uma tomada (plug-in). A Tesla vende, nos EUA, sob encomenda um carro esporte próprio movido só a bateria, mas se trata de operação viável só nesse estágio. A Mitsubishi foi a primeira a comercializar, em versão elétrica, o subcompacto i-MiEV, de início no Japão e agora nos EUA e Europa. A chinesa BYD apresentou o e6 com um novo tipo de bateria, mas não anunciou data de comercialização.
Dois fabricantes lançam este ano modelos projetados especificamente para serem elétricos. A Nissan vai aceitar pré-encomendas do Leaf a partir de abril, quando deve anunciar preço e condições de compra nos EUA. Já o Chevrolet Volt, que a GM chama elétrico de autonomia estendida por um motor/gerador a combustão, começa com 100 exemplares para os estados da Califórnia e Michigan, no fim do ano, e pretende vender 10.000 unidades em 2011.
A aliança Renault-Nissan faz apostas pesadas. Já acertou mais de 30 parcerias em cidades, regiões e países de pequeno território. Seu presidente, Carlos Ghosn, fez até previsão: “Em 2020, 10% dos automóveis vendidos no mundo serão elétricos”. Algo como oito milhões de unidades naquele ano, número otimista em demasia. Quase todos os analistas internacionais experientes estão bem mais prudentes. Estimam que cerca de dois milhões/ano seria a meta pé-no-chão (2% do mercado mundial projetado).
De fato, não falta apoio aos elétricos. O presidente Obama deseja ter um milhão de veículos nas ruas até 2015, com incentivos financeiros (ainda sem aprovação). Na cidade de San Francisco, Califórnia, casas e escritórios novos terão que prover infraestrutura para recarga. Na Europa e no Japão há iniciativas também para fomentar o mercado. Falta, no entanto, combinar com as empresas geradoras de energia quem vai pagar pela reforma da rede e geração extra para alimentar milhões de veículos.
E o consumidor foi consultado? No Japão e nos EUA, 9% responderam a uma pesquisa com preferência pelo elétrico, em comparação a híbridos e carros convencionais. Ninguém perguntou a que preço. Mas o choque (sem trocadilho) de realidade ainda está por vir. Falando de Brasil e do modelo mais barato, só como referência, quantos pagariam R$ 50.000,00 por um Mille levando um passageiro a menos e 200 kg só de bateria de última geração, que teria dificuldade em ultrapassar veículos lentos e gastaria oito horas para recarregar depois de rodar 80 km sem usar o ar-condicionado?
Ninguém pode ser contra o carro elétrico – econômico, silencioso e não poluidor. Mas sem resolver a equação peso-preço-volume-autonomia-abastecimento, que há mais de um século teima em resistir, se alcançará apenas uma solução de nicho.
RODA VIVA
MODELOS de dimensões menores que Logan e Sandero estão nos planos da Dacia, marca pertencente à Renault. O próprio vice-presidente do fabricante romeno, Constantin Stroe, revelou recentemente na Europa. Também disse que haverá surpresas na renovação da gama. Novidades que, certamente, serão estendidas aos produtos produzidos aqui.
MERCEDES-BENZ inovou no novo Classe E Cabriolet, lançado agora em Mallorca Espanha, e que chega ao Brasil em maio. Dispositivo aerodinâmico muito eficiente (AirCap) melhora sensivelmente o incômodo causado pelo vento e ruído, em especial para os dois passageiros atrás. Trata-se de defletor sobre o topo do para-brisa, acionado por comando elétrico. Recolhe-se de forma automática ao se fechar a capota.
ISOLAMENTO acústico também se destaca nesse conversível premium alemão. A capota de lona — parece voltar à moda — é tão bem projetada e construída que filtra ruídos externos quase no nível de sedãs e cupês tradicionais de teto rígido. Mesmo guiando em velocidades mais elevadas típicas das autoestradas europeias.
SAVEIRO Cross surge como contraponto aos exageros de apêndices e penduricalhos de inspiração aventureira em voga no mercado brasileiro. Na faixa de preço de R$ 42.000,00 a pouco menos de R$ 45.000,00, a picape compacta da VW destaca-se por uma peça de tripla função: rack, protetor do teto e suporte de capota marítima.
AUTORIDADES nunca admitem a existência de indústria de multas no Brasil. Mas, a revista Veja São Paulo levantou: 39% das viaturas que cuidam do trânsito estão paradas; 67% dos semáforos inteligentes não funcionam; 55% das câmaras de monitoramento, inoperantes. Quanto aos radares, só 14% estão defeituosos...
sexta-feira, 5 de março de 2010
Raio X: Bahrein
Mapinha do circuito do Bahrein com dados para lá de interessantes. A velocidade em km/h está na área em azul escuro. Clique na imagem para ampliar:
quinta-feira, 4 de março de 2010
quarta-feira, 3 de março de 2010
Quentinhas
Fiat pode fabricar Chyrsler no Brasil - O presidente mundial da Fiat, Sergio Marchionne, afirmou ontem que o grupo poderá ampliar os investimentos no Brasil, depois dos R$ 6 bilhões programados para o período de 2007 a 2010. O executivo disse ainda que o grupo avalia a possibilidade de produzir veículos da marca americana Chrysler no País. Segundo ele, os produtos Jeep seriam os mais indicados para o país.
Ford passa GM nos EUA - Pela primeira vez desde 1998, a Ford vendeu mais que a GM nos Estados Unidos. Dados de fevereiro indicam que a Ford vendeu 142.006 veículos, contra 141.535 da concorrente.
Ford passa GM nos EUA - Pela primeira vez desde 1998, a Ford vendeu mais que a GM nos Estados Unidos. Dados de fevereiro indicam que a Ford vendeu 142.006 veículos, contra 141.535 da concorrente.
3R-C Concept
A Honda apresentará no Salão de Genebra, que acontecerá em março deste ano, na Suíça, seu triciclo conceito 3R-C. Ecologicamente correto, o veículo elétrico tem como principais diferenciais seu design revolucionário e emissão zero de gases poluentes.
Desenvolvido pela Honda Research and Design de Milão, na Itália, o 3R-C é um veículo individual que mistura as características de fácil mobilidade e economia de um scooter, com o conforto e segurança de um carro. O motor é alimentado por baterias de íon de lítio, recarregadas em tomadas de energia elétrica convencional e pelo sistema de frenagem regenerativa.
O 3R-C possui uma espécie de escudo translúcido que recobre seu assento, quando o veículo está estacionado. Ao entrar em movimento, este escudo transforma-se em um eficiente para-brisa, que protege o piloto da ação do vento e da chuva, proporcionando mais conforto.
Para contribuir com o equilíbrio e a estabilidade na condução, a bateria está acoplada junto ao chassi na parte inferior do veículo, reduzindo seu centro de gravidade.
Desenvolvido pela Honda Research and Design de Milão, na Itália, o 3R-C é um veículo individual que mistura as características de fácil mobilidade e economia de um scooter, com o conforto e segurança de um carro. O motor é alimentado por baterias de íon de lítio, recarregadas em tomadas de energia elétrica convencional e pelo sistema de frenagem regenerativa.Seu modo de utilização também é flexível. O motorista pode optar por andar com o corpo ao ar livre, com o banco e comandos de condução posicionados mais para cima, ou dentro do veículo.
Projetado para apenas um ocupante, o compacto modelo possui estruturas laterais que protegem o condutor, que fica acomodado em uma concha de segurança. Na dianteira, há um compartimento trancado a chave para guardar e transportar pequenos objetos com segurança.O 3R-C possui uma espécie de escudo translúcido que recobre seu assento, quando o veículo está estacionado. Ao entrar em movimento, este escudo transforma-se em um eficiente para-brisa, que protege o piloto da ação do vento e da chuva, proporcionando mais conforto.
Para contribuir com o equilíbrio e a estabilidade na condução, a bateria está acoplada junto ao chassi na parte inferior do veículo, reduzindo seu centro de gravidade.
terça-feira, 2 de março de 2010
Novo Porsche Cayenne

A linha começa com o Cayenne com motor V6 a gasolina de 3,6 litros. Apesar do aumento na potência para 300 cv, o consumo de combustível teve redução em relação ao modelo anterior – nada menos que 20%, para 10,1 km/l. O mesmo acontece com o Cayenne S com motor V8 de 4,8 litros – neste caso, para 9,5 km/l. Ao mesmo tempo, o novo motor proporciona potência máxima de 400 cv ao invés dos 385 cv anteriores. Isto também se aplica ao Cayenne Turbo, com motor V8 biturbo de 4,8 litros com 500 cv, consumindo apenas 8,6 km/l, uma queda de 23% comparado ao seu antecessor.
O Cayenne Diesel, com motor V6 de 3 litros, 240 cv e 550 Nm de torque, consome 13,5 km/l. E o Cayenne S Hybrid, com motor supercharger V6 de 3 litros com 333 cv e motor elétrico com 47 cv, oferece potência total de 380 cv e torque máximo de 580 Nm a apenas 1,000 rpm – o mesmo tipo de desempenho que o Cayenne S tem com seu motor V8. Os dois motores podem funcionar conjuntamente ou em separado, adaptando-se às condições de dirigibilidade de cada momento.
Para diminuir o consumo e as emissões foram introduzidas a nova transmissão automática Tiptronic S (com oito marchas, função Auto Start Stop e ampla variedade de relações de marcha), gerenciamento térmico no motor, circuito de resfriamento da transmissão, corte variável do motor e construção inteligente de baixo peso.
O estilo dos novos Cayenne é novo. Esportivo e elegante, faz com que o Cayenne 2010 integre ainda mais a linha geral de veículos Porsche. A característica esportiva do Cayenne fica ainda mais evidente em todos os ângulos, da mesma forma que os destaques no formato e desenho do carro, tão típicos da Porsche, ficam ainda mais claros.
As versões S e Turbo chegarão ao Brasil no segundo semestre de 2010. Em 2011, será a vez da versão com motor V6. No momento, não há previsão de data para o início da comercialização do Cayenne Diesel e do Cayenne S Hybrid no País. Os preços de cada versão serão definidos por ocasião de sua chegada ao mercado brasileiro.
Quentinha
Honda City é eleito por portadores de deficiência - A Honda Automóveis foi a principal vencedora da 12ª edição do prêmio “O Melhor Carro para a Pessoa com Deficiência”, promovido pela Revista Nacional de Reabilitação. Com menos de um ano de atuação no mercado brasileiro, o Honda City ficou com a primeira colocação. O New Fit e o New Civic também figuraram entre os eleitos, com as segunda e terceira posições, respectivamente. A pesquisa contou com a participação de 2.354 pessoas, entre portadores de deficiência, seus familiares, profissionais da área de saúde e empresas do setor. Do total, 27% escolheram o Honda City como o veículo mais apropriado para esse público, enquanto o monovolume da marca recebeu 21% dos votos. O New Civic contabilizou 16% da preferência dos participantes.
segunda-feira, 1 de março de 2010
Conceitos que mudam
* Por Fernando Calmon
Circular, preto, sem atrativo. É assim que muitos veem os pneus de um automóvel, sem saber o que há de tecnologia e de exigências naquela massa de borracha rodante. Alguns gostam de avaliar o desenho da banda de rodagem para ver se agrada ou se combina com o estilo do carro. Mas a realidade aponta para responsabilidades crescentes ao se projetar um novo pneu, desde conflitos de características até o descarte final. Afinal, os únicos pontos de contatos do carro com o solo são os pneus e eles estão lá para dar segurança, no seco e no molhado.
Aderência, durabilidade e economia de combustível devem-se compatibilizar, embora cada aspecto possa prejudicar o outro. Para obter esse equilíbrio torna-se necessário muita pesquisa que passa pela banda de rodagem, ombros, compostos de borracha, elastômeros e, recentemente, adição de sílica. Este último material tem a propriedade de controlar o aumento de temperatura, diminuindo o consumo de combustível e, em consequência, emissões de CO2.
Preocupação relativamente recente é com o ruído. Carros cada vez mais silenciosos precisam de pneus que acompanhem. Trata-se também de imposição ambiental. Conforme a coluna antecipou, a União Europeia criou um selo, obrigatório em 2012, que informará ao consumidor nível de ruído, resistência à rolagem (quanto menor, menos consumo de combustível) e aderência em piso molhado (segurança em condições críticas). Ajudará no momento da reposição.
Pneus de desempenho esportivo costumam supervalorizar aderência e controle direcional. Hoje, se vai além. A Michelin acaba de concluir o lançamento mundial de sua gama Pilot Sport 3 (no Brasil, em maio, 18 medidas inicialmente) e deu atenção especial ao ruído. Na primeira geração, de 1998, essa injunção era menor. Agora, trabalhando no desenho e intervalo dos gomos, harmonizou a frequência dos sons emitidos ao rodar para obter conforto acústico.
Em um de seus três campos de testes europeus, o da cidade litorânea de Almeria, sudeste da Espanha, a marca francesa pôde demonstrar uma redução média de três metros na distância de parada, em asfalto molhado, comparado a um pneu concorrente. A prova é realizada sobre filme de água controlado e a medição, entre 80 km/h e 10 km/h. O desempenho também impressionou em dirigibilidade no seco e no molhado, além da prova em estrada aberta. A empresa apresentou resultados de avaliações com ganhos em durabilidade e economia de combustível de 10% em relação à segunda geração, apresentada em 2003.
À medida que vários aspectos de projeto evoluíram, os conceitos sobre uso de pneus vêm mudando. A necessidade do rodízio já não mostra a importância do passado, quando suspensões dos carros e precariedade das estradas preocupavam. Como 90% dos veículos tem tração dianteira e muitos se esquecem do rodízio, os pneus da frente acabam antes. E aí os fabricantes são unânimes: o par de pneus novos, sempre na traseira. Nessa posição se evita, especialmente em pista molhada, o descontrole do eixo traseiro que a maioria dos motoristas enfrenta dificuldade para corrigir. Portanto, apague a antiga prática de montar pneus novos ou em melhores condições no eixo dianteiro.
RODA VIVA
GOVERNO Federal desistiu de manter, depois de março, a alíquota reduzida do IPI para veículos com motores flex, como se cogitou. Anunciada em dezembro último, serviu de jogada política de momento para a Conferência do Clima (COP 15). No entanto, até julho pretende apresentar sugestões de incentivos futuros para veículos favoráveis ao meio ambiente, sem compromisso quanto a prazos de implantação.
DURANTE primeira visita ao Brasil, Tim Lee, novo presidente de Operações Internacionais da GM, anunciou para os próximos meses a importação do Camaro. Nada falou sobre o sedã médio-grande Malibu, ainda em testes aqui. Provavelmente, este pode atrasar porque rumores apontam que a Chevrolet se esforça para ter o novo (e bem melhor) Malibu já em 2011.
NOVA reviravolta: o chefe do Grupo Fiat, Sergio Marchionne, decidiu revitalizar a Alfa Romeo. Deu ordem para desenvolver o substituto do 159 e um modelo maior que compartilharia a arquitetura de tração traseira do Chrysler 300. Alvo é o mercado americano, a partir de 2012, que ele considera muito difícil, porém não quer abrir mão. Missão hercúlea...
PODE parecer estranho, mas a Wurth lança no mercado refil para palhetas de limpador de para-brisa. A empresa afirma que a ideia veio da Alemanha. Troca-se apenas a parte de borracha, mantendo a estrutura metálica. Sem dúvida se consegue economia, o que seria apreciado em carros mais antigos. Para modelos novos talvez não compense.
CORREÇÃO: o maior avanço do novo turbocompressor BW está na forma como é fabricada e montada a carcaça da turbina e o coletor de escapamento em peça única, porém de aço inox. O peso fica bem abaixo do antigo conjunto fundido. Funciona mais quente e assim o catalisador atinge rapidamente a temperatura ideal de trabalho.
fernando@calmon.jor.br
Circular, preto, sem atrativo. É assim que muitos veem os pneus de um automóvel, sem saber o que há de tecnologia e de exigências naquela massa de borracha rodante. Alguns gostam de avaliar o desenho da banda de rodagem para ver se agrada ou se combina com o estilo do carro. Mas a realidade aponta para responsabilidades crescentes ao se projetar um novo pneu, desde conflitos de características até o descarte final. Afinal, os únicos pontos de contatos do carro com o solo são os pneus e eles estão lá para dar segurança, no seco e no molhado.
Aderência, durabilidade e economia de combustível devem-se compatibilizar, embora cada aspecto possa prejudicar o outro. Para obter esse equilíbrio torna-se necessário muita pesquisa que passa pela banda de rodagem, ombros, compostos de borracha, elastômeros e, recentemente, adição de sílica. Este último material tem a propriedade de controlar o aumento de temperatura, diminuindo o consumo de combustível e, em consequência, emissões de CO2.
Preocupação relativamente recente é com o ruído. Carros cada vez mais silenciosos precisam de pneus que acompanhem. Trata-se também de imposição ambiental. Conforme a coluna antecipou, a União Europeia criou um selo, obrigatório em 2012, que informará ao consumidor nível de ruído, resistência à rolagem (quanto menor, menos consumo de combustível) e aderência em piso molhado (segurança em condições críticas). Ajudará no momento da reposição.
Pneus de desempenho esportivo costumam supervalorizar aderência e controle direcional. Hoje, se vai além. A Michelin acaba de concluir o lançamento mundial de sua gama Pilot Sport 3 (no Brasil, em maio, 18 medidas inicialmente) e deu atenção especial ao ruído. Na primeira geração, de 1998, essa injunção era menor. Agora, trabalhando no desenho e intervalo dos gomos, harmonizou a frequência dos sons emitidos ao rodar para obter conforto acústico.
Em um de seus três campos de testes europeus, o da cidade litorânea de Almeria, sudeste da Espanha, a marca francesa pôde demonstrar uma redução média de três metros na distância de parada, em asfalto molhado, comparado a um pneu concorrente. A prova é realizada sobre filme de água controlado e a medição, entre 80 km/h e 10 km/h. O desempenho também impressionou em dirigibilidade no seco e no molhado, além da prova em estrada aberta. A empresa apresentou resultados de avaliações com ganhos em durabilidade e economia de combustível de 10% em relação à segunda geração, apresentada em 2003.
À medida que vários aspectos de projeto evoluíram, os conceitos sobre uso de pneus vêm mudando. A necessidade do rodízio já não mostra a importância do passado, quando suspensões dos carros e precariedade das estradas preocupavam. Como 90% dos veículos tem tração dianteira e muitos se esquecem do rodízio, os pneus da frente acabam antes. E aí os fabricantes são unânimes: o par de pneus novos, sempre na traseira. Nessa posição se evita, especialmente em pista molhada, o descontrole do eixo traseiro que a maioria dos motoristas enfrenta dificuldade para corrigir. Portanto, apague a antiga prática de montar pneus novos ou em melhores condições no eixo dianteiro.
RODA VIVA
GOVERNO Federal desistiu de manter, depois de março, a alíquota reduzida do IPI para veículos com motores flex, como se cogitou. Anunciada em dezembro último, serviu de jogada política de momento para a Conferência do Clima (COP 15). No entanto, até julho pretende apresentar sugestões de incentivos futuros para veículos favoráveis ao meio ambiente, sem compromisso quanto a prazos de implantação.
DURANTE primeira visita ao Brasil, Tim Lee, novo presidente de Operações Internacionais da GM, anunciou para os próximos meses a importação do Camaro. Nada falou sobre o sedã médio-grande Malibu, ainda em testes aqui. Provavelmente, este pode atrasar porque rumores apontam que a Chevrolet se esforça para ter o novo (e bem melhor) Malibu já em 2011.
NOVA reviravolta: o chefe do Grupo Fiat, Sergio Marchionne, decidiu revitalizar a Alfa Romeo. Deu ordem para desenvolver o substituto do 159 e um modelo maior que compartilharia a arquitetura de tração traseira do Chrysler 300. Alvo é o mercado americano, a partir de 2012, que ele considera muito difícil, porém não quer abrir mão. Missão hercúlea...
PODE parecer estranho, mas a Wurth lança no mercado refil para palhetas de limpador de para-brisa. A empresa afirma que a ideia veio da Alemanha. Troca-se apenas a parte de borracha, mantendo a estrutura metálica. Sem dúvida se consegue economia, o que seria apreciado em carros mais antigos. Para modelos novos talvez não compense.
CORREÇÃO: o maior avanço do novo turbocompressor BW está na forma como é fabricada e montada a carcaça da turbina e o coletor de escapamento em peça única, porém de aço inox. O peso fica bem abaixo do antigo conjunto fundido. Funciona mais quente e assim o catalisador atinge rapidamente a temperatura ideal de trabalho.
fernando@calmon.jor.br
domingo, 28 de fevereiro de 2010
Novos Ford
A Ford aproveita o Salão de Genebra para apresentar diversas novidades ao público. Destaque para as novas gerações do Fiesta e Focus e para o Ford Kuga 2010 (com motor 2.0 de 163 cv). Confira as imagens:

sábado, 27 de fevereiro de 2010
Quentinhas
Land Rover Discovery - O Land Rover Discovery 4 foi eleito o melhor veículo 4x4 de 2010 pela revista britânica What Car?, conceituada publicação especializada no universo automotivo europeu. A premiação consolida a linha Discovery – lançada em 1988 – como o mais premiado projeto da marca britânica de SUVs de luxo nos seus 61 anos de história. O veículo, recém-chegado ao mercado brasileiro, desbancou concorrentes como Mercedes ML, BMW X5 e Lexus RX 450h.
Tucson Brasileiro - Segundo informações do site UOL Carros, o Tucson brasileiro deve chegar às revendas em abril. A publicação informa que os preços iniciais devem oscilar entre R$ 55 mil e R$ 60 mil.
Tucson Brasileiro - Segundo informações do site UOL Carros, o Tucson brasileiro deve chegar às revendas em abril. A publicação informa que os preços iniciais devem oscilar entre R$ 55 mil e R$ 60 mil.
sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010
C-Max
Durante o Salão de Genebra, a Ford vai estrear os novos C-Max e Grand C-Max, agora em versões de produção que entrarão no mercado no final de 2010. São modelos tipo vans compactas para 5 ou 7 lugares, respectivamente. Produzida na fábrica da Ford, em Valência, na Espanha, dentro do conceito de plataforma mundial, a linha também será vendida nos Estados Unidos a partir do próximo ano, segundo o presidente da Ford Europa, John Fleming. Trata-se do projeto de plataforma global para o segmento C da Ford que servirá de base a 10 outros modelos, inclusive o novo Focus e representará, em 2012, mais de 2 milhões de veículos anuais produzidos pela marca.
A nova família para o segmento C, proposta pela Ford, é o resultado de um ambicioso e sem precedentes programa de desenvolvimento de produtos com uma vasta gama de soluções tecnologicamente avançadas, com o objetivo de incrementar os níveis de conveniência, conforto, segurança e de prazer ao dirigir, disponíveis hoje nos veículos da empresa.
A versão de 5 lugares do C-Max conjuga um visual esportivo com as necessidades de estilo de um veículo de passageiros tradicional. A versão maior, de sete lugares, oferece a funcionalidade das portas traseiras deslizantes e um inovador design e flexibilidade do posicionamento dos bancos de forma a oferecer elevado nível de conforto e espaço interno.
As opções de motorização da linha C-Max são o novo 1.6 litro Ford EcoBoost a gasolina e o 1.6 e 2.0 litros a diesel da família Duratorq TDCi. A tecnologia EcoBoost combina injeção direta de gasolina com um turbocompressor e comando de válvulas variável (de dupla fase) com o objetivo de maximizar a combustão, o que resulta numa redução nos consumos e nas emissões de CO2 de até 20%, quando comparados com motores convencionais a gasolina de potência semelhante.

A versão de 5 lugares do C-Max conjuga um visual esportivo com as necessidades de estilo de um veículo de passageiros tradicional. A versão maior, de sete lugares, oferece a funcionalidade das portas traseiras deslizantes e um inovador design e flexibilidade do posicionamento dos bancos de forma a oferecer elevado nível de conforto e espaço interno.
As opções de motorização da linha C-Max são o novo 1.6 litro Ford EcoBoost a gasolina e o 1.6 e 2.0 litros a diesel da família Duratorq TDCi. A tecnologia EcoBoost combina injeção direta de gasolina com um turbocompressor e comando de válvulas variável (de dupla fase) com o objetivo de maximizar a combustão, o que resulta numa redução nos consumos e nas emissões de CO2 de até 20%, quando comparados com motores convencionais a gasolina de potência semelhante.
quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010
O fim da marca Hummer
A General Motors (GM) anunciou ontem que encerrará a fabricação dos carros Hummer, após o fracasso nas negociações com a empresa chinesa Tengzhong. É mais uma montadora que morre. A empresa, por sinal, está se especializando em acabar com marcas. Em 2009, tentou negociar a Saturn ao grupo americano Penske, mas a operação foi cancelada no último momento. Outra que deverá ser fechada nos próximos meses é a Pontiac. E a Saab só não teve o mesmo destino porque foi vendida à Spyker. Lamentável.
quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010
Jaguar XKR 2011
O fundador da Jaguar, Sir William Lyons, impressionou o público e a imprensa internacional quando apresentou durante o Salão do Automóvel de Londres de 1948, o XK 210, um veículo esportivo que chegava a velocidade de 120 milhas por hora,. Mais de 60 anos depois, a Jaguar escolheu o Salão de Genebra para apresentar o XKR 2011, veículo que ainda carrega o mesmo DNA de seus antecessores.
O modelo traz em seu nome a letra “R”, do inglês Racing, uma amostra do que o veículo é capaz. Domar a carroceria de alumínio, que abriga o motor 5.0 V8 Supercharged de 510 cavalos e injeção direta de combustível, pode ser considerado uma experiência única, digna de um verdadeiro piloto profissional.
Mais do que os níveis de desempenho, conforto e segurança, a grande novidade da linha 2011 do Jaguar XKR são as possibilidades de personalização, sugeridas pelos kits opcionais Black Pack, Speed Pack e Special Edition.
Black Pack
Equipado com o Black Pack, o veículo ganha uma aparência arrojada, com rodas de aro 20, grades dianteiras e entradas de ar laterais com acabamento preto brilhante, em contraste com as pinças de freios, na cor vermelha. O kit também inclui modificações aerodinâmicas no veículo, que ganha aerofólio traseiro e defletor dianteiro maiores. As modificações reforçam ainda mais o aspecto esportivo do veículo, que tem o distintivo “Jaguar XKR Cupê” na cor da carroceria.
Speed Pack
Se o motor Supercharged V8 de 5.0 litros, injeção direta de combustível e torque de 625 Nm já empurra o XKR 2011 da imobilidade aos 100 km/h em 4.6 segundos, o Speed Pack torna ainda mais rápida a linha 2011 do veículo. A velocidade final, limitada a 250 km/h foi aumentada com o kit para 280 km/h – ainda eletronicamente limitada –, tornando o veículo o mais rápido XKR já produzido em toda a história da Jaguar. Para manter a estabilidade em tamanha velocidade, o veículo ganhou um aerofólio traseiro maior, assim como um defletor dianteiro reformulado. O controle de diferencial ativo computadorizado encarrega-se de reduzir a sensibilidade na direção em alta velocidade, o que melhora a dirigibilidade do modelo. O Speed Pack também oferece sete opções de cores da carroceria, que, por sua vez, conta com alguns detalhes como as entradas de ar laterais e grade dianteira com revestimento cromado.
Special Edition
Série top de linha do novo XKR 2011, a Special Edition une a aparência do kit Black Pack com o desempenho do Speed Pack.
terça-feira, 23 de fevereiro de 2010
Penske 2010

Saveiro Cross

A Volkswagen acaba de lançar a nova top de linha da Saveiro. Chamada de Cross, chega ao mercado apenas na configuração cabine estendida e custa a partir de R$ 41.840 e traz como itens de série direção hidráulica, trio elétrico, sensor de estacionamento traseiro e capota marítima. O motor é um 1.6 de 101 cv (cavalos) com gasolina e 104 cv com álcool.

segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010
5 by Peugeot
O conceito 5 By Peugeot, que expressa a ambição da Marca no segmento dos sedãs com alto nível de requinte, será apresentado ao público em março, durante o Salão de Genebra. Suas linhas fluídas e elegantes encontram perfeita harmonia com sutis detalhes tecnológicos, conferindo ao conjunto um design exclusivo, moderno e atemporal. O desenho do 5 By Peugeot foi norteado a partir da permanente pesquisa de volumes perfeitamente equilibrados e aperfeiçoados. Desta forma, as linhas desta silhueta três volumes combinam de forma harmoniosa, sem rupturas, do capô dianteiro até o porta-malas: todas as superfícies são niveladas e as folgas entre cada elemento foram definidas com total precisão.Atributos como elegância, precisão e dinamismo, expressados através do estilo exterior, fundem-se com a mecânica aplicada a este conceito: ele integra a tecnologia HYbrid4, que será lançada em série no 3008, em 2011.
Com um motor 2.0 l HDi FAP de 163 cv localizado à frente e um motor elétrico de 37 cv introduzido na parte traseira, o 5 By Peugeot se utiliza de uma potência acumulada de 200 cv, beneficiando-se ao mesmo tempo de um modo elétrico a baixa velocidade e de tração nas quatro rodas, além de consumo e emissões reduzidos a níveis extremamente significativos: 3,8 l/100 km e 99 g/km de CO2, e zero emissão no modo elétrico.
domingo, 21 de fevereiro de 2010
GT3 Cup muda regras para 2010
Um carro clássico como prêmio, nova pontuação e inversão do grid de largada na segunda corrida serão as novidades do Porsche GT3 Cup Challenge Brasil em 2010. A categoria monomarca da Porsche iniciará sua sexta temporada respaldada na forte presença em eventos internacionais, na competitividade de suas corridas e na força de suas duas divisões – Cup, para os Porsche 911 GT3 Cup da geração “997”, e Cup Light, aberta aos carros da geração “996”. “Temos certeza de que a temporada 2010 será uma das mais marcantes do Porsche GT3 Cup no Brasil”, confia Dener Pires, diretor da categoria.
A temporada começará nos dias 6 e 7 de março em Curitiba, como evento suporte do WTCC (Campeonato Mundial de Carros de Turismo). Antes disso, nos dias 23 e 24 de fevereiro, os pilotos estarão em Interlagos para testes de pré-temporada.
Ao final do campeonato de 2010, o Porsche GT3 Cup Challenge Brasil oferecerá um prêmio inédito no automobilismo brasileiro: um carro clássico – no caso, um Porsche 356, ícone da marca alemã, fabricado entre 1948 e 1964. A unidade que será oferecida como prêmio já está a caminho do Brasil: é um modelo 1962, com carroceria cupê. O Porsche 356 será sorteado entre 11 pilotos – os dez primeiros colocados no campeonato e mais um, escolhido por sorteio, que tenha terminado de 11º para trás e, obrigatoriamente, largado em todas as 16 provas do ano. O sorteio será feito por meio de bolas numeradas colocadas em um globo giratório e será definida uma escala na qual o campeão tenha um número maior de bolas e o 11º piloto, apenas uma. “Se o carro ficar para o campeão, será um prêmio extra por uma temporada vitoriosa; se o sorteio beneficiar outro piloto, será um bônus pelas atuações e pela presença ao longo do ano, qualquer que seja a colocação resultante delas”, explica Dener Pires. “Esse sistema vai manter todos os pilotos extremamente motivados a participar de todas as provas e dar o melhor de si da primeira à última corrida.”
O crescimento expressivo do Porsche GT3 Cup, tanto de público quanto de interesse da mídia, levou a uma alteração na programação dos eventos. Nos primeiros cinco anos, a categoria tinha treino classificatório realizado na sexta-feira e rodadas duplas aos sábados – isso só mudava quando a categoria fazia provas de suporte de eventos internacionais, como o WTCC (Campeonato Mundial de Carros de Turismo) e o Grande Prêmio do Brasil de Fórmula 1. A partir de 2010, a sexta-feira terá treinos opcionais das duas categorias e aos sábados, após o treino classificatório da Light, acontecerão o classificatório e a primeira corrida dos Porsche “997”. Aos domingos, serão realizadas a prova única da Light e a segunda corrida da Cup. “Com isso, a programação fica bem mais atraente para o público e nossa equipe de mecânicos ganha mais tempo para fazer eventuais reparos nos carros entre uma corrida e outra”, explica Dener.
O grid de largada da segunda corrida da Cup “997” continuará sendo definido pelo resultado da primeira corrida do final de semana. A novidade a partir de 2010 é a inversão das dez primeiras colocações, com o décimo colocado largando na pole position, o nono em segundo e assim sucessivamente. “É uma idéia antiga e que finalmente estamos colocando em prática. Vai tornar as corridas ainda mais disputadas e imprevisíveis”, aposta Dener.
A pontuação também foi ligeiramente alterada. Na primeira prova da “997”, os pontos para os 15 primeiros colocados serão atribuídos na escala 22-20-18-16-14-12-10-9-8-7-6-5-4-3-2. Na segunda corrida da 997 e na prova única da Light, a escala será 20-18-16-14-12-10-9-8-7-6-5-4-3-2-1. Em ambas as divisões, a classificação final será apurada considerando o descarte das duas piores pontuações de cada piloto ao longo da temporada.
O calendário da temporada 2010 teve uma alteração em virtude da mudança de data do Grande Prêmio do Brasil de Fórmula 1, prova da qual o Porsche GT3 Cup fará parte da programação. As novas datas são as seguintes:
6 e 7 de março – Curitiba-PR (preliminar do WTCC)
17 e 18 de abril – Jacarepaguá (Rio de Janeiro-RJ)
15 e 16 de maio – Velopark (Nova Santa Rita-RS)
19 e 20 de junho – Interlagos (São Paulo-SP)
28 e 29 de agosto – Interlagos (São Paulo-SP)
16 e 17 de outubro – Curitiba-PR
6 e 7 de novembro – Interlagos (São Paulo-SP) – preliminar do GP do Brasil de F1
11 e 12 de dezembro – Interlagos (São Paulo-SP)
A temporada começará nos dias 6 e 7 de março em Curitiba, como evento suporte do WTCC (Campeonato Mundial de Carros de Turismo). Antes disso, nos dias 23 e 24 de fevereiro, os pilotos estarão em Interlagos para testes de pré-temporada.
Ao final do campeonato de 2010, o Porsche GT3 Cup Challenge Brasil oferecerá um prêmio inédito no automobilismo brasileiro: um carro clássico – no caso, um Porsche 356, ícone da marca alemã, fabricado entre 1948 e 1964. A unidade que será oferecida como prêmio já está a caminho do Brasil: é um modelo 1962, com carroceria cupê. O Porsche 356 será sorteado entre 11 pilotos – os dez primeiros colocados no campeonato e mais um, escolhido por sorteio, que tenha terminado de 11º para trás e, obrigatoriamente, largado em todas as 16 provas do ano. O sorteio será feito por meio de bolas numeradas colocadas em um globo giratório e será definida uma escala na qual o campeão tenha um número maior de bolas e o 11º piloto, apenas uma. “Se o carro ficar para o campeão, será um prêmio extra por uma temporada vitoriosa; se o sorteio beneficiar outro piloto, será um bônus pelas atuações e pela presença ao longo do ano, qualquer que seja a colocação resultante delas”, explica Dener Pires. “Esse sistema vai manter todos os pilotos extremamente motivados a participar de todas as provas e dar o melhor de si da primeira à última corrida.”
O crescimento expressivo do Porsche GT3 Cup, tanto de público quanto de interesse da mídia, levou a uma alteração na programação dos eventos. Nos primeiros cinco anos, a categoria tinha treino classificatório realizado na sexta-feira e rodadas duplas aos sábados – isso só mudava quando a categoria fazia provas de suporte de eventos internacionais, como o WTCC (Campeonato Mundial de Carros de Turismo) e o Grande Prêmio do Brasil de Fórmula 1. A partir de 2010, a sexta-feira terá treinos opcionais das duas categorias e aos sábados, após o treino classificatório da Light, acontecerão o classificatório e a primeira corrida dos Porsche “997”. Aos domingos, serão realizadas a prova única da Light e a segunda corrida da Cup. “Com isso, a programação fica bem mais atraente para o público e nossa equipe de mecânicos ganha mais tempo para fazer eventuais reparos nos carros entre uma corrida e outra”, explica Dener.
O grid de largada da segunda corrida da Cup “997” continuará sendo definido pelo resultado da primeira corrida do final de semana. A novidade a partir de 2010 é a inversão das dez primeiras colocações, com o décimo colocado largando na pole position, o nono em segundo e assim sucessivamente. “É uma idéia antiga e que finalmente estamos colocando em prática. Vai tornar as corridas ainda mais disputadas e imprevisíveis”, aposta Dener.
A pontuação também foi ligeiramente alterada. Na primeira prova da “997”, os pontos para os 15 primeiros colocados serão atribuídos na escala 22-20-18-16-14-12-10-9-8-7-6-5-4-3-2. Na segunda corrida da 997 e na prova única da Light, a escala será 20-18-16-14-12-10-9-8-7-6-5-4-3-2-1. Em ambas as divisões, a classificação final será apurada considerando o descarte das duas piores pontuações de cada piloto ao longo da temporada.
O calendário da temporada 2010 teve uma alteração em virtude da mudança de data do Grande Prêmio do Brasil de Fórmula 1, prova da qual o Porsche GT3 Cup fará parte da programação. As novas datas são as seguintes:
6 e 7 de março – Curitiba-PR (preliminar do WTCC)
17 e 18 de abril – Jacarepaguá (Rio de Janeiro-RJ)
15 e 16 de maio – Velopark (Nova Santa Rita-RS)
19 e 20 de junho – Interlagos (São Paulo-SP)
28 e 29 de agosto – Interlagos (São Paulo-SP)
16 e 17 de outubro – Curitiba-PR
6 e 7 de novembro – Interlagos (São Paulo-SP) – preliminar do GP do Brasil de F1
11 e 12 de dezembro – Interlagos (São Paulo-SP)
sábado, 20 de fevereiro de 2010
Kia Ray
Revelado na semana passada no Salão do Automóvel de Chicago 2010, o conceito Kia Ray Híbrido Plug-in demonstra que a Kia Motors está avançando no programa global de pesquisa de combustíveis alternativos e conjuntos moto-propulsores, e na sua sub-marca chamada ‘EcoDynamics’, com intuito de desenvolver tecnologias inovadoras de redução de consumo de combustíveis e de emissões. Recentemente, a marca ‘EcoDynamics’ deu um grande passo a frente com a introdução do Kia Mohave Fuel Cell Electric Vehicle (FCEV), seguido do Cerato LPI Híbrido, do Kia cee'd híbrido a gasolina e do Kia Sorento Híbrido twin-turbo diesel.
O conceito Kia Ray é uma união ousada entre design e engenharia, uma vez que o mundo exige veículos mais eficientes, que combinem linhas sofisticadas e elegantes com funcionalidade e economia de combustível. O Ray apresenta um sedã compacto futurista de quatro lugares baseado na plataforma do Kia Cerato e demonstra uma perspectiva de veículo híbrido plug-in da Kia. Projetado com pouco peso e materiais reciclados, bem como com células solares hexagonais embutidas no painel de vidro do teto que lhe dá iluminação extra ou sistema de controle climático, o Kia Ray é o quinto veículo do Centro de Design Kia da América (KDCA) em Irvine, Califórnia. Os mais recentes projetos da KDCA foram os modelos Kia Soul, Cerato, Cerato Koup e novo Sorento.
O aerodinâmico Ray combina design e engenharia para uma máxima eficiência, incorporando superfícies limpas e lisas e minimizando bordas desnecessárias, possui um perfil fluido e traseira alongada sob uma tampa traseira ligeiramente elevada para reduzir o arrasto aerodinâmico, controles touch-screen, direção drive-by-wire, teto solar revestido de vidro e uma bateria de lítio-polímero – itens indicadores da tecnologia do futuro da Kia Motors. Como um híbrido plug-in, o Ray é projetado para alcançar distâncias de mais de 80 quilômetros usando seu motor elétrico com uma única carga, e tem um índice de economia de combustível de mais de 85,9 quilômetros por litro, e uma autonomia total de 1.200 km. O interior é baseado em aeronaves.
O conceito Kia Ray é uma união ousada entre design e engenharia, uma vez que o mundo exige veículos mais eficientes, que combinem linhas sofisticadas e elegantes com funcionalidade e economia de combustível. O Ray apresenta um sedã compacto futurista de quatro lugares baseado na plataforma do Kia Cerato e demonstra uma perspectiva de veículo híbrido plug-in da Kia. Projetado com pouco peso e materiais reciclados, bem como com células solares hexagonais embutidas no painel de vidro do teto que lhe dá iluminação extra ou sistema de controle climático, o Kia Ray é o quinto veículo do Centro de Design Kia da América (KDCA) em Irvine, Califórnia. Os mais recentes projetos da KDCA foram os modelos Kia Soul, Cerato, Cerato Koup e novo Sorento.
O aerodinâmico Ray combina design e engenharia para uma máxima eficiência, incorporando superfícies limpas e lisas e minimizando bordas desnecessárias, possui um perfil fluido e traseira alongada sob uma tampa traseira ligeiramente elevada para reduzir o arrasto aerodinâmico, controles touch-screen, direção drive-by-wire, teto solar revestido de vidro e uma bateria de lítio-polímero – itens indicadores da tecnologia do futuro da Kia Motors. Como um híbrido plug-in, o Ray é projetado para alcançar distâncias de mais de 80 quilômetros usando seu motor elétrico com uma única carga, e tem um índice de economia de combustível de mais de 85,9 quilômetros por litro, e uma autonomia total de 1.200 km. O interior é baseado em aeronaves.
sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010
Quentinhas
GM estuda lançar o Camaro no Brasil - A GM informa que está conduzindo estudos "exaustivos" para lançar o esportivo Camaro, que dispensa apresentações, no Brasil. Então para de estudar e lança logo, sucesso garantido.
911 Turbo aqui em março - E já que o assunto é esporivo, a Stuttgart Sportcar, importador oficial Porsche no Brasil, confirmou para a segunda quinzena de março a chegada das primeiras unidades do novo 911 Turbo. O carro teve diversas modificações em relação à geração fabricada entre 2006 e 2009, como motor exclusivo e novas tecnologias que aumentaram ainda mais a potência e a dirigibilidade. Os preços iniciais são de R$ 739.000,00 (911 Turbo cupê) e R$ 789.000,00 (911 Turbo Cabriolet).
911 Turbo aqui em março - E já que o assunto é esporivo, a Stuttgart Sportcar, importador oficial Porsche no Brasil, confirmou para a segunda quinzena de março a chegada das primeiras unidades do novo 911 Turbo. O carro teve diversas modificações em relação à geração fabricada entre 2006 e 2009, como motor exclusivo e novas tecnologias que aumentaram ainda mais a potência e a dirigibilidade. Os preços iniciais são de R$ 739.000,00 (911 Turbo cupê) e R$ 789.000,00 (911 Turbo Cabriolet).
Porsche 911 GT3 Hybrid
A tecnologia do 911 GT3 R Hybrid foi desenvolvida especialmente para carros de corrida, com sua configuração e componentes se destacando significativamente dos sistemas híbridos convencionais. O eixo dianteiro é equipado com dois motores elétricos com 60 KW de potência cada um. Eles complementam o motor de 480 cv de 4 litros com seis cilindros opostos, localizado na traseira do 911 GT3 R Hybrid. Outro ponto significativo é que, em vez de usar as baterias normais de um carro híbrido de rua, um gerador elétrico acoplado ao volante do motor fornece energia aos motores elétricos.
O próprio gerador do volante do motor é um motor elétrico, cujo rotor gira a velocidades de até 40.000 rpm, armazenando energia mecânica como energia de rotação. O gerador é carregado sempre que o motorista aciona os freios, com os dois motores elétricos distribuindo esta potência no eixo dianteiro. Dessa forma, sempre que o motorista desejar acelerar o carro, como no caso de ultrapassagens, ele pode utilizar a energia adicional do gerador elétrico, que fornece até 120 kW de potência aos dois motores elétricos na dianteira, gerados a partir de sua energia cinética. Esta energia adicional estará à disposição do condutor do 911 GT3 R Hybrid depois de cada processo de carga, durante o tempo aproximado de 6 a 8 segundos. Com esse sistema, a energia que antes era convertida em calor e, portanto, desperdiçada todas as vezes em que os freios eram acionados, agora é convertida em mais potência para a direção.
Dependendo das condições da corrida, a propulsão híbrida pode ser utilizada não só para gerar mais potência, mas também para economizar combustível, o que, mais uma vez, aumenta sua eficiência e, consequentemente, o desempenho do 911 GT3 R Hybrid ao, por exemplo, reduzir o peso do tanque ou fazer com que as paradas nos boxes sejam menos frequentes.
Depois de seu lançamento em Genebra, o 911 GT3 R Hybrid será testado em corridas de longa distância em Nürburgring. O destaque deste programa de provas será a 24 horas de Nürburgring, que acontecerá nos dias 15 e 16 de maio. O enfoque da Porsche para esta ocasião não é vencer a disputa com o 911 GT3 R Hybrid, mas comprovar sua posição de liderança em termos de tecnologia, além de mostrar que se trata de um “laboratório de corridas”, oferecendo conhecimento para um uso posterior de tecnologia híbrida para carros esportivos de rua.
quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010
Audi A1
O público do Salão de Genebra, que acontece na primeira quinzena de março, poderá ver de perto toda tecnologia e design do novo Audi A1. Com menos de 4,0 metros de comprimento, o primeiro compacto da categoria Premium esbanja charme, modernidade e um desenho único. Predominantemente urbano, o modelo é ágil no trânsito das grandes cidades e oferece facilidades para o uso no dia a dia, além de motores potentes e econômicos. O modelo será produzido na fábrica da Audi em Bruxelas, que recebeu investimentos de mais de 100 milhões de euros na modernização das instalações, para satisfazer as mais rigorosas normas de qualidade.
Com linhas harmoniosas, o novo Audi A1 chama atenção pelo design cupê, inovador e marcante. A linha de ombro pronunciada, o arco das colunas A e C em cor contrastante e a inclinação dos pilares dão a este três portas uma silhueta poderosa. As dimensões também chamam atenção: o modelo tem 3,95 metros de comprimento, tamanho superior ao dos concorrentes da categoria. A largura é de 1,74 metros e a altura de 1,42 metros, mas apesar dos números, o modelo oferece conforto e comodidade aos quatro ocupantes, graças à distância entre - eixos de 2,47 metros.
Na lateral, um detalhe interessante marca o design do carro: a Tornado Line (linha do furacão), caracterizada pela entrada da borda superior do capô que se estende abaixo das janelas, até a traseira – continuando pela porta de trás. O elemento de design, que dá ares de poder, é utilizado em outro ícone da marca, o Audi TT, eleito várias vezes como um dos carros mais bonitos do mundo.
O novo Audi A1 é espaçoso e arejado, com painel de instrumentos que lembra a asa de um avião, com quatro entradas de ar redondas representando as turbinas do jato. Com detalhes que enfatizam a categoria Premium do modelo, o Audi A1oferece um pacote de estilo focado em infontainment, além de opções de personalização do modelo de acordo com o proprietário, com cores modernas e materiais inovadores: saídas de ar coloridas, luzes com LEDs ou assentos com cores diferenciadas, por exemplo.
O Audi A1 tem quatro opções de motores: dois a gasolina TFSI e dois a diesel TDI. Todos com injeção direta de combustível e turbocompressor, que garantem eficiência e consumo mínimo de combustível variando de 3,8 a 5,4 litros por 100 km.
O motor de entrada a gasolina é um 1,2 TFSI que gera 86 cv de potência e produz torque máximo de 160 Nm, já entre 1.500 e 3.500 rpm. Juntamente com a transmissão manual de cinco velocidades, este quatro cilindros acelera o Audi A1 de 0 a 100 km / h em 12,1 segundos, e tem velocidade máxima de 179 km / h. O consumo nos padrões da União Europeia é de apenas 5,1 litros de combustível por 100 km (19,60 km/litro), que corresponde a apenas 119 g de CO2/km.
Este propulsor recém-desenvolvido, com duas válvulas por cilindro e 1.197 cm3 de cilindrada, foi otimizado para ter baixo peso e fricção. O cárter de alumínio fundido tem seu próprio circuito de refrigeração separado da cabeça do cilindro. A água do bloco não circula imediatamente após o arranque do motor, permitindo que o mesmo chegue à temperatura elevada mais depressa e encurtando a fase de aumento da resistência ao atrito, devido ao óleo frio.
O motor 1,4 TFSI de 122 cv de potência tem torque máximo de 200 Nm, disponível continuamente entre 1.500 e 4.000 rpm. Um turbocharger com intercooler pressuriza o motor de 1.390 cm3 e quatro válvulas por cilindro.
Com a transmissão de sete velocidade S-Tronic, o 1,4 TFSI acelera de 0 a 100 km/hora o Audi A1 em 9,1 segundos. A velocidade máxima é de 200 km/h. Com câmbio padrão manual de seis velocidades o sprint é feito em 9,2 segundos, sem afetar a máxima. O consumo médio de combustível do modelo equipado com S Tronic é de apenas 5,1 litros por 100 km no ciclo de ensaio UE.
Todos os motores do Audi A1 usam tecnologia inteligente que recupera a energia durante a frenagem, que é armazenada temporariamente na bateria. Quando o carro acelera novamente, a energia retorna ao sistema elétrico, aliviando a carga do gerador.
Outro sistema moderno é o star-stop, que desliga o motor quando o carro está em repouso - se o câmbio está em ponto morto e o pé fora do pedal de embreagem-, e liga de volta quando o pedal de embreagem é pressionado.

Inflação do carro dispara
A Inflação do Carro subiu em janeiro 2,86%, a segunda maior alta dos últimos 48 meses (desde janeiro de 2006), só superada pela inflação de novembro, quando álcool teve um aumento de 13,31%. Mais uma vez o álcool combustível, foi o item da cesta de produtos e serviços que mais subiu, com 12,03%. Como o álcool tem grande participação no cálculo da Inflação, acabou elevando o índice total.
Outro item que subiu muito no ano passado, o estacionamento também apresentou alta expressiva no primeiro mês do ano: o estacionamento mensal subiu 1,75% e o estacionamento fracionado, por hora, teve um aumento de 7,30%. O estacionamento é o terceiro item que mais pesa no bolso do consumidor, perdendo apenas para os combustíveis e o seguro.
A boa notícia é a “deflação” do IPVA: o imposto ficou mais barato do que no ano passado, pois a base de comparação usada pela Secretaria da Fazenda é o mês de agosto, portanto antes da crise, quando os preços estavam em alta. O percentual permanece o mesmo: o IPVA é 4% na gasolina e no flex, 3% no álcool e 2% no diesel. O IPVA caiu 6,67%.
Outro item que subiu muito no ano passado, o estacionamento também apresentou alta expressiva no primeiro mês do ano: o estacionamento mensal subiu 1,75% e o estacionamento fracionado, por hora, teve um aumento de 7,30%. O estacionamento é o terceiro item que mais pesa no bolso do consumidor, perdendo apenas para os combustíveis e o seguro.
A boa notícia é a “deflação” do IPVA: o imposto ficou mais barato do que no ano passado, pois a base de comparação usada pela Secretaria da Fazenda é o mês de agosto, portanto antes da crise, quando os preços estavam em alta. O percentual permanece o mesmo: o IPVA é 4% na gasolina e no flex, 3% no álcool e 2% no diesel. O IPVA caiu 6,67%.
Dicas de Manutenção - Câmbio automático
Na Reta em Drive
A primeira dica pode parecer simples, mas chega a ser esquecida ou mesmo desconhecida por algumas pessoas. Sempre que o carro estiver no plano, em velocidade de cruzeiro, o câmbio automático deve permanecer em "D" (Drive), inclusive nas ultrapassagens.
Subindo sem Esforço
Antes de arrancar com o veículo em subidas, o ideal é colocar a alavanca em "1" ou "L" (Low). Nesta posição, a transmissão suporta um esforço maior, pois está com a sua pressão interna elevada, impedindo que os elementos internos patinem.
Se o sistema for "Tiptronic" ou similar, será preciso dar um toque para trás na alavanca de marchas, no sentido da redução, ao levá-la para o trilho de trocas manuais. Dessa forma, a transmissão entrará em "L" automaticamente.
Na Descida da Serra
A posição "1" ou "L" também deve ser utilizada em descidas muito íngremes ou serras, pois ativa automaticamente o freio motor. Com esse cuidado, o motorista poupa o sistema de freios do veículo.
Se a descida for longa e moderada, como é comum algumas vezes, vale o mesmo cuidado. É prudente ir reduzindo (por exemplo: de "D" para "4", "3", "2" ou mesmo para "1") até que se perceba que a transmissão automática está auxiliando na frenagem.
Sem Medo de Atolar
Antes de trafegar por terrenos escorregadios (barro, areia, grama ou pedra) é preciso posicionar a alavanca do câmbio, com o veículo ainda parado, em "2" ou "I" (alguns modelos contam com uma tecla própria: "Winter" ou "Snow"). Essa posição reduz o torque aplicado nas rodas e evita que o veículo atole devido ao giro excessivo.
Cuidados Antes da Viagem
Com alguns pequenos cuidados e a manutenção preventiva em dia, o câmbio automático dificilmente deixa os motoristas pelo caminho. Então, antes de pegar a estrada, esteja sempre alerta:
- para manchas de fluido avermelhado no piso da garagem (podem indicar vazamentos);
- no nível do fluido, que precisa ser verificado periodicamente e mantido sempre dentro das marcas. Nem acima, nem abaixo;
- ao completar o nível, é preciso utilizar apenas o fluido indicado no manual do veículo ou transmissão;
- ao notar barulhos estranhos ou trancos nas trocas de marchas, procure imediatamente um profissional especializado.
A inspeção constante da transmissão automática é fundamental para ampliar a durabilidade do sistema e tornar a manutenção muito mais barata. Na maioria das vezes, grandes quebras são causadas por pequenos problemas.
Fonte: Brasil Automático
A primeira dica pode parecer simples, mas chega a ser esquecida ou mesmo desconhecida por algumas pessoas. Sempre que o carro estiver no plano, em velocidade de cruzeiro, o câmbio automático deve permanecer em "D" (Drive), inclusive nas ultrapassagens.
Subindo sem Esforço
Antes de arrancar com o veículo em subidas, o ideal é colocar a alavanca em "1" ou "L" (Low). Nesta posição, a transmissão suporta um esforço maior, pois está com a sua pressão interna elevada, impedindo que os elementos internos patinem.
Se o sistema for "Tiptronic" ou similar, será preciso dar um toque para trás na alavanca de marchas, no sentido da redução, ao levá-la para o trilho de trocas manuais. Dessa forma, a transmissão entrará em "L" automaticamente.
Na Descida da Serra
A posição "1" ou "L" também deve ser utilizada em descidas muito íngremes ou serras, pois ativa automaticamente o freio motor. Com esse cuidado, o motorista poupa o sistema de freios do veículo.
Se a descida for longa e moderada, como é comum algumas vezes, vale o mesmo cuidado. É prudente ir reduzindo (por exemplo: de "D" para "4", "3", "2" ou mesmo para "1") até que se perceba que a transmissão automática está auxiliando na frenagem.
Sem Medo de Atolar
Antes de trafegar por terrenos escorregadios (barro, areia, grama ou pedra) é preciso posicionar a alavanca do câmbio, com o veículo ainda parado, em "2" ou "I" (alguns modelos contam com uma tecla própria: "Winter" ou "Snow"). Essa posição reduz o torque aplicado nas rodas e evita que o veículo atole devido ao giro excessivo.
Cuidados Antes da Viagem
Com alguns pequenos cuidados e a manutenção preventiva em dia, o câmbio automático dificilmente deixa os motoristas pelo caminho. Então, antes de pegar a estrada, esteja sempre alerta:
- para manchas de fluido avermelhado no piso da garagem (podem indicar vazamentos);
- no nível do fluido, que precisa ser verificado periodicamente e mantido sempre dentro das marcas. Nem acima, nem abaixo;
- ao completar o nível, é preciso utilizar apenas o fluido indicado no manual do veículo ou transmissão;
- ao notar barulhos estranhos ou trancos nas trocas de marchas, procure imediatamente um profissional especializado.
A inspeção constante da transmissão automática é fundamental para ampliar a durabilidade do sistema e tornar a manutenção muito mais barata. Na maioria das vezes, grandes quebras são causadas por pequenos problemas.
Fonte: Brasil Automático
quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010
Longo reinado para motores a combustão
* Por Fernando Calmon
Apesar de todo o entusiasmo pelas novas tecnologias e o aparato promocional cercando o carro elétrico, a realidade se mostra bem diferente. Os motores a combustão interna (MCI) que consomem etanol, gasolina, diesel ou gás natural têm e terão, no mínimo em médio prazo, um papel bastante relevante a cumprir. Mesmo nos híbridos (motores a combustão e elétrico em série ou em paralelo), com ou sem carregamento de bateria na tomada (plugged in), há dificuldades pelo alto preço e infraestrutura. Afinal, faltam tomadas e medidores nas garagens de prédios para os plugados.
Em 2009, se prevê um bom ano para os híbridos. Porém, nada além de 2% a 3% das vendas totais de automóveis e comerciais leves nos EUA, o maior mercado para esse tipo de veículo. No Japão e na Europa a procura cresce, sem supera aquele percentual. Nas pesquisas, o consumidor médio – não tão ligado em questões ambientais – interessa-se pelos híbridos, mas desanima quando faz as contas de quanto pagará a mais e a longa quilometragem a percorrer para amortização. Esse fenômeno já ocorre nos EUA. A queda brusca do preço da gasolina desacelerou a procura. Projeções indicam pelo menos cinco anos até a participação dos híbridos dobrar para 6%.
No Brasil, o assunto ainda está no campo da curiosidade. A Mercedes-Benz planeja importar algumas unidades do S400h, seu topo de linha na versão híbrida, no começo de 2010. Na Argentina, a Toyota acaba de vender algumas unidades do Prius, o híbrido de maior sucesso. A empresa não escolheu o Brasil, ressaltando que teria de fazer algumas modificações no motor a combustão e o preço seria muito alto, além de não representar vantagem na emissão de CO2 se comparado ao etanol.
Otto versus Diesel
No MCI há dois ciclos termodinâmicos mais conhecidos: Otto (etanol, gasolina e gás) e Diesel (só aplicável com óleo diesel). Outro ciclo possível, o de Atkinson, de 1882, começa a ser considerado, em especial nos veículos híbridos. Mais adiante tem quem aposte na tecnologia HCCI (sigla, em inglês, para Ignição por Compressão de Carga Homogênea), que permitiria o uso tanto de gasolina/etanol como diesel, porém com grande vantagem para os dois primeiros. Gás natural também poderia se usar, mas a infraestrutura de abastecimento e os tanques são obstáculos financeiros a superar.
Entre diesel e gasolina/etanol há uma clara cisão no mundo. Segundo a revista Ward’s, as diferenças começaram ainda nos anos 1970. Os europeus se concentraram em economia de combustível e os americanos em combustíveis baratos e menos poluentes. A Europa procurou nos MCI a diesel também uma opção estratégica: avançou com os turbocompressores e injeção direta de galeria única (common rail), deixando o desenvolvimento de motores de ciclo Otto um pouco de lado. Cerca de 50% dos automóveis europeus vendidos em 2008 eram a diesel. A participação caiu em 2009 porque seu preço maior não atraiu os que aproveitaram incentivos governamentais para trocar um carro muito velho por um novo.
O fato é que mais de 70% das vendas mundiais de automóveis e veículos leves concentram-se em motores a gasolina ou etanol. O ciclo diesel promove combustão inerentemente “suja”. Consegue-se limpá-lo a um custo alto e “muletas” como filtro de particulados e injeção de ureia no escapamento. A seu favor, a economia de combustível que se reflete em emissão menor de CO2, atual vilão no mundo.
No entanto, as próximas exigências ambientais nos países centrais, quanto a material particulado (MP) e óxidos de nitrogênio (NOx), encarecerão ainda mais os motores a diesel. Os MCI do ciclo Otto não emitem MP e a baixa emissão de NOx se controla com um catalisador barato. Resta diminuir o consumo e a consequente emissão de CO2. Vários fabricantes já acordaram para essa realidade. Investem para diminuir a vantagem de 20% a 25% no consumo de diesel, em relação à gasolina, para algo em torno de 10% e ainda se mantendo mais barato.
Melhoras à vista
Há muito ainda a avançar. Algumas conquistas já chegaram, porém ainda se necessita trabalhar para baixar custos e viabilizar escala de produção. A mais evidente é o downsizing: diminuição de cilindrada acompanhada de superalimentação por meio de turbocompressores ou compressores centrífugos. Em combinação com a injeção direta proporciona ao ciclo Otto boa economia de combustível e ótimo desempenho. A Ford vai aplicar o que chama de Ecoboost em 90% de seus motores até 2012. A Volkswagen, com seus TFSI, foi pioneira. Nos motores flex utilizando etanol os ganhos são ainda maiores.
Eliminar a borboleta de aceleração ajuda a diminuir as perdas por bombeamento. A BMW usa esse recurso (Valvetronic) nos motores de ciclo Otto. A Fiat Powertrain Technologies (FPT) lançou agora o sistema Multiair de controle eletro-hidráulico das válvulas de admissão que funciona com injeção indireta ou direta. A economia de combustível é de 10%. Ao mesmo tempo crescem potência (10%) e torque (15%), além de diminuir emissões tóxicas. Também se aplicaria ao diesel, mas os ganhos são pouco marcantes: estes já não possuem a borboleta de aceleração.
O próximo passo é a ascensão de motores de três cilindros nos próximos anos. Eles já existem, mas serão bem aperfeiçoados graças às novas tecnologias. Volkswagen, Ford, BMW, Mercedes-Benz, Peugeot-Citroën e Nissan anunciaram essa tendência e a Fiat objetiva também os de dois cilindros. As marcas japonesas já se posicionaram a favor dos MCI Otto. A Nissan desenvolve injetores duplos por cilindro, solução mais barata que a injeção direta em motores de baixo custo. Eliminar velas de ignição, substituindo-as por raios laser, vem sendo pesquisado na Universidade de Liverpool, com apoio da Ford inglesa. Será outro grande salto tecnológico em relação ao ciclo Diesel.
Desligar e religar o motor de forma automática nos congestionamentos (stop/start), com economia superior a 10% em muitos casos, é um recurso que se estima alcançar 50% dos carros vendidos na Europa até 2012. Sistema de recuperação de energia em frenagens também crescerá, demonstrando que os MCI ainda tem um longo reinado à frente.
Apesar de todo o entusiasmo pelas novas tecnologias e o aparato promocional cercando o carro elétrico, a realidade se mostra bem diferente. Os motores a combustão interna (MCI) que consomem etanol, gasolina, diesel ou gás natural têm e terão, no mínimo em médio prazo, um papel bastante relevante a cumprir. Mesmo nos híbridos (motores a combustão e elétrico em série ou em paralelo), com ou sem carregamento de bateria na tomada (plugged in), há dificuldades pelo alto preço e infraestrutura. Afinal, faltam tomadas e medidores nas garagens de prédios para os plugados.
Em 2009, se prevê um bom ano para os híbridos. Porém, nada além de 2% a 3% das vendas totais de automóveis e comerciais leves nos EUA, o maior mercado para esse tipo de veículo. No Japão e na Europa a procura cresce, sem supera aquele percentual. Nas pesquisas, o consumidor médio – não tão ligado em questões ambientais – interessa-se pelos híbridos, mas desanima quando faz as contas de quanto pagará a mais e a longa quilometragem a percorrer para amortização. Esse fenômeno já ocorre nos EUA. A queda brusca do preço da gasolina desacelerou a procura. Projeções indicam pelo menos cinco anos até a participação dos híbridos dobrar para 6%.
No Brasil, o assunto ainda está no campo da curiosidade. A Mercedes-Benz planeja importar algumas unidades do S400h, seu topo de linha na versão híbrida, no começo de 2010. Na Argentina, a Toyota acaba de vender algumas unidades do Prius, o híbrido de maior sucesso. A empresa não escolheu o Brasil, ressaltando que teria de fazer algumas modificações no motor a combustão e o preço seria muito alto, além de não representar vantagem na emissão de CO2 se comparado ao etanol.
Otto versus Diesel
No MCI há dois ciclos termodinâmicos mais conhecidos: Otto (etanol, gasolina e gás) e Diesel (só aplicável com óleo diesel). Outro ciclo possível, o de Atkinson, de 1882, começa a ser considerado, em especial nos veículos híbridos. Mais adiante tem quem aposte na tecnologia HCCI (sigla, em inglês, para Ignição por Compressão de Carga Homogênea), que permitiria o uso tanto de gasolina/etanol como diesel, porém com grande vantagem para os dois primeiros. Gás natural também poderia se usar, mas a infraestrutura de abastecimento e os tanques são obstáculos financeiros a superar.
Entre diesel e gasolina/etanol há uma clara cisão no mundo. Segundo a revista Ward’s, as diferenças começaram ainda nos anos 1970. Os europeus se concentraram em economia de combustível e os americanos em combustíveis baratos e menos poluentes. A Europa procurou nos MCI a diesel também uma opção estratégica: avançou com os turbocompressores e injeção direta de galeria única (common rail), deixando o desenvolvimento de motores de ciclo Otto um pouco de lado. Cerca de 50% dos automóveis europeus vendidos em 2008 eram a diesel. A participação caiu em 2009 porque seu preço maior não atraiu os que aproveitaram incentivos governamentais para trocar um carro muito velho por um novo.
O fato é que mais de 70% das vendas mundiais de automóveis e veículos leves concentram-se em motores a gasolina ou etanol. O ciclo diesel promove combustão inerentemente “suja”. Consegue-se limpá-lo a um custo alto e “muletas” como filtro de particulados e injeção de ureia no escapamento. A seu favor, a economia de combustível que se reflete em emissão menor de CO2, atual vilão no mundo.
No entanto, as próximas exigências ambientais nos países centrais, quanto a material particulado (MP) e óxidos de nitrogênio (NOx), encarecerão ainda mais os motores a diesel. Os MCI do ciclo Otto não emitem MP e a baixa emissão de NOx se controla com um catalisador barato. Resta diminuir o consumo e a consequente emissão de CO2. Vários fabricantes já acordaram para essa realidade. Investem para diminuir a vantagem de 20% a 25% no consumo de diesel, em relação à gasolina, para algo em torno de 10% e ainda se mantendo mais barato.
Melhoras à vista
Há muito ainda a avançar. Algumas conquistas já chegaram, porém ainda se necessita trabalhar para baixar custos e viabilizar escala de produção. A mais evidente é o downsizing: diminuição de cilindrada acompanhada de superalimentação por meio de turbocompressores ou compressores centrífugos. Em combinação com a injeção direta proporciona ao ciclo Otto boa economia de combustível e ótimo desempenho. A Ford vai aplicar o que chama de Ecoboost em 90% de seus motores até 2012. A Volkswagen, com seus TFSI, foi pioneira. Nos motores flex utilizando etanol os ganhos são ainda maiores.
Eliminar a borboleta de aceleração ajuda a diminuir as perdas por bombeamento. A BMW usa esse recurso (Valvetronic) nos motores de ciclo Otto. A Fiat Powertrain Technologies (FPT) lançou agora o sistema Multiair de controle eletro-hidráulico das válvulas de admissão que funciona com injeção indireta ou direta. A economia de combustível é de 10%. Ao mesmo tempo crescem potência (10%) e torque (15%), além de diminuir emissões tóxicas. Também se aplicaria ao diesel, mas os ganhos são pouco marcantes: estes já não possuem a borboleta de aceleração.
O próximo passo é a ascensão de motores de três cilindros nos próximos anos. Eles já existem, mas serão bem aperfeiçoados graças às novas tecnologias. Volkswagen, Ford, BMW, Mercedes-Benz, Peugeot-Citroën e Nissan anunciaram essa tendência e a Fiat objetiva também os de dois cilindros. As marcas japonesas já se posicionaram a favor dos MCI Otto. A Nissan desenvolve injetores duplos por cilindro, solução mais barata que a injeção direta em motores de baixo custo. Eliminar velas de ignição, substituindo-as por raios laser, vem sendo pesquisado na Universidade de Liverpool, com apoio da Ford inglesa. Será outro grande salto tecnológico em relação ao ciclo Diesel.
Desligar e religar o motor de forma automática nos congestionamentos (stop/start), com economia superior a 10% em muitos casos, é um recurso que se estima alcançar 50% dos carros vendidos na Europa até 2012. Sistema de recuperação de energia em frenagens também crescerá, demonstrando que os MCI ainda tem um longo reinado à frente.
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