
domingo, 28 de fevereiro de 2010
Novos Ford
A Ford aproveita o Salão de Genebra para apresentar diversas novidades ao público. Destaque para as novas gerações do Fiesta e Focus e para o Ford Kuga 2010 (com motor 2.0 de 163 cv). Confira as imagens:

sábado, 27 de fevereiro de 2010
Quentinhas
Land Rover Discovery - O Land Rover Discovery 4 foi eleito o melhor veículo 4x4 de 2010 pela revista britânica What Car?, conceituada publicação especializada no universo automotivo europeu. A premiação consolida a linha Discovery – lançada em 1988 – como o mais premiado projeto da marca britânica de SUVs de luxo nos seus 61 anos de história. O veículo, recém-chegado ao mercado brasileiro, desbancou concorrentes como Mercedes ML, BMW X5 e Lexus RX 450h.
Tucson Brasileiro - Segundo informações do site UOL Carros, o Tucson brasileiro deve chegar às revendas em abril. A publicação informa que os preços iniciais devem oscilar entre R$ 55 mil e R$ 60 mil.
Tucson Brasileiro - Segundo informações do site UOL Carros, o Tucson brasileiro deve chegar às revendas em abril. A publicação informa que os preços iniciais devem oscilar entre R$ 55 mil e R$ 60 mil.
sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010
C-Max
Durante o Salão de Genebra, a Ford vai estrear os novos C-Max e Grand C-Max, agora em versões de produção que entrarão no mercado no final de 2010. São modelos tipo vans compactas para 5 ou 7 lugares, respectivamente. Produzida na fábrica da Ford, em Valência, na Espanha, dentro do conceito de plataforma mundial, a linha também será vendida nos Estados Unidos a partir do próximo ano, segundo o presidente da Ford Europa, John Fleming. Trata-se do projeto de plataforma global para o segmento C da Ford que servirá de base a 10 outros modelos, inclusive o novo Focus e representará, em 2012, mais de 2 milhões de veículos anuais produzidos pela marca.
A nova família para o segmento C, proposta pela Ford, é o resultado de um ambicioso e sem precedentes programa de desenvolvimento de produtos com uma vasta gama de soluções tecnologicamente avançadas, com o objetivo de incrementar os níveis de conveniência, conforto, segurança e de prazer ao dirigir, disponíveis hoje nos veículos da empresa.
A versão de 5 lugares do C-Max conjuga um visual esportivo com as necessidades de estilo de um veículo de passageiros tradicional. A versão maior, de sete lugares, oferece a funcionalidade das portas traseiras deslizantes e um inovador design e flexibilidade do posicionamento dos bancos de forma a oferecer elevado nível de conforto e espaço interno.
As opções de motorização da linha C-Max são o novo 1.6 litro Ford EcoBoost a gasolina e o 1.6 e 2.0 litros a diesel da família Duratorq TDCi. A tecnologia EcoBoost combina injeção direta de gasolina com um turbocompressor e comando de válvulas variável (de dupla fase) com o objetivo de maximizar a combustão, o que resulta numa redução nos consumos e nas emissões de CO2 de até 20%, quando comparados com motores convencionais a gasolina de potência semelhante.

A versão de 5 lugares do C-Max conjuga um visual esportivo com as necessidades de estilo de um veículo de passageiros tradicional. A versão maior, de sete lugares, oferece a funcionalidade das portas traseiras deslizantes e um inovador design e flexibilidade do posicionamento dos bancos de forma a oferecer elevado nível de conforto e espaço interno.
As opções de motorização da linha C-Max são o novo 1.6 litro Ford EcoBoost a gasolina e o 1.6 e 2.0 litros a diesel da família Duratorq TDCi. A tecnologia EcoBoost combina injeção direta de gasolina com um turbocompressor e comando de válvulas variável (de dupla fase) com o objetivo de maximizar a combustão, o que resulta numa redução nos consumos e nas emissões de CO2 de até 20%, quando comparados com motores convencionais a gasolina de potência semelhante.
quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010
O fim da marca Hummer
A General Motors (GM) anunciou ontem que encerrará a fabricação dos carros Hummer, após o fracasso nas negociações com a empresa chinesa Tengzhong. É mais uma montadora que morre. A empresa, por sinal, está se especializando em acabar com marcas. Em 2009, tentou negociar a Saturn ao grupo americano Penske, mas a operação foi cancelada no último momento. Outra que deverá ser fechada nos próximos meses é a Pontiac. E a Saab só não teve o mesmo destino porque foi vendida à Spyker. Lamentável.
quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010
Jaguar XKR 2011
O fundador da Jaguar, Sir William Lyons, impressionou o público e a imprensa internacional quando apresentou durante o Salão do Automóvel de Londres de 1948, o XK 210, um veículo esportivo que chegava a velocidade de 120 milhas por hora,. Mais de 60 anos depois, a Jaguar escolheu o Salão de Genebra para apresentar o XKR 2011, veículo que ainda carrega o mesmo DNA de seus antecessores.
O modelo traz em seu nome a letra “R”, do inglês Racing, uma amostra do que o veículo é capaz. Domar a carroceria de alumínio, que abriga o motor 5.0 V8 Supercharged de 510 cavalos e injeção direta de combustível, pode ser considerado uma experiência única, digna de um verdadeiro piloto profissional.
Mais do que os níveis de desempenho, conforto e segurança, a grande novidade da linha 2011 do Jaguar XKR são as possibilidades de personalização, sugeridas pelos kits opcionais Black Pack, Speed Pack e Special Edition.
Black Pack
Equipado com o Black Pack, o veículo ganha uma aparência arrojada, com rodas de aro 20, grades dianteiras e entradas de ar laterais com acabamento preto brilhante, em contraste com as pinças de freios, na cor vermelha. O kit também inclui modificações aerodinâmicas no veículo, que ganha aerofólio traseiro e defletor dianteiro maiores. As modificações reforçam ainda mais o aspecto esportivo do veículo, que tem o distintivo “Jaguar XKR Cupê” na cor da carroceria.
Speed Pack
Se o motor Supercharged V8 de 5.0 litros, injeção direta de combustível e torque de 625 Nm já empurra o XKR 2011 da imobilidade aos 100 km/h em 4.6 segundos, o Speed Pack torna ainda mais rápida a linha 2011 do veículo. A velocidade final, limitada a 250 km/h foi aumentada com o kit para 280 km/h – ainda eletronicamente limitada –, tornando o veículo o mais rápido XKR já produzido em toda a história da Jaguar. Para manter a estabilidade em tamanha velocidade, o veículo ganhou um aerofólio traseiro maior, assim como um defletor dianteiro reformulado. O controle de diferencial ativo computadorizado encarrega-se de reduzir a sensibilidade na direção em alta velocidade, o que melhora a dirigibilidade do modelo. O Speed Pack também oferece sete opções de cores da carroceria, que, por sua vez, conta com alguns detalhes como as entradas de ar laterais e grade dianteira com revestimento cromado.
Special Edition
Série top de linha do novo XKR 2011, a Special Edition une a aparência do kit Black Pack com o desempenho do Speed Pack.
terça-feira, 23 de fevereiro de 2010
Penske 2010

Saveiro Cross

A Volkswagen acaba de lançar a nova top de linha da Saveiro. Chamada de Cross, chega ao mercado apenas na configuração cabine estendida e custa a partir de R$ 41.840 e traz como itens de série direção hidráulica, trio elétrico, sensor de estacionamento traseiro e capota marítima. O motor é um 1.6 de 101 cv (cavalos) com gasolina e 104 cv com álcool.

segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010
5 by Peugeot
O conceito 5 By Peugeot, que expressa a ambição da Marca no segmento dos sedãs com alto nível de requinte, será apresentado ao público em março, durante o Salão de Genebra. Suas linhas fluídas e elegantes encontram perfeita harmonia com sutis detalhes tecnológicos, conferindo ao conjunto um design exclusivo, moderno e atemporal. O desenho do 5 By Peugeot foi norteado a partir da permanente pesquisa de volumes perfeitamente equilibrados e aperfeiçoados. Desta forma, as linhas desta silhueta três volumes combinam de forma harmoniosa, sem rupturas, do capô dianteiro até o porta-malas: todas as superfícies são niveladas e as folgas entre cada elemento foram definidas com total precisão.Atributos como elegância, precisão e dinamismo, expressados através do estilo exterior, fundem-se com a mecânica aplicada a este conceito: ele integra a tecnologia HYbrid4, que será lançada em série no 3008, em 2011.
Com um motor 2.0 l HDi FAP de 163 cv localizado à frente e um motor elétrico de 37 cv introduzido na parte traseira, o 5 By Peugeot se utiliza de uma potência acumulada de 200 cv, beneficiando-se ao mesmo tempo de um modo elétrico a baixa velocidade e de tração nas quatro rodas, além de consumo e emissões reduzidos a níveis extremamente significativos: 3,8 l/100 km e 99 g/km de CO2, e zero emissão no modo elétrico.
domingo, 21 de fevereiro de 2010
GT3 Cup muda regras para 2010
Um carro clássico como prêmio, nova pontuação e inversão do grid de largada na segunda corrida serão as novidades do Porsche GT3 Cup Challenge Brasil em 2010. A categoria monomarca da Porsche iniciará sua sexta temporada respaldada na forte presença em eventos internacionais, na competitividade de suas corridas e na força de suas duas divisões – Cup, para os Porsche 911 GT3 Cup da geração “997”, e Cup Light, aberta aos carros da geração “996”. “Temos certeza de que a temporada 2010 será uma das mais marcantes do Porsche GT3 Cup no Brasil”, confia Dener Pires, diretor da categoria.
A temporada começará nos dias 6 e 7 de março em Curitiba, como evento suporte do WTCC (Campeonato Mundial de Carros de Turismo). Antes disso, nos dias 23 e 24 de fevereiro, os pilotos estarão em Interlagos para testes de pré-temporada.
Ao final do campeonato de 2010, o Porsche GT3 Cup Challenge Brasil oferecerá um prêmio inédito no automobilismo brasileiro: um carro clássico – no caso, um Porsche 356, ícone da marca alemã, fabricado entre 1948 e 1964. A unidade que será oferecida como prêmio já está a caminho do Brasil: é um modelo 1962, com carroceria cupê. O Porsche 356 será sorteado entre 11 pilotos – os dez primeiros colocados no campeonato e mais um, escolhido por sorteio, que tenha terminado de 11º para trás e, obrigatoriamente, largado em todas as 16 provas do ano. O sorteio será feito por meio de bolas numeradas colocadas em um globo giratório e será definida uma escala na qual o campeão tenha um número maior de bolas e o 11º piloto, apenas uma. “Se o carro ficar para o campeão, será um prêmio extra por uma temporada vitoriosa; se o sorteio beneficiar outro piloto, será um bônus pelas atuações e pela presença ao longo do ano, qualquer que seja a colocação resultante delas”, explica Dener Pires. “Esse sistema vai manter todos os pilotos extremamente motivados a participar de todas as provas e dar o melhor de si da primeira à última corrida.”
O crescimento expressivo do Porsche GT3 Cup, tanto de público quanto de interesse da mídia, levou a uma alteração na programação dos eventos. Nos primeiros cinco anos, a categoria tinha treino classificatório realizado na sexta-feira e rodadas duplas aos sábados – isso só mudava quando a categoria fazia provas de suporte de eventos internacionais, como o WTCC (Campeonato Mundial de Carros de Turismo) e o Grande Prêmio do Brasil de Fórmula 1. A partir de 2010, a sexta-feira terá treinos opcionais das duas categorias e aos sábados, após o treino classificatório da Light, acontecerão o classificatório e a primeira corrida dos Porsche “997”. Aos domingos, serão realizadas a prova única da Light e a segunda corrida da Cup. “Com isso, a programação fica bem mais atraente para o público e nossa equipe de mecânicos ganha mais tempo para fazer eventuais reparos nos carros entre uma corrida e outra”, explica Dener.
O grid de largada da segunda corrida da Cup “997” continuará sendo definido pelo resultado da primeira corrida do final de semana. A novidade a partir de 2010 é a inversão das dez primeiras colocações, com o décimo colocado largando na pole position, o nono em segundo e assim sucessivamente. “É uma idéia antiga e que finalmente estamos colocando em prática. Vai tornar as corridas ainda mais disputadas e imprevisíveis”, aposta Dener.
A pontuação também foi ligeiramente alterada. Na primeira prova da “997”, os pontos para os 15 primeiros colocados serão atribuídos na escala 22-20-18-16-14-12-10-9-8-7-6-5-4-3-2. Na segunda corrida da 997 e na prova única da Light, a escala será 20-18-16-14-12-10-9-8-7-6-5-4-3-2-1. Em ambas as divisões, a classificação final será apurada considerando o descarte das duas piores pontuações de cada piloto ao longo da temporada.
O calendário da temporada 2010 teve uma alteração em virtude da mudança de data do Grande Prêmio do Brasil de Fórmula 1, prova da qual o Porsche GT3 Cup fará parte da programação. As novas datas são as seguintes:
6 e 7 de março – Curitiba-PR (preliminar do WTCC)
17 e 18 de abril – Jacarepaguá (Rio de Janeiro-RJ)
15 e 16 de maio – Velopark (Nova Santa Rita-RS)
19 e 20 de junho – Interlagos (São Paulo-SP)
28 e 29 de agosto – Interlagos (São Paulo-SP)
16 e 17 de outubro – Curitiba-PR
6 e 7 de novembro – Interlagos (São Paulo-SP) – preliminar do GP do Brasil de F1
11 e 12 de dezembro – Interlagos (São Paulo-SP)
A temporada começará nos dias 6 e 7 de março em Curitiba, como evento suporte do WTCC (Campeonato Mundial de Carros de Turismo). Antes disso, nos dias 23 e 24 de fevereiro, os pilotos estarão em Interlagos para testes de pré-temporada.
Ao final do campeonato de 2010, o Porsche GT3 Cup Challenge Brasil oferecerá um prêmio inédito no automobilismo brasileiro: um carro clássico – no caso, um Porsche 356, ícone da marca alemã, fabricado entre 1948 e 1964. A unidade que será oferecida como prêmio já está a caminho do Brasil: é um modelo 1962, com carroceria cupê. O Porsche 356 será sorteado entre 11 pilotos – os dez primeiros colocados no campeonato e mais um, escolhido por sorteio, que tenha terminado de 11º para trás e, obrigatoriamente, largado em todas as 16 provas do ano. O sorteio será feito por meio de bolas numeradas colocadas em um globo giratório e será definida uma escala na qual o campeão tenha um número maior de bolas e o 11º piloto, apenas uma. “Se o carro ficar para o campeão, será um prêmio extra por uma temporada vitoriosa; se o sorteio beneficiar outro piloto, será um bônus pelas atuações e pela presença ao longo do ano, qualquer que seja a colocação resultante delas”, explica Dener Pires. “Esse sistema vai manter todos os pilotos extremamente motivados a participar de todas as provas e dar o melhor de si da primeira à última corrida.”
O crescimento expressivo do Porsche GT3 Cup, tanto de público quanto de interesse da mídia, levou a uma alteração na programação dos eventos. Nos primeiros cinco anos, a categoria tinha treino classificatório realizado na sexta-feira e rodadas duplas aos sábados – isso só mudava quando a categoria fazia provas de suporte de eventos internacionais, como o WTCC (Campeonato Mundial de Carros de Turismo) e o Grande Prêmio do Brasil de Fórmula 1. A partir de 2010, a sexta-feira terá treinos opcionais das duas categorias e aos sábados, após o treino classificatório da Light, acontecerão o classificatório e a primeira corrida dos Porsche “997”. Aos domingos, serão realizadas a prova única da Light e a segunda corrida da Cup. “Com isso, a programação fica bem mais atraente para o público e nossa equipe de mecânicos ganha mais tempo para fazer eventuais reparos nos carros entre uma corrida e outra”, explica Dener.
O grid de largada da segunda corrida da Cup “997” continuará sendo definido pelo resultado da primeira corrida do final de semana. A novidade a partir de 2010 é a inversão das dez primeiras colocações, com o décimo colocado largando na pole position, o nono em segundo e assim sucessivamente. “É uma idéia antiga e que finalmente estamos colocando em prática. Vai tornar as corridas ainda mais disputadas e imprevisíveis”, aposta Dener.
A pontuação também foi ligeiramente alterada. Na primeira prova da “997”, os pontos para os 15 primeiros colocados serão atribuídos na escala 22-20-18-16-14-12-10-9-8-7-6-5-4-3-2. Na segunda corrida da 997 e na prova única da Light, a escala será 20-18-16-14-12-10-9-8-7-6-5-4-3-2-1. Em ambas as divisões, a classificação final será apurada considerando o descarte das duas piores pontuações de cada piloto ao longo da temporada.
O calendário da temporada 2010 teve uma alteração em virtude da mudança de data do Grande Prêmio do Brasil de Fórmula 1, prova da qual o Porsche GT3 Cup fará parte da programação. As novas datas são as seguintes:
6 e 7 de março – Curitiba-PR (preliminar do WTCC)
17 e 18 de abril – Jacarepaguá (Rio de Janeiro-RJ)
15 e 16 de maio – Velopark (Nova Santa Rita-RS)
19 e 20 de junho – Interlagos (São Paulo-SP)
28 e 29 de agosto – Interlagos (São Paulo-SP)
16 e 17 de outubro – Curitiba-PR
6 e 7 de novembro – Interlagos (São Paulo-SP) – preliminar do GP do Brasil de F1
11 e 12 de dezembro – Interlagos (São Paulo-SP)
sábado, 20 de fevereiro de 2010
Kia Ray
Revelado na semana passada no Salão do Automóvel de Chicago 2010, o conceito Kia Ray Híbrido Plug-in demonstra que a Kia Motors está avançando no programa global de pesquisa de combustíveis alternativos e conjuntos moto-propulsores, e na sua sub-marca chamada ‘EcoDynamics’, com intuito de desenvolver tecnologias inovadoras de redução de consumo de combustíveis e de emissões. Recentemente, a marca ‘EcoDynamics’ deu um grande passo a frente com a introdução do Kia Mohave Fuel Cell Electric Vehicle (FCEV), seguido do Cerato LPI Híbrido, do Kia cee'd híbrido a gasolina e do Kia Sorento Híbrido twin-turbo diesel.
O conceito Kia Ray é uma união ousada entre design e engenharia, uma vez que o mundo exige veículos mais eficientes, que combinem linhas sofisticadas e elegantes com funcionalidade e economia de combustível. O Ray apresenta um sedã compacto futurista de quatro lugares baseado na plataforma do Kia Cerato e demonstra uma perspectiva de veículo híbrido plug-in da Kia. Projetado com pouco peso e materiais reciclados, bem como com células solares hexagonais embutidas no painel de vidro do teto que lhe dá iluminação extra ou sistema de controle climático, o Kia Ray é o quinto veículo do Centro de Design Kia da América (KDCA) em Irvine, Califórnia. Os mais recentes projetos da KDCA foram os modelos Kia Soul, Cerato, Cerato Koup e novo Sorento.
O aerodinâmico Ray combina design e engenharia para uma máxima eficiência, incorporando superfícies limpas e lisas e minimizando bordas desnecessárias, possui um perfil fluido e traseira alongada sob uma tampa traseira ligeiramente elevada para reduzir o arrasto aerodinâmico, controles touch-screen, direção drive-by-wire, teto solar revestido de vidro e uma bateria de lítio-polímero – itens indicadores da tecnologia do futuro da Kia Motors. Como um híbrido plug-in, o Ray é projetado para alcançar distâncias de mais de 80 quilômetros usando seu motor elétrico com uma única carga, e tem um índice de economia de combustível de mais de 85,9 quilômetros por litro, e uma autonomia total de 1.200 km. O interior é baseado em aeronaves.
O conceito Kia Ray é uma união ousada entre design e engenharia, uma vez que o mundo exige veículos mais eficientes, que combinem linhas sofisticadas e elegantes com funcionalidade e economia de combustível. O Ray apresenta um sedã compacto futurista de quatro lugares baseado na plataforma do Kia Cerato e demonstra uma perspectiva de veículo híbrido plug-in da Kia. Projetado com pouco peso e materiais reciclados, bem como com células solares hexagonais embutidas no painel de vidro do teto que lhe dá iluminação extra ou sistema de controle climático, o Kia Ray é o quinto veículo do Centro de Design Kia da América (KDCA) em Irvine, Califórnia. Os mais recentes projetos da KDCA foram os modelos Kia Soul, Cerato, Cerato Koup e novo Sorento.
O aerodinâmico Ray combina design e engenharia para uma máxima eficiência, incorporando superfícies limpas e lisas e minimizando bordas desnecessárias, possui um perfil fluido e traseira alongada sob uma tampa traseira ligeiramente elevada para reduzir o arrasto aerodinâmico, controles touch-screen, direção drive-by-wire, teto solar revestido de vidro e uma bateria de lítio-polímero – itens indicadores da tecnologia do futuro da Kia Motors. Como um híbrido plug-in, o Ray é projetado para alcançar distâncias de mais de 80 quilômetros usando seu motor elétrico com uma única carga, e tem um índice de economia de combustível de mais de 85,9 quilômetros por litro, e uma autonomia total de 1.200 km. O interior é baseado em aeronaves.
sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010
Quentinhas
GM estuda lançar o Camaro no Brasil - A GM informa que está conduzindo estudos "exaustivos" para lançar o esportivo Camaro, que dispensa apresentações, no Brasil. Então para de estudar e lança logo, sucesso garantido.
911 Turbo aqui em março - E já que o assunto é esporivo, a Stuttgart Sportcar, importador oficial Porsche no Brasil, confirmou para a segunda quinzena de março a chegada das primeiras unidades do novo 911 Turbo. O carro teve diversas modificações em relação à geração fabricada entre 2006 e 2009, como motor exclusivo e novas tecnologias que aumentaram ainda mais a potência e a dirigibilidade. Os preços iniciais são de R$ 739.000,00 (911 Turbo cupê) e R$ 789.000,00 (911 Turbo Cabriolet).
911 Turbo aqui em março - E já que o assunto é esporivo, a Stuttgart Sportcar, importador oficial Porsche no Brasil, confirmou para a segunda quinzena de março a chegada das primeiras unidades do novo 911 Turbo. O carro teve diversas modificações em relação à geração fabricada entre 2006 e 2009, como motor exclusivo e novas tecnologias que aumentaram ainda mais a potência e a dirigibilidade. Os preços iniciais são de R$ 739.000,00 (911 Turbo cupê) e R$ 789.000,00 (911 Turbo Cabriolet).
Porsche 911 GT3 Hybrid
A tecnologia do 911 GT3 R Hybrid foi desenvolvida especialmente para carros de corrida, com sua configuração e componentes se destacando significativamente dos sistemas híbridos convencionais. O eixo dianteiro é equipado com dois motores elétricos com 60 KW de potência cada um. Eles complementam o motor de 480 cv de 4 litros com seis cilindros opostos, localizado na traseira do 911 GT3 R Hybrid. Outro ponto significativo é que, em vez de usar as baterias normais de um carro híbrido de rua, um gerador elétrico acoplado ao volante do motor fornece energia aos motores elétricos.
O próprio gerador do volante do motor é um motor elétrico, cujo rotor gira a velocidades de até 40.000 rpm, armazenando energia mecânica como energia de rotação. O gerador é carregado sempre que o motorista aciona os freios, com os dois motores elétricos distribuindo esta potência no eixo dianteiro. Dessa forma, sempre que o motorista desejar acelerar o carro, como no caso de ultrapassagens, ele pode utilizar a energia adicional do gerador elétrico, que fornece até 120 kW de potência aos dois motores elétricos na dianteira, gerados a partir de sua energia cinética. Esta energia adicional estará à disposição do condutor do 911 GT3 R Hybrid depois de cada processo de carga, durante o tempo aproximado de 6 a 8 segundos. Com esse sistema, a energia que antes era convertida em calor e, portanto, desperdiçada todas as vezes em que os freios eram acionados, agora é convertida em mais potência para a direção.
Dependendo das condições da corrida, a propulsão híbrida pode ser utilizada não só para gerar mais potência, mas também para economizar combustível, o que, mais uma vez, aumenta sua eficiência e, consequentemente, o desempenho do 911 GT3 R Hybrid ao, por exemplo, reduzir o peso do tanque ou fazer com que as paradas nos boxes sejam menos frequentes.
Depois de seu lançamento em Genebra, o 911 GT3 R Hybrid será testado em corridas de longa distância em Nürburgring. O destaque deste programa de provas será a 24 horas de Nürburgring, que acontecerá nos dias 15 e 16 de maio. O enfoque da Porsche para esta ocasião não é vencer a disputa com o 911 GT3 R Hybrid, mas comprovar sua posição de liderança em termos de tecnologia, além de mostrar que se trata de um “laboratório de corridas”, oferecendo conhecimento para um uso posterior de tecnologia híbrida para carros esportivos de rua.
quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010
Audi A1
O público do Salão de Genebra, que acontece na primeira quinzena de março, poderá ver de perto toda tecnologia e design do novo Audi A1. Com menos de 4,0 metros de comprimento, o primeiro compacto da categoria Premium esbanja charme, modernidade e um desenho único. Predominantemente urbano, o modelo é ágil no trânsito das grandes cidades e oferece facilidades para o uso no dia a dia, além de motores potentes e econômicos. O modelo será produzido na fábrica da Audi em Bruxelas, que recebeu investimentos de mais de 100 milhões de euros na modernização das instalações, para satisfazer as mais rigorosas normas de qualidade.
Com linhas harmoniosas, o novo Audi A1 chama atenção pelo design cupê, inovador e marcante. A linha de ombro pronunciada, o arco das colunas A e C em cor contrastante e a inclinação dos pilares dão a este três portas uma silhueta poderosa. As dimensões também chamam atenção: o modelo tem 3,95 metros de comprimento, tamanho superior ao dos concorrentes da categoria. A largura é de 1,74 metros e a altura de 1,42 metros, mas apesar dos números, o modelo oferece conforto e comodidade aos quatro ocupantes, graças à distância entre - eixos de 2,47 metros.
Na lateral, um detalhe interessante marca o design do carro: a Tornado Line (linha do furacão), caracterizada pela entrada da borda superior do capô que se estende abaixo das janelas, até a traseira – continuando pela porta de trás. O elemento de design, que dá ares de poder, é utilizado em outro ícone da marca, o Audi TT, eleito várias vezes como um dos carros mais bonitos do mundo.
O novo Audi A1 é espaçoso e arejado, com painel de instrumentos que lembra a asa de um avião, com quatro entradas de ar redondas representando as turbinas do jato. Com detalhes que enfatizam a categoria Premium do modelo, o Audi A1oferece um pacote de estilo focado em infontainment, além de opções de personalização do modelo de acordo com o proprietário, com cores modernas e materiais inovadores: saídas de ar coloridas, luzes com LEDs ou assentos com cores diferenciadas, por exemplo.
O Audi A1 tem quatro opções de motores: dois a gasolina TFSI e dois a diesel TDI. Todos com injeção direta de combustível e turbocompressor, que garantem eficiência e consumo mínimo de combustível variando de 3,8 a 5,4 litros por 100 km.
O motor de entrada a gasolina é um 1,2 TFSI que gera 86 cv de potência e produz torque máximo de 160 Nm, já entre 1.500 e 3.500 rpm. Juntamente com a transmissão manual de cinco velocidades, este quatro cilindros acelera o Audi A1 de 0 a 100 km / h em 12,1 segundos, e tem velocidade máxima de 179 km / h. O consumo nos padrões da União Europeia é de apenas 5,1 litros de combustível por 100 km (19,60 km/litro), que corresponde a apenas 119 g de CO2/km.
Este propulsor recém-desenvolvido, com duas válvulas por cilindro e 1.197 cm3 de cilindrada, foi otimizado para ter baixo peso e fricção. O cárter de alumínio fundido tem seu próprio circuito de refrigeração separado da cabeça do cilindro. A água do bloco não circula imediatamente após o arranque do motor, permitindo que o mesmo chegue à temperatura elevada mais depressa e encurtando a fase de aumento da resistência ao atrito, devido ao óleo frio.
O motor 1,4 TFSI de 122 cv de potência tem torque máximo de 200 Nm, disponível continuamente entre 1.500 e 4.000 rpm. Um turbocharger com intercooler pressuriza o motor de 1.390 cm3 e quatro válvulas por cilindro.
Com a transmissão de sete velocidade S-Tronic, o 1,4 TFSI acelera de 0 a 100 km/hora o Audi A1 em 9,1 segundos. A velocidade máxima é de 200 km/h. Com câmbio padrão manual de seis velocidades o sprint é feito em 9,2 segundos, sem afetar a máxima. O consumo médio de combustível do modelo equipado com S Tronic é de apenas 5,1 litros por 100 km no ciclo de ensaio UE.
Todos os motores do Audi A1 usam tecnologia inteligente que recupera a energia durante a frenagem, que é armazenada temporariamente na bateria. Quando o carro acelera novamente, a energia retorna ao sistema elétrico, aliviando a carga do gerador.
Outro sistema moderno é o star-stop, que desliga o motor quando o carro está em repouso - se o câmbio está em ponto morto e o pé fora do pedal de embreagem-, e liga de volta quando o pedal de embreagem é pressionado.

Inflação do carro dispara
A Inflação do Carro subiu em janeiro 2,86%, a segunda maior alta dos últimos 48 meses (desde janeiro de 2006), só superada pela inflação de novembro, quando álcool teve um aumento de 13,31%. Mais uma vez o álcool combustível, foi o item da cesta de produtos e serviços que mais subiu, com 12,03%. Como o álcool tem grande participação no cálculo da Inflação, acabou elevando o índice total.
Outro item que subiu muito no ano passado, o estacionamento também apresentou alta expressiva no primeiro mês do ano: o estacionamento mensal subiu 1,75% e o estacionamento fracionado, por hora, teve um aumento de 7,30%. O estacionamento é o terceiro item que mais pesa no bolso do consumidor, perdendo apenas para os combustíveis e o seguro.
A boa notícia é a “deflação” do IPVA: o imposto ficou mais barato do que no ano passado, pois a base de comparação usada pela Secretaria da Fazenda é o mês de agosto, portanto antes da crise, quando os preços estavam em alta. O percentual permanece o mesmo: o IPVA é 4% na gasolina e no flex, 3% no álcool e 2% no diesel. O IPVA caiu 6,67%.
Outro item que subiu muito no ano passado, o estacionamento também apresentou alta expressiva no primeiro mês do ano: o estacionamento mensal subiu 1,75% e o estacionamento fracionado, por hora, teve um aumento de 7,30%. O estacionamento é o terceiro item que mais pesa no bolso do consumidor, perdendo apenas para os combustíveis e o seguro.
A boa notícia é a “deflação” do IPVA: o imposto ficou mais barato do que no ano passado, pois a base de comparação usada pela Secretaria da Fazenda é o mês de agosto, portanto antes da crise, quando os preços estavam em alta. O percentual permanece o mesmo: o IPVA é 4% na gasolina e no flex, 3% no álcool e 2% no diesel. O IPVA caiu 6,67%.
Dicas de Manutenção - Câmbio automático
Na Reta em Drive
A primeira dica pode parecer simples, mas chega a ser esquecida ou mesmo desconhecida por algumas pessoas. Sempre que o carro estiver no plano, em velocidade de cruzeiro, o câmbio automático deve permanecer em "D" (Drive), inclusive nas ultrapassagens.
Subindo sem Esforço
Antes de arrancar com o veículo em subidas, o ideal é colocar a alavanca em "1" ou "L" (Low). Nesta posição, a transmissão suporta um esforço maior, pois está com a sua pressão interna elevada, impedindo que os elementos internos patinem.
Se o sistema for "Tiptronic" ou similar, será preciso dar um toque para trás na alavanca de marchas, no sentido da redução, ao levá-la para o trilho de trocas manuais. Dessa forma, a transmissão entrará em "L" automaticamente.
Na Descida da Serra
A posição "1" ou "L" também deve ser utilizada em descidas muito íngremes ou serras, pois ativa automaticamente o freio motor. Com esse cuidado, o motorista poupa o sistema de freios do veículo.
Se a descida for longa e moderada, como é comum algumas vezes, vale o mesmo cuidado. É prudente ir reduzindo (por exemplo: de "D" para "4", "3", "2" ou mesmo para "1") até que se perceba que a transmissão automática está auxiliando na frenagem.
Sem Medo de Atolar
Antes de trafegar por terrenos escorregadios (barro, areia, grama ou pedra) é preciso posicionar a alavanca do câmbio, com o veículo ainda parado, em "2" ou "I" (alguns modelos contam com uma tecla própria: "Winter" ou "Snow"). Essa posição reduz o torque aplicado nas rodas e evita que o veículo atole devido ao giro excessivo.
Cuidados Antes da Viagem
Com alguns pequenos cuidados e a manutenção preventiva em dia, o câmbio automático dificilmente deixa os motoristas pelo caminho. Então, antes de pegar a estrada, esteja sempre alerta:
- para manchas de fluido avermelhado no piso da garagem (podem indicar vazamentos);
- no nível do fluido, que precisa ser verificado periodicamente e mantido sempre dentro das marcas. Nem acima, nem abaixo;
- ao completar o nível, é preciso utilizar apenas o fluido indicado no manual do veículo ou transmissão;
- ao notar barulhos estranhos ou trancos nas trocas de marchas, procure imediatamente um profissional especializado.
A inspeção constante da transmissão automática é fundamental para ampliar a durabilidade do sistema e tornar a manutenção muito mais barata. Na maioria das vezes, grandes quebras são causadas por pequenos problemas.
Fonte: Brasil Automático
A primeira dica pode parecer simples, mas chega a ser esquecida ou mesmo desconhecida por algumas pessoas. Sempre que o carro estiver no plano, em velocidade de cruzeiro, o câmbio automático deve permanecer em "D" (Drive), inclusive nas ultrapassagens.
Subindo sem Esforço
Antes de arrancar com o veículo em subidas, o ideal é colocar a alavanca em "1" ou "L" (Low). Nesta posição, a transmissão suporta um esforço maior, pois está com a sua pressão interna elevada, impedindo que os elementos internos patinem.
Se o sistema for "Tiptronic" ou similar, será preciso dar um toque para trás na alavanca de marchas, no sentido da redução, ao levá-la para o trilho de trocas manuais. Dessa forma, a transmissão entrará em "L" automaticamente.
Na Descida da Serra
A posição "1" ou "L" também deve ser utilizada em descidas muito íngremes ou serras, pois ativa automaticamente o freio motor. Com esse cuidado, o motorista poupa o sistema de freios do veículo.
Se a descida for longa e moderada, como é comum algumas vezes, vale o mesmo cuidado. É prudente ir reduzindo (por exemplo: de "D" para "4", "3", "2" ou mesmo para "1") até que se perceba que a transmissão automática está auxiliando na frenagem.
Sem Medo de Atolar
Antes de trafegar por terrenos escorregadios (barro, areia, grama ou pedra) é preciso posicionar a alavanca do câmbio, com o veículo ainda parado, em "2" ou "I" (alguns modelos contam com uma tecla própria: "Winter" ou "Snow"). Essa posição reduz o torque aplicado nas rodas e evita que o veículo atole devido ao giro excessivo.
Cuidados Antes da Viagem
Com alguns pequenos cuidados e a manutenção preventiva em dia, o câmbio automático dificilmente deixa os motoristas pelo caminho. Então, antes de pegar a estrada, esteja sempre alerta:
- para manchas de fluido avermelhado no piso da garagem (podem indicar vazamentos);
- no nível do fluido, que precisa ser verificado periodicamente e mantido sempre dentro das marcas. Nem acima, nem abaixo;
- ao completar o nível, é preciso utilizar apenas o fluido indicado no manual do veículo ou transmissão;
- ao notar barulhos estranhos ou trancos nas trocas de marchas, procure imediatamente um profissional especializado.
A inspeção constante da transmissão automática é fundamental para ampliar a durabilidade do sistema e tornar a manutenção muito mais barata. Na maioria das vezes, grandes quebras são causadas por pequenos problemas.
Fonte: Brasil Automático
quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010
Longo reinado para motores a combustão
* Por Fernando Calmon
Apesar de todo o entusiasmo pelas novas tecnologias e o aparato promocional cercando o carro elétrico, a realidade se mostra bem diferente. Os motores a combustão interna (MCI) que consomem etanol, gasolina, diesel ou gás natural têm e terão, no mínimo em médio prazo, um papel bastante relevante a cumprir. Mesmo nos híbridos (motores a combustão e elétrico em série ou em paralelo), com ou sem carregamento de bateria na tomada (plugged in), há dificuldades pelo alto preço e infraestrutura. Afinal, faltam tomadas e medidores nas garagens de prédios para os plugados.
Em 2009, se prevê um bom ano para os híbridos. Porém, nada além de 2% a 3% das vendas totais de automóveis e comerciais leves nos EUA, o maior mercado para esse tipo de veículo. No Japão e na Europa a procura cresce, sem supera aquele percentual. Nas pesquisas, o consumidor médio – não tão ligado em questões ambientais – interessa-se pelos híbridos, mas desanima quando faz as contas de quanto pagará a mais e a longa quilometragem a percorrer para amortização. Esse fenômeno já ocorre nos EUA. A queda brusca do preço da gasolina desacelerou a procura. Projeções indicam pelo menos cinco anos até a participação dos híbridos dobrar para 6%.
No Brasil, o assunto ainda está no campo da curiosidade. A Mercedes-Benz planeja importar algumas unidades do S400h, seu topo de linha na versão híbrida, no começo de 2010. Na Argentina, a Toyota acaba de vender algumas unidades do Prius, o híbrido de maior sucesso. A empresa não escolheu o Brasil, ressaltando que teria de fazer algumas modificações no motor a combustão e o preço seria muito alto, além de não representar vantagem na emissão de CO2 se comparado ao etanol.
Otto versus Diesel
No MCI há dois ciclos termodinâmicos mais conhecidos: Otto (etanol, gasolina e gás) e Diesel (só aplicável com óleo diesel). Outro ciclo possível, o de Atkinson, de 1882, começa a ser considerado, em especial nos veículos híbridos. Mais adiante tem quem aposte na tecnologia HCCI (sigla, em inglês, para Ignição por Compressão de Carga Homogênea), que permitiria o uso tanto de gasolina/etanol como diesel, porém com grande vantagem para os dois primeiros. Gás natural também poderia se usar, mas a infraestrutura de abastecimento e os tanques são obstáculos financeiros a superar.
Entre diesel e gasolina/etanol há uma clara cisão no mundo. Segundo a revista Ward’s, as diferenças começaram ainda nos anos 1970. Os europeus se concentraram em economia de combustível e os americanos em combustíveis baratos e menos poluentes. A Europa procurou nos MCI a diesel também uma opção estratégica: avançou com os turbocompressores e injeção direta de galeria única (common rail), deixando o desenvolvimento de motores de ciclo Otto um pouco de lado. Cerca de 50% dos automóveis europeus vendidos em 2008 eram a diesel. A participação caiu em 2009 porque seu preço maior não atraiu os que aproveitaram incentivos governamentais para trocar um carro muito velho por um novo.
O fato é que mais de 70% das vendas mundiais de automóveis e veículos leves concentram-se em motores a gasolina ou etanol. O ciclo diesel promove combustão inerentemente “suja”. Consegue-se limpá-lo a um custo alto e “muletas” como filtro de particulados e injeção de ureia no escapamento. A seu favor, a economia de combustível que se reflete em emissão menor de CO2, atual vilão no mundo.
No entanto, as próximas exigências ambientais nos países centrais, quanto a material particulado (MP) e óxidos de nitrogênio (NOx), encarecerão ainda mais os motores a diesel. Os MCI do ciclo Otto não emitem MP e a baixa emissão de NOx se controla com um catalisador barato. Resta diminuir o consumo e a consequente emissão de CO2. Vários fabricantes já acordaram para essa realidade. Investem para diminuir a vantagem de 20% a 25% no consumo de diesel, em relação à gasolina, para algo em torno de 10% e ainda se mantendo mais barato.
Melhoras à vista
Há muito ainda a avançar. Algumas conquistas já chegaram, porém ainda se necessita trabalhar para baixar custos e viabilizar escala de produção. A mais evidente é o downsizing: diminuição de cilindrada acompanhada de superalimentação por meio de turbocompressores ou compressores centrífugos. Em combinação com a injeção direta proporciona ao ciclo Otto boa economia de combustível e ótimo desempenho. A Ford vai aplicar o que chama de Ecoboost em 90% de seus motores até 2012. A Volkswagen, com seus TFSI, foi pioneira. Nos motores flex utilizando etanol os ganhos são ainda maiores.
Eliminar a borboleta de aceleração ajuda a diminuir as perdas por bombeamento. A BMW usa esse recurso (Valvetronic) nos motores de ciclo Otto. A Fiat Powertrain Technologies (FPT) lançou agora o sistema Multiair de controle eletro-hidráulico das válvulas de admissão que funciona com injeção indireta ou direta. A economia de combustível é de 10%. Ao mesmo tempo crescem potência (10%) e torque (15%), além de diminuir emissões tóxicas. Também se aplicaria ao diesel, mas os ganhos são pouco marcantes: estes já não possuem a borboleta de aceleração.
O próximo passo é a ascensão de motores de três cilindros nos próximos anos. Eles já existem, mas serão bem aperfeiçoados graças às novas tecnologias. Volkswagen, Ford, BMW, Mercedes-Benz, Peugeot-Citroën e Nissan anunciaram essa tendência e a Fiat objetiva também os de dois cilindros. As marcas japonesas já se posicionaram a favor dos MCI Otto. A Nissan desenvolve injetores duplos por cilindro, solução mais barata que a injeção direta em motores de baixo custo. Eliminar velas de ignição, substituindo-as por raios laser, vem sendo pesquisado na Universidade de Liverpool, com apoio da Ford inglesa. Será outro grande salto tecnológico em relação ao ciclo Diesel.
Desligar e religar o motor de forma automática nos congestionamentos (stop/start), com economia superior a 10% em muitos casos, é um recurso que se estima alcançar 50% dos carros vendidos na Europa até 2012. Sistema de recuperação de energia em frenagens também crescerá, demonstrando que os MCI ainda tem um longo reinado à frente.
Apesar de todo o entusiasmo pelas novas tecnologias e o aparato promocional cercando o carro elétrico, a realidade se mostra bem diferente. Os motores a combustão interna (MCI) que consomem etanol, gasolina, diesel ou gás natural têm e terão, no mínimo em médio prazo, um papel bastante relevante a cumprir. Mesmo nos híbridos (motores a combustão e elétrico em série ou em paralelo), com ou sem carregamento de bateria na tomada (plugged in), há dificuldades pelo alto preço e infraestrutura. Afinal, faltam tomadas e medidores nas garagens de prédios para os plugados.
Em 2009, se prevê um bom ano para os híbridos. Porém, nada além de 2% a 3% das vendas totais de automóveis e comerciais leves nos EUA, o maior mercado para esse tipo de veículo. No Japão e na Europa a procura cresce, sem supera aquele percentual. Nas pesquisas, o consumidor médio – não tão ligado em questões ambientais – interessa-se pelos híbridos, mas desanima quando faz as contas de quanto pagará a mais e a longa quilometragem a percorrer para amortização. Esse fenômeno já ocorre nos EUA. A queda brusca do preço da gasolina desacelerou a procura. Projeções indicam pelo menos cinco anos até a participação dos híbridos dobrar para 6%.
No Brasil, o assunto ainda está no campo da curiosidade. A Mercedes-Benz planeja importar algumas unidades do S400h, seu topo de linha na versão híbrida, no começo de 2010. Na Argentina, a Toyota acaba de vender algumas unidades do Prius, o híbrido de maior sucesso. A empresa não escolheu o Brasil, ressaltando que teria de fazer algumas modificações no motor a combustão e o preço seria muito alto, além de não representar vantagem na emissão de CO2 se comparado ao etanol.
Otto versus Diesel
No MCI há dois ciclos termodinâmicos mais conhecidos: Otto (etanol, gasolina e gás) e Diesel (só aplicável com óleo diesel). Outro ciclo possível, o de Atkinson, de 1882, começa a ser considerado, em especial nos veículos híbridos. Mais adiante tem quem aposte na tecnologia HCCI (sigla, em inglês, para Ignição por Compressão de Carga Homogênea), que permitiria o uso tanto de gasolina/etanol como diesel, porém com grande vantagem para os dois primeiros. Gás natural também poderia se usar, mas a infraestrutura de abastecimento e os tanques são obstáculos financeiros a superar.
Entre diesel e gasolina/etanol há uma clara cisão no mundo. Segundo a revista Ward’s, as diferenças começaram ainda nos anos 1970. Os europeus se concentraram em economia de combustível e os americanos em combustíveis baratos e menos poluentes. A Europa procurou nos MCI a diesel também uma opção estratégica: avançou com os turbocompressores e injeção direta de galeria única (common rail), deixando o desenvolvimento de motores de ciclo Otto um pouco de lado. Cerca de 50% dos automóveis europeus vendidos em 2008 eram a diesel. A participação caiu em 2009 porque seu preço maior não atraiu os que aproveitaram incentivos governamentais para trocar um carro muito velho por um novo.
O fato é que mais de 70% das vendas mundiais de automóveis e veículos leves concentram-se em motores a gasolina ou etanol. O ciclo diesel promove combustão inerentemente “suja”. Consegue-se limpá-lo a um custo alto e “muletas” como filtro de particulados e injeção de ureia no escapamento. A seu favor, a economia de combustível que se reflete em emissão menor de CO2, atual vilão no mundo.
No entanto, as próximas exigências ambientais nos países centrais, quanto a material particulado (MP) e óxidos de nitrogênio (NOx), encarecerão ainda mais os motores a diesel. Os MCI do ciclo Otto não emitem MP e a baixa emissão de NOx se controla com um catalisador barato. Resta diminuir o consumo e a consequente emissão de CO2. Vários fabricantes já acordaram para essa realidade. Investem para diminuir a vantagem de 20% a 25% no consumo de diesel, em relação à gasolina, para algo em torno de 10% e ainda se mantendo mais barato.
Melhoras à vista
Há muito ainda a avançar. Algumas conquistas já chegaram, porém ainda se necessita trabalhar para baixar custos e viabilizar escala de produção. A mais evidente é o downsizing: diminuição de cilindrada acompanhada de superalimentação por meio de turbocompressores ou compressores centrífugos. Em combinação com a injeção direta proporciona ao ciclo Otto boa economia de combustível e ótimo desempenho. A Ford vai aplicar o que chama de Ecoboost em 90% de seus motores até 2012. A Volkswagen, com seus TFSI, foi pioneira. Nos motores flex utilizando etanol os ganhos são ainda maiores.
Eliminar a borboleta de aceleração ajuda a diminuir as perdas por bombeamento. A BMW usa esse recurso (Valvetronic) nos motores de ciclo Otto. A Fiat Powertrain Technologies (FPT) lançou agora o sistema Multiair de controle eletro-hidráulico das válvulas de admissão que funciona com injeção indireta ou direta. A economia de combustível é de 10%. Ao mesmo tempo crescem potência (10%) e torque (15%), além de diminuir emissões tóxicas. Também se aplicaria ao diesel, mas os ganhos são pouco marcantes: estes já não possuem a borboleta de aceleração.
O próximo passo é a ascensão de motores de três cilindros nos próximos anos. Eles já existem, mas serão bem aperfeiçoados graças às novas tecnologias. Volkswagen, Ford, BMW, Mercedes-Benz, Peugeot-Citroën e Nissan anunciaram essa tendência e a Fiat objetiva também os de dois cilindros. As marcas japonesas já se posicionaram a favor dos MCI Otto. A Nissan desenvolve injetores duplos por cilindro, solução mais barata que a injeção direta em motores de baixo custo. Eliminar velas de ignição, substituindo-as por raios laser, vem sendo pesquisado na Universidade de Liverpool, com apoio da Ford inglesa. Será outro grande salto tecnológico em relação ao ciclo Diesel.
Desligar e religar o motor de forma automática nos congestionamentos (stop/start), com economia superior a 10% em muitos casos, é um recurso que se estima alcançar 50% dos carros vendidos na Europa até 2012. Sistema de recuperação de energia em frenagens também crescerá, demonstrando que os MCI ainda tem um longo reinado à frente.
terça-feira, 16 de fevereiro de 2010
Dicas de Manutenção - Pneus
Trafegar com pneus carecas é extremamente periogoso e imprudente, além de ser uma infração de trânsito. Ter os pneus de seu veículo em ordem é uma obrigação do motorista para sua própria segurança e também pela dos demais. O assunto é sério e merece atenção, especialmente nesta época de chuvas e de viagens. Trafegar com pneus carecas, por exemplo, por uma rodovia e ter que enfrentar parte da viagem com chuva é receita quase certa para um acidente. Por isso, nunca é demais repetir: pneus carecas precisam ser trocados. Para ajudar o motorista a entender mais do assunto e saber quando está na hora de trocar os pneus, Giovanni Carlo Rossi, consultor técnico da ANIP – Associação Nacional da Indústria de Pneumáticos, dá algumas dicas.
1) Quando sei que tenho que trocar os pneus?
O que deve ser observado para saber se está na hora de trocar os pneus é a parte que fica em contato com o solo, que é a banda de rodagem. É onde há o “desenho” do pneu, como os motoristas costumam chamar. Quando este “desenho” estiver perto do desgaste do limite de segurança que é de 1.6 mm de profundidade dos sulcos, o pneu já passa a ser considerado "careca" e aí é hora de trocá-lo.
Para ajudar os motoristas a saber quando está na hora de trocar o pneu, existe um indicador na banda de rodagem. Tecnicamente, ele é chamado de Tread Wear Indicator (TWI). É uma saliência de borracha com altura de 1.6mm que é colocada dentro do sulco do pneu. Quando o desgaste do pneu atinge esse indicador, significa que já está no limite de segurança e é hora de trocá-lo.
2) Como sei qual o pneu mais adequado para o meu carro?
Pneus de automóveis são desenvolvidos para fazer parte das características do automóvel, seja ele um carro pequeno e econômico ou um esportivo de alta performance. Diferentes carros, portanto, necessitam de pneus de concepções absolutamente diferentes e coerentes com as exigências de cada um. Para saber o pneu adequado para um carro, o proprietário deve consultar o manual do veículo
3) Qual a durabilidade para utilização dos pneus?
Não é possível determinar até qual quilometragem um pneu pode ser usado porque isso depende de vários fatores.
A duração dos pneus depende de uma série de fatores como a carga sobre o pneu, da pressão do pneu, da maneira de dirigir do motorista, da velocidade, da regularidade de marcha, das condições mecânicas do veículo, da concentração de tráfego e ainda outros fatores como clima e temperatura ambiente.
Os pneus do carro de um motorista que, por exemplo, sempre conduza em boas rodovias e com uma velocidade constante na maior parte do tempo tem uma duração x. Os pneus deste mesmo carro nas mãos de um motorista que dirija dentro de uma cidade como São Paulo, com um trânsito pesado de pára-anda-pára pode ter uma duração menor pelo desgaste que vem desta necessidade de brecadas e aceleradas constantes, por exemplo.
Além disso, a vida útil dos pneus depende de uma manutenção cuidadosa do motorista, que inclui, por exemplo, não sobrecarregá-los e checar periodicamente a calibragem.
Como não é possível determinar uma quilometragem específica para a troca de pneus, é muito importante que o motorista fique atento para o limite de segurança de desgaste que é de 1.6 mm de profundidade dos sulcos. Abaixo dessa medida, o pneu já passa a ser considerado "careca". A resolução do Contran 558/80 estabelece que trafegar com pneus abaixo do limite é ilegal. O veículo pode ser apreendido.
4) Quando tenho que realizar o balanceamento e alinhamento dos pneus?
O balanceamento ou alinhamento dos pneus devem ser realizados a cada 10.000 kms rodados, quando surgirem vibrações, na troca ou no conserto do pneu, quando o veículo sofrer impactos na suspensão, quando apresentar desgastes irregulares, quando forem substituídos componentes da suspensão ou quando o veículo estiver puxando para um lado.
5) Qual o risco de estar com os pneus carecas?
Dirigir com pneus carecas aumenta o risco de acidentes porque diminui o atrito entre o pneu e a pista, além de ser uma infração grave com cinco pontos na carteira. Motoristas devem estar alertas para realizar a troca do pneur antes que ele esteja totalmente liso.
6) Quais são as diferenças de pneus novos e reformados para carros de passeio?
Em primeiro lugar, é importante explicar que, no caso de carros de passeio, os pneus são produzidos de acordo com as diferentes necessidades dos mais variados modelos de carros que temos no mercado. Como consequência disso, é sempre melhor comprar o pneu novo e indicado pelo fabricante do veículo para que as características de rodagem e de segurança sejam mantidas. Além disso, o pneu novo oferece a possibilidade de rodar toda a sua primeira vida, com uma durabilidade maior do que o reformado.
O pneu reformado é um pneu que já desgastou toda sua banda de rodagem original (a banda de rodagem é a parte que fica em contato com a pista), rodou, portanto, muitos quilômetros e apresenta o fadigamento correspondente de sua estrutura. Além disso, na maioria das vezes, não se conhece sua vida anterior. Há, obviamente a conveniência econômica devido ao seu menor preço, mas há que se considerar que ele não terá o desempenho de um novo, ainda que tenha sido reformado, porque sua carcaça, que é a estrutura interna, já carrega a fatiga pelo uso.
Uma outra coisa que é importante que o motorista saiba é que há três tipos de “reforma” de pneus. Há a recapagem, que é a reforma da banda de rodagem, que é a parte que fica em contato com a pista. Na recauchutagem, além de reformar a banda de rodagem, também é substituído o “ombro” do pneu, que é a curva até o início da lateral do pneu. Na remoldagem, a reforma é geral e, neste caso, apaga-se a marca do pneu. Quando compra um pneu remoldado, o consumidor pode estar equipando seu carro, com quatro pneus de estruturas diferentes e isso certamente tem um impacto no desempenho do veículo.
7) É seguro comprar um pneu reformado para um carro de passeio?
Reformar um pneu de automóvel é perfeitamente possível e economicamente conveniente em alguns casos, mas é muito importante conhecer a vida anterior desse pneu, onde foi usado, sua quilometragem, fadigamento, estado, adequação ao veículo e obviamente o grau de qualidade oferecido pelo reformador.
Os motoristas de táxis que normalmente acompanham a vida de seus pneus obtém bons resultados com os pneus reformados. Os proprietários de automóveis de passeio, entretanto, devem ponderar bem sua decisão de escolha de comprar um pneu reformado. Se o consumidor não tiver informações sobre a vida anterior do produto, pode estar comprando um produto inferior.
Com relação a segurança do pneu reformado, independentemente do desempenho, cabe dizer que ele é seguro desde que reformado em oficinas especializadas em termos de maquinaria, processo, mão de obra e matérias primas de qualidade reconhecida.
9) Pneus tem garantia?
Os pneus tem garantia contratual oferecida pelos fabricantes de cinco anos a partir da data da nota fiscal de compra do pneu ou da data de compra do veículo (no caso de pneus de primeiro equipamento) ou na ausência destas, a partir da data de fabricação do pneu gravada na lateral, após o código DOT, constituída de quatro algarismos, onde os dois primeiros identificam a semana de produção e os dois últimos, o final do ano de fabricação.
10) Qual a calibração ideal?
Os pneus devem ser calibrados semanalmente de acordo com a indicação do manual do fabricante.
11) Quais procedimentos o usuário deve tomar com os pneus antes de pegar a estrada?
Em primeiro lugar, o motorista deve checar se o pneu não está próximo da marca de 1,6mm e, se estiver, a troca deve ser providenciada antes da viagem. Vale considerar que se for uma viagem longa e o motorista verificar que o pneu está quase chegando na marca de segurança, mas ainda daria para rodar um pouco mais, o mais seguro é trocar antes da viagem para evitar que o pneu fique careca no meio da viagem. Trafegar em estradas com pneu careca é perigoso, imprudente e, além disso, significa uma infração de trânsito. O motorista também não deve esquecer do estepe. Ele tem que estar em boas condições e pronto para o uso no caso de necessidade de troca.
1) Quando sei que tenho que trocar os pneus?
O que deve ser observado para saber se está na hora de trocar os pneus é a parte que fica em contato com o solo, que é a banda de rodagem. É onde há o “desenho” do pneu, como os motoristas costumam chamar. Quando este “desenho” estiver perto do desgaste do limite de segurança que é de 1.6 mm de profundidade dos sulcos, o pneu já passa a ser considerado "careca" e aí é hora de trocá-lo.
Para ajudar os motoristas a saber quando está na hora de trocar o pneu, existe um indicador na banda de rodagem. Tecnicamente, ele é chamado de Tread Wear Indicator (TWI). É uma saliência de borracha com altura de 1.6mm que é colocada dentro do sulco do pneu. Quando o desgaste do pneu atinge esse indicador, significa que já está no limite de segurança e é hora de trocá-lo.
2) Como sei qual o pneu mais adequado para o meu carro?
Pneus de automóveis são desenvolvidos para fazer parte das características do automóvel, seja ele um carro pequeno e econômico ou um esportivo de alta performance. Diferentes carros, portanto, necessitam de pneus de concepções absolutamente diferentes e coerentes com as exigências de cada um. Para saber o pneu adequado para um carro, o proprietário deve consultar o manual do veículo
3) Qual a durabilidade para utilização dos pneus?
Não é possível determinar até qual quilometragem um pneu pode ser usado porque isso depende de vários fatores.
A duração dos pneus depende de uma série de fatores como a carga sobre o pneu, da pressão do pneu, da maneira de dirigir do motorista, da velocidade, da regularidade de marcha, das condições mecânicas do veículo, da concentração de tráfego e ainda outros fatores como clima e temperatura ambiente.
Os pneus do carro de um motorista que, por exemplo, sempre conduza em boas rodovias e com uma velocidade constante na maior parte do tempo tem uma duração x. Os pneus deste mesmo carro nas mãos de um motorista que dirija dentro de uma cidade como São Paulo, com um trânsito pesado de pára-anda-pára pode ter uma duração menor pelo desgaste que vem desta necessidade de brecadas e aceleradas constantes, por exemplo.
Além disso, a vida útil dos pneus depende de uma manutenção cuidadosa do motorista, que inclui, por exemplo, não sobrecarregá-los e checar periodicamente a calibragem.
Como não é possível determinar uma quilometragem específica para a troca de pneus, é muito importante que o motorista fique atento para o limite de segurança de desgaste que é de 1.6 mm de profundidade dos sulcos. Abaixo dessa medida, o pneu já passa a ser considerado "careca". A resolução do Contran 558/80 estabelece que trafegar com pneus abaixo do limite é ilegal. O veículo pode ser apreendido.
4) Quando tenho que realizar o balanceamento e alinhamento dos pneus?
O balanceamento ou alinhamento dos pneus devem ser realizados a cada 10.000 kms rodados, quando surgirem vibrações, na troca ou no conserto do pneu, quando o veículo sofrer impactos na suspensão, quando apresentar desgastes irregulares, quando forem substituídos componentes da suspensão ou quando o veículo estiver puxando para um lado.
5) Qual o risco de estar com os pneus carecas?
Dirigir com pneus carecas aumenta o risco de acidentes porque diminui o atrito entre o pneu e a pista, além de ser uma infração grave com cinco pontos na carteira. Motoristas devem estar alertas para realizar a troca do pneur antes que ele esteja totalmente liso.
6) Quais são as diferenças de pneus novos e reformados para carros de passeio?
Em primeiro lugar, é importante explicar que, no caso de carros de passeio, os pneus são produzidos de acordo com as diferentes necessidades dos mais variados modelos de carros que temos no mercado. Como consequência disso, é sempre melhor comprar o pneu novo e indicado pelo fabricante do veículo para que as características de rodagem e de segurança sejam mantidas. Além disso, o pneu novo oferece a possibilidade de rodar toda a sua primeira vida, com uma durabilidade maior do que o reformado.
O pneu reformado é um pneu que já desgastou toda sua banda de rodagem original (a banda de rodagem é a parte que fica em contato com a pista), rodou, portanto, muitos quilômetros e apresenta o fadigamento correspondente de sua estrutura. Além disso, na maioria das vezes, não se conhece sua vida anterior. Há, obviamente a conveniência econômica devido ao seu menor preço, mas há que se considerar que ele não terá o desempenho de um novo, ainda que tenha sido reformado, porque sua carcaça, que é a estrutura interna, já carrega a fatiga pelo uso.
Uma outra coisa que é importante que o motorista saiba é que há três tipos de “reforma” de pneus. Há a recapagem, que é a reforma da banda de rodagem, que é a parte que fica em contato com a pista. Na recauchutagem, além de reformar a banda de rodagem, também é substituído o “ombro” do pneu, que é a curva até o início da lateral do pneu. Na remoldagem, a reforma é geral e, neste caso, apaga-se a marca do pneu. Quando compra um pneu remoldado, o consumidor pode estar equipando seu carro, com quatro pneus de estruturas diferentes e isso certamente tem um impacto no desempenho do veículo.
7) É seguro comprar um pneu reformado para um carro de passeio?
Reformar um pneu de automóvel é perfeitamente possível e economicamente conveniente em alguns casos, mas é muito importante conhecer a vida anterior desse pneu, onde foi usado, sua quilometragem, fadigamento, estado, adequação ao veículo e obviamente o grau de qualidade oferecido pelo reformador.
Os motoristas de táxis que normalmente acompanham a vida de seus pneus obtém bons resultados com os pneus reformados. Os proprietários de automóveis de passeio, entretanto, devem ponderar bem sua decisão de escolha de comprar um pneu reformado. Se o consumidor não tiver informações sobre a vida anterior do produto, pode estar comprando um produto inferior.
Com relação a segurança do pneu reformado, independentemente do desempenho, cabe dizer que ele é seguro desde que reformado em oficinas especializadas em termos de maquinaria, processo, mão de obra e matérias primas de qualidade reconhecida.
9) Pneus tem garantia?
Os pneus tem garantia contratual oferecida pelos fabricantes de cinco anos a partir da data da nota fiscal de compra do pneu ou da data de compra do veículo (no caso de pneus de primeiro equipamento) ou na ausência destas, a partir da data de fabricação do pneu gravada na lateral, após o código DOT, constituída de quatro algarismos, onde os dois primeiros identificam a semana de produção e os dois últimos, o final do ano de fabricação.
10) Qual a calibração ideal?
Os pneus devem ser calibrados semanalmente de acordo com a indicação do manual do fabricante.
11) Quais procedimentos o usuário deve tomar com os pneus antes de pegar a estrada?
Em primeiro lugar, o motorista deve checar se o pneu não está próximo da marca de 1,6mm e, se estiver, a troca deve ser providenciada antes da viagem. Vale considerar que se for uma viagem longa e o motorista verificar que o pneu está quase chegando na marca de segurança, mas ainda daria para rodar um pouco mais, o mais seguro é trocar antes da viagem para evitar que o pneu fique careca no meio da viagem. Trafegar em estradas com pneu careca é perigoso, imprudente e, além disso, significa uma infração de trânsito. O motorista também não deve esquecer do estepe. Ele tem que estar em boas condições e pronto para o uso no caso de necessidade de troca.
segunda-feira, 15 de fevereiro de 2010
Caso Toyota, como gerenciar crises
* Por Marcos Morita
Os recentes recalls promovidos pela Toyota atingiram o pilar mestre da montadora, cuja história foi construída em torno da qualidade total e do sistema homônimo, denominado produção enxuta ou lean manufacturing. Introduzido a partir do final da segunda guerra mundial, tinha como objetivos aumentar a produtividade da indústria japonesa e o estereótipo de produto ruim.
Com o passar das décadas, termos como kanban e just-in-time foram introduzidos ao vocabulário de consultores e especialistas ao redor do mundo. A moda era produzir em pequenos lotes através de funcionários multifuncionais. Evitar desperdícios e estoques tornou-se obsessão. Ao contrário do que pregaram um dia Taylor, Fayol e Ford, pais da produção em massa e especialização da mão-de-obra.
Hoje cerca de 2,4 milhões de usuários americanos, europeus e chineses não sabem se podem utilizar seus carros. O pedal do acelerador pode travar, provocando acidentes. Os brasileiros podem respirar aliviados, uma vez que os modelos que rodam por aqui – produzidos em Indaiatuba ou importados do Japão - não foram afetados. O mesmo não se pode dizer da marca.
Um incidente destas proporções afeta não somente a empresa, mas consumidores, investidores, fornecedores e canais de distribuição. Os números comprovam.
Os preços das ações caíram 14% desde o anúncio do recall, corroendo o valor de mercado da empresa em U$ 21 bilhões. O que dizer das 1.234 concessionárias americanas? Especialistas apontam perdas de U$ 2,47 bilhões de dólares com a queda nas vendas de carros novos e usados. Ford e GM estão oferecendo mil dólares aos proprietários de veículos Toyota que migrarem de marca.
Apesar dos aspectos negativos de um recall, um bom gerenciamento pode diminuir seus impactos. Encontrei um interessante artigo – “Planning for and implementing a product recall” escrito pelos especialistas, David J. Wix e Peter J. Mone, os quais apresentam uma série de dicas interessantes.
Com a globalização e o aumento na complexidade das operações, diversas empresas têm atuado em centenas de países com milhares de parceiros. Num cenário como este é praticamente certo que um dia haverá algum tipo de problema a ser contornado. Desta maneira, torna-se imperativo um plano de ação global, o qual contemple:
- A criação e o treinamento de uma equipe multidisciplinar para o assunto;
- Os passos para comunicar consumidores, distribuidores, revendedores e parceiros;
- Procedimentos necessários para alertar as autoridades governamentais envolvidas;
- O rastreamento dos produtos na cadeia de distribuição - da produção ao consumidor.
O alarme de um possível recall pode vir de diversas fontes. Consumidores, revendedores, distribuidores e funcionários. Não subestime nenhuma informação. Investigue, avalie e levante os riscos potenciais de forma rápida. Velocidade é crucial neste momento para mitigar boatos. Com o poder das redes sociais, acredito que consiga visualizar os possíveis estragos.
Prepare uma mensagem única evitando informações desencontradas, comum em momentos de pânico. O importante é que seja clara, não deixando margens para dúvidas ou questionamentos. Informe rapidamente o mercado, adotando uma postura pró-ativa. Telefonemas, e-mails, visitas ou informes publicitários em jornais ou televisão, dependendo do número de clientes afetados.
Conserte, retire ou substitua os produtos afetados. Crie um espaço na web, disponibilize posições de atendimento. Faça acordos com seus parceiros, caso necessite utilizá-los. O processo deve ser simples, fácil e rápido. Não há nada pior neste momento que a falta de informações e o jogo de empurra.
Infelizmente problemas deste tipo não ocorrem somente com grandes corporações. Visualize a empresa em que trabalha ou da qual é proprietário. Quantos produtos ou serviços poderiam expor seus clientes a situações limite? Perda de banco de dados, vazamento de informações, atraso nas entregas, roubos e fraudes. Lembra do caso ENEM? Como já dizia o velho ditado: é melhor prevenir que remediar.
* Marcos Morita é mestre em Administração de Empresas e professor da Universidade Mackenzie. Especialista em estratégias empresariais, é colunista, palestrante e consultor de negócios. Há mais de quinze anos atua como executivo em empresas multinacionais.
Contato: professor@marcosmorita.com.br / http://www.marcosmorita.com.br/
Os recentes recalls promovidos pela Toyota atingiram o pilar mestre da montadora, cuja história foi construída em torno da qualidade total e do sistema homônimo, denominado produção enxuta ou lean manufacturing. Introduzido a partir do final da segunda guerra mundial, tinha como objetivos aumentar a produtividade da indústria japonesa e o estereótipo de produto ruim.
Com o passar das décadas, termos como kanban e just-in-time foram introduzidos ao vocabulário de consultores e especialistas ao redor do mundo. A moda era produzir em pequenos lotes através de funcionários multifuncionais. Evitar desperdícios e estoques tornou-se obsessão. Ao contrário do que pregaram um dia Taylor, Fayol e Ford, pais da produção em massa e especialização da mão-de-obra.
Hoje cerca de 2,4 milhões de usuários americanos, europeus e chineses não sabem se podem utilizar seus carros. O pedal do acelerador pode travar, provocando acidentes. Os brasileiros podem respirar aliviados, uma vez que os modelos que rodam por aqui – produzidos em Indaiatuba ou importados do Japão - não foram afetados. O mesmo não se pode dizer da marca.
Um incidente destas proporções afeta não somente a empresa, mas consumidores, investidores, fornecedores e canais de distribuição. Os números comprovam.
Os preços das ações caíram 14% desde o anúncio do recall, corroendo o valor de mercado da empresa em U$ 21 bilhões. O que dizer das 1.234 concessionárias americanas? Especialistas apontam perdas de U$ 2,47 bilhões de dólares com a queda nas vendas de carros novos e usados. Ford e GM estão oferecendo mil dólares aos proprietários de veículos Toyota que migrarem de marca.
Apesar dos aspectos negativos de um recall, um bom gerenciamento pode diminuir seus impactos. Encontrei um interessante artigo – “Planning for and implementing a product recall” escrito pelos especialistas, David J. Wix e Peter J. Mone, os quais apresentam uma série de dicas interessantes.
Com a globalização e o aumento na complexidade das operações, diversas empresas têm atuado em centenas de países com milhares de parceiros. Num cenário como este é praticamente certo que um dia haverá algum tipo de problema a ser contornado. Desta maneira, torna-se imperativo um plano de ação global, o qual contemple:
- A criação e o treinamento de uma equipe multidisciplinar para o assunto;
- Os passos para comunicar consumidores, distribuidores, revendedores e parceiros;
- Procedimentos necessários para alertar as autoridades governamentais envolvidas;
- O rastreamento dos produtos na cadeia de distribuição - da produção ao consumidor.
O alarme de um possível recall pode vir de diversas fontes. Consumidores, revendedores, distribuidores e funcionários. Não subestime nenhuma informação. Investigue, avalie e levante os riscos potenciais de forma rápida. Velocidade é crucial neste momento para mitigar boatos. Com o poder das redes sociais, acredito que consiga visualizar os possíveis estragos.
Prepare uma mensagem única evitando informações desencontradas, comum em momentos de pânico. O importante é que seja clara, não deixando margens para dúvidas ou questionamentos. Informe rapidamente o mercado, adotando uma postura pró-ativa. Telefonemas, e-mails, visitas ou informes publicitários em jornais ou televisão, dependendo do número de clientes afetados.
Conserte, retire ou substitua os produtos afetados. Crie um espaço na web, disponibilize posições de atendimento. Faça acordos com seus parceiros, caso necessite utilizá-los. O processo deve ser simples, fácil e rápido. Não há nada pior neste momento que a falta de informações e o jogo de empurra.
Infelizmente problemas deste tipo não ocorrem somente com grandes corporações. Visualize a empresa em que trabalha ou da qual é proprietário. Quantos produtos ou serviços poderiam expor seus clientes a situações limite? Perda de banco de dados, vazamento de informações, atraso nas entregas, roubos e fraudes. Lembra do caso ENEM? Como já dizia o velho ditado: é melhor prevenir que remediar.
* Marcos Morita é mestre em Administração de Empresas e professor da Universidade Mackenzie. Especialista em estratégias empresariais, é colunista, palestrante e consultor de negócios. Há mais de quinze anos atua como executivo em empresas multinacionais.
Contato: professor@marcosmorita.com.br / http://www.marcosmorita.com.br/
domingo, 14 de fevereiro de 2010
Peugeot 207 Quicksilver
sábado, 13 de fevereiro de 2010
Jornal Automobiles 27
A edição 27 do Jornal Automobiles já está disponível para download gratuito no endereço http://www.jornal.automobiles.com.br/.- Confira os vencedores do Prêmio Automobiles. Foram mais de 12 mil votos em 6 categorias.
- Supermáquinas: Porsche Boxster Sypder e Audi A8.
- Zero: uma motocicleta diferente.
- Entrevistamos Nico Hulkenberg, o novo alemão na vida de Rubens Barrichello.
- Serviço, novidades automotivas e muito mais.
Repetindo: o download pode ser feito no endereço http://www.jornal.automobiles.com.br/
Dicas de Manutenção - velas de ignição
Um problema comum no sistema de ignição de veículos movidos à GNV (Gás Natural Veicular), o back fire, pode trazer grandes dores de cabeça. Esse fenômeno pode resultar na perda de desempenho do automóvel, danos no sistema de admissão (coletor de admissão e filtro de ar) e desgaste prematuro das velas de ignição. Estes problemas podem ainda resultar em maior emissão de poluentes na atmosfera e consumo excessivo de combustível.
O back fire acontece quando as válvulas de admissão e escape abrem ao mesmo tempo, enquanto ainda ocorre a queima na câmara de combustão, gerando barulhos no motor, semelhantes a estouros. “Para evitar esse tipo de problema, o motorista deve ficar atento à instalação ou regulagem incorreta do kit GNV, que resulta em uma mistura pobre entre o ar e o gás. O ponto de ignição atrasado e a diminuição na velocidade na queima também são algumas das causas do fenômeno”, explica Ricardo Namie, chefe da Assistência Técnica da NGK.
Para prevenir que ocorra o back fire no automóvel, a NGK recomenda a manutenção preventiva, com a verificação das velas e cabos de ignição, importantes fontes de diagnóstico de problemas no motor. No caso de veículos convertidos a GNV, a checagem dos componentes deve acontecer a cada ano ou 10.000 km quilômetros, já que o uso do GNV aumenta o desgaste das velas e cabos de ignição. “A revisão do carro aliada ao correto diagnóstico é a melhor forma de identificar a ocorrência do fenômeno. Outra dica é a utilização de velas de maior ignibilidade, como a Vela Green e Platina”, recomenda Namie.
O back fire acontece quando as válvulas de admissão e escape abrem ao mesmo tempo, enquanto ainda ocorre a queima na câmara de combustão, gerando barulhos no motor, semelhantes a estouros. “Para evitar esse tipo de problema, o motorista deve ficar atento à instalação ou regulagem incorreta do kit GNV, que resulta em uma mistura pobre entre o ar e o gás. O ponto de ignição atrasado e a diminuição na velocidade na queima também são algumas das causas do fenômeno”, explica Ricardo Namie, chefe da Assistência Técnica da NGK.
Para prevenir que ocorra o back fire no automóvel, a NGK recomenda a manutenção preventiva, com a verificação das velas e cabos de ignição, importantes fontes de diagnóstico de problemas no motor. No caso de veículos convertidos a GNV, a checagem dos componentes deve acontecer a cada ano ou 10.000 km quilômetros, já que o uso do GNV aumenta o desgaste das velas e cabos de ignição. “A revisão do carro aliada ao correto diagnóstico é a melhor forma de identificar a ocorrência do fenômeno. Outra dica é a utilização de velas de maior ignibilidade, como a Vela Green e Platina”, recomenda Namie.
sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010
Lotus T127


Em busca de ar mais puro
*Por Fernando Calmon
Embora sem muita divulgação, a partir de 1 de janeiro deste ano 60% dos automóveis vendidos no país – nacionais ou importados – terão obrigatoriamente que utilizar um avançado sistema de diagnóstico a bordo específico para monitorar, em tempo real, todo o aparato de controle de emissões regulamentadas. E, apenas um ano depois, em janeiro de 2011, os restantes 40% também precisarão atender a norma nº 24 do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente, publicada em agosto do ano passado.
O sistema chama-se OBDBr-2 (sigla em português para Diagnóstico a Bordo, referência Brasil, segunda fase). A preocupação com a integridade dos dispositivos que limitam a quantidade de gases nocivos à saúde emitidos pelos escapamentos dos carros, começou há mais de 20 anos nos EUA, na Califórnia, estado americano mais rico e focado no meio ambiente. O CARB (Conselho de Recursos do Ar da Califórnia, em português) propôs o primeiro sistema OBD, em 1986 e o implantou dois anos depois. Em seguida, todo o país aderiu.
De início, se monitorava qualquer disfunção da injeção eletrônica de combustível por intermédio de uma lâmpada no quadro de instrumentos. Indicava problemas na emissão de poluentes. Em 1998, os americanos criaram o OBD 2, passo decisivo a fim de manter constante a eficácia de todo o sistema, em especial os catalisadores, em motores de ciclo Otto (gasolina e etanol), ao longo de sua vida útil.
A grande vantagem do OBD 2 é checar continuamente o funcionamento do catalisador de três vias, responsável por corte drástico nas emissões de monóxido de carbono, óxidos de nitrogênio e hidrocarbonetos. Para tanto, se adiciona um segundo sensor de oxigênio. O primeiro, colocado antes do catalisador, ajuda por retroinformação a injeção eletrônica a calcular a quantidade exata de combustível liberada ao motor. No Brasil, todos os carros desde 1997 o utilizam, também conhecido como sonda lambda.
O segundo sensor de oxigênio, colocado depois do catalisador, avalia o grau de eficiência de conversão dos gases acima referidos em CO2, nitrogênio e água. Há outra lâmpada no quadro de instrumentos.
A implantação do diagnóstico a bordo de segunda geração facilita a inspeção de emissões veiculares. Em vez de colocar uma sonda (haste) no tubo de escapamento do veículo e fazer leitura na tela do equipamento de teste, será possível consultar diretamente, em alguns segundos, a memória da central eletrônica de gerenciamento do motor. Ganha-se tempo e precisão de medição, pois dispensa o inspetor de manter o motor no regime estabilizado de 2.000 rpm. Motores modernos trabalham com relação ar-combustível pobre e existe certa dificuldade em estabilizar o nível de rotações por acionamento do pedal do acelerador
Outro avanço possível com o OBDBr-2 é transformar o motorista em vigilante primário das condições do seu carro e contribuir na melhora do meio ambiente pela manutenção adequada. Inclusive há possibilidade de o sistema ser calibrado de fábrica para cortar, progressivamente, a potência do motor, sugerindo assim que o proprietário procure uma oficina e providencie a reparação. No momento, não está previsto, mas no futuro pode existir regulamentação internacional que obrigue todos os fabricantes a estabelecer tal restrição.
Embora sem muita divulgação, a partir de 1 de janeiro deste ano 60% dos automóveis vendidos no país – nacionais ou importados – terão obrigatoriamente que utilizar um avançado sistema de diagnóstico a bordo específico para monitorar, em tempo real, todo o aparato de controle de emissões regulamentadas. E, apenas um ano depois, em janeiro de 2011, os restantes 40% também precisarão atender a norma nº 24 do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente, publicada em agosto do ano passado.
O sistema chama-se OBDBr-2 (sigla em português para Diagnóstico a Bordo, referência Brasil, segunda fase). A preocupação com a integridade dos dispositivos que limitam a quantidade de gases nocivos à saúde emitidos pelos escapamentos dos carros, começou há mais de 20 anos nos EUA, na Califórnia, estado americano mais rico e focado no meio ambiente. O CARB (Conselho de Recursos do Ar da Califórnia, em português) propôs o primeiro sistema OBD, em 1986 e o implantou dois anos depois. Em seguida, todo o país aderiu.
De início, se monitorava qualquer disfunção da injeção eletrônica de combustível por intermédio de uma lâmpada no quadro de instrumentos. Indicava problemas na emissão de poluentes. Em 1998, os americanos criaram o OBD 2, passo decisivo a fim de manter constante a eficácia de todo o sistema, em especial os catalisadores, em motores de ciclo Otto (gasolina e etanol), ao longo de sua vida útil.
A grande vantagem do OBD 2 é checar continuamente o funcionamento do catalisador de três vias, responsável por corte drástico nas emissões de monóxido de carbono, óxidos de nitrogênio e hidrocarbonetos. Para tanto, se adiciona um segundo sensor de oxigênio. O primeiro, colocado antes do catalisador, ajuda por retroinformação a injeção eletrônica a calcular a quantidade exata de combustível liberada ao motor. No Brasil, todos os carros desde 1997 o utilizam, também conhecido como sonda lambda.
O segundo sensor de oxigênio, colocado depois do catalisador, avalia o grau de eficiência de conversão dos gases acima referidos em CO2, nitrogênio e água. Há outra lâmpada no quadro de instrumentos.
A implantação do diagnóstico a bordo de segunda geração facilita a inspeção de emissões veiculares. Em vez de colocar uma sonda (haste) no tubo de escapamento do veículo e fazer leitura na tela do equipamento de teste, será possível consultar diretamente, em alguns segundos, a memória da central eletrônica de gerenciamento do motor. Ganha-se tempo e precisão de medição, pois dispensa o inspetor de manter o motor no regime estabilizado de 2.000 rpm. Motores modernos trabalham com relação ar-combustível pobre e existe certa dificuldade em estabilizar o nível de rotações por acionamento do pedal do acelerador
Outro avanço possível com o OBDBr-2 é transformar o motorista em vigilante primário das condições do seu carro e contribuir na melhora do meio ambiente pela manutenção adequada. Inclusive há possibilidade de o sistema ser calibrado de fábrica para cortar, progressivamente, a potência do motor, sugerindo assim que o proprietário procure uma oficina e providencie a reparação. No momento, não está previsto, mas no futuro pode existir regulamentação internacional que obrigue todos os fabricantes a estabelecer tal restrição.
quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010
Porsche 911 Turbo S

Com o objetivo de fornecer a seus consumidores uma versão ainda mais esportiva do 911 Turbo, a Porsche desenvolveu o Porsche 911 Turbo S. O coração do novo modelo é composto por um motor de seis cilindros boxer com turbocompressor de geometria variável, o que garante uma potência de 530 cv, o equivalente a 30 cv a mais do que no 911 Turbo. Além disso, esta versão do 911 vem equipada com todos os componentes de alta tecnologia que antes eram vendidos como opcionais no 911 Turbo.
Apesar da performance e do aumento de potência, o 911 Turbo S mantém o mesmo consumo de combustível que sua versão anterior, com 0,8l/km, o que o torna o mais eficiente e econômico esportivo em sua classe, permitindo-lhe acelerar de 0 a 100 km/h em 3s3 e atingir a velocidade máxima de 315 km/h.
O novo 911 Turbo S é equipado com um exclusivo câmbio de sete marchas Porsche-Doppelkupplungsgetriebe (PDK), além de dupla caixa de câmbio (Porsche’s Double-Clutch Gearbox) e do Porsche Traction Management (PTM). Outro recurso é o sistema Launch Control, que auxilia o motorista a extrair o melhor do veículo em arrancadas, com um sistema de tração permanente. O sistema de freios do 911 Turbo S também possui um “tempero” extra. Equipados com o leve e altamente resistente Porsche Ceramic Composite Brakes (PCCB), esta versão do 911 Turbo proporciona a seu condutor ainda mais segurança e estabilidade ao frear.
Disponível nas versões Coupé e Cabriolet, o 911 Turbo S será apresentado no Salão de Genebra, em março, e deverá chegar ao Brasil no segundo semestre de 2010.
Alta Roda - Fazendo a diferença
O mercado automobilístico apresenta nuances que valem a pena analisar. Tome-se o exemplo do segmento de picapes médias que, ano passado, somou 110.000 unidades ou 3,5% do total de veículos vendidos aqui. Cerca de metade é de cabines duplas e tração 4x4, utilizadas como transporte familiar e em excursões esparsas fora da estrada. No entanto, por se ter tornado altamente lucrativo, há nove concorrentes em disputa feroz.
Nas vendas globais, essas picapes representam também cerca de 3% ou 2.000.000 unidades/ano. Isso despertou a atenção da Volkswagen, que almeja ser o maior fabricante de veículos, deslocando a Toyota. Assim nasceu a Amarok. O projeto da primeira picape média do grupo originou-se na Divisão de Veículos Comerciais, na Alemanha. Partiu do zero, de uma folha em branco, e levou cerca de cinco anos ao custo nada modesto de US$ 450 milhões. Ironicamente, o alvo principal é a Hilux, mesmo modelo já produzido pela Volkswagen, na Alemanha, com o nome de Taro, entre 1989 e 1997, em associação com os japoneses.
A projeção é de comercializar 10.000 unidades no Brasil em 2010, a partir de abril, e dobrar em 2011. De início, a Amarok estará disponível apenas na versão de topo Highline, cabine dupla, tração 4x4 temporária, câmbio manual de seis marchas e motor biturbodiesel de 163 cv. A empresa ainda não anunciou o preço. Na Argentina, único país onde é fabricada, estima-se que custará R$ 80.000,00. Acrescentando-se 40% da diferença de impostos, margens de concessionárias, fretes externo e interno, seriam R$ 112.000,00 aqui. Mais a fornida gama de opcionais, pode superar os R$ 120.000,00, da Hilux SRV equivalente. Esta ainda oferece câmbio automático, fora dos planos da VW.
Na apresentação e testes para a imprensa internacional, em Bariloche, Argentina, a Amarok impressionou pelo desempenho no asfalto/terra e os equipamentos. É a única a possuir bloqueio mecânico do diferencial traseiro ao engatar a reduzida (além do bloqueio eletrônico tradicional nas quatro rodas). O ângulo de arrancar em subidas vai a nada menos de 45 graus (100%, referência técnica). Ao impressionante torque do motor alemão (40,7 kgf•m contra 35 kgf•m da Hilux) somam-se trocas de marcha precisas e engates curtos da caixa ZF (feita em Sorocaba) inteiramente nova. Indicador de escolha de marchas no painel ajuda na economia de combustível, alongando a autonomia a até pouco mais de 1.000 km.
Características técnicas apontam robustez e sua capacidade de carga, 1.147 kg, a maior do segmento. Porém, o motorista não percebe tanto a sensação de guiar uma picape desengonçada. Volante com boa assistência hidráulica e diâmetro semelhante ao de veículos menores, ótimo apoio para o pé esquerdo e pneus largos 255/60 R18 (Goodyear) fazem a diferença.
A cabine dupla tem 5,32 m de comprimento e 3,09 m de distância entre eixos, quase as mesmas medidas da Hilux. Mas a Amarok é 11 cm mais larga (1,95 m) e 2 cm mais alta (1,83 m). Isso a torna referência em termos de espaço para cinco passageiros adultos, inclusive no banco traseiro, onde a angulação das pernas e do encosto evoluiu em relação aos concorrentes.
RODA VIVA
ECOSPORT 2011, lançado em fevereiro, repete estratégia utilizada pela Ford e outros fabricantes. Mecanicamente sem diferenças, os retoques em algumas versões restringiram-se à grade, cromo escuro nos faróis, logotipo do modelo no extremo do capô (inspirado nos Land Rovers, ex-Ford, hoje Tata), rodas e bagageiro de teto, agora longitudinal.
NOVA iluminação diurna do quadro de instrumentos e tecidos diferentes também estão no ainda único SUV derivado de um compacto, o Fiesta. A fábrica abriu o bolso e cortou o preço, em média cerca de 5%, em todas as versões do campeão EcoSport. E estendeu a garantia total de um para três anos. Sinal de que a concorrência, mesmo indireta, vem avançando ultimamente.
VENDAS em janeiro caíram, como acontece quase todos os anos, em relação a dezembro. Segundo a Anfavea, queda de 28% não está fora da média. Os estoques subiram de 26 para 36 dias, antecipando-se a um fevereiro curto e ao fim dos incentivos para motores flex em março, que exigem produção em alta. Positivamente, o nível de emprego continua a subir.
BOM momento do mercado no Brasil levou a mais uma estatística surpreendente. Pela primeira vez nos 111 anos de história da Fiat, a filial brasileira conseguiu, em 2009, vender mais veículos aqui do que a matriz na Itália. Isso se deu em razão da fase difícil da economia europeia e da Itália em particular. Mas tende a se consolidar com o passar do tempo.
QUEM sentir que a redução de 25% para 20% do teor de etanol na gasolina gerar detonação (a popular “batida de pino”) tem alternativas. Ocorre em motores a gasolina antigos ou em alguns flex que migraram para o combustível fóssil nesse momento de etanol caro. Pode-se misturar gasolina premium ou, mais barato, adicionar três a quatro litros de etanol.
Fernando Calmon (fernando@calmon.jor.br)
Nas vendas globais, essas picapes representam também cerca de 3% ou 2.000.000 unidades/ano. Isso despertou a atenção da Volkswagen, que almeja ser o maior fabricante de veículos, deslocando a Toyota. Assim nasceu a Amarok. O projeto da primeira picape média do grupo originou-se na Divisão de Veículos Comerciais, na Alemanha. Partiu do zero, de uma folha em branco, e levou cerca de cinco anos ao custo nada modesto de US$ 450 milhões. Ironicamente, o alvo principal é a Hilux, mesmo modelo já produzido pela Volkswagen, na Alemanha, com o nome de Taro, entre 1989 e 1997, em associação com os japoneses.
A projeção é de comercializar 10.000 unidades no Brasil em 2010, a partir de abril, e dobrar em 2011. De início, a Amarok estará disponível apenas na versão de topo Highline, cabine dupla, tração 4x4 temporária, câmbio manual de seis marchas e motor biturbodiesel de 163 cv. A empresa ainda não anunciou o preço. Na Argentina, único país onde é fabricada, estima-se que custará R$ 80.000,00. Acrescentando-se 40% da diferença de impostos, margens de concessionárias, fretes externo e interno, seriam R$ 112.000,00 aqui. Mais a fornida gama de opcionais, pode superar os R$ 120.000,00, da Hilux SRV equivalente. Esta ainda oferece câmbio automático, fora dos planos da VW.
Na apresentação e testes para a imprensa internacional, em Bariloche, Argentina, a Amarok impressionou pelo desempenho no asfalto/terra e os equipamentos. É a única a possuir bloqueio mecânico do diferencial traseiro ao engatar a reduzida (além do bloqueio eletrônico tradicional nas quatro rodas). O ângulo de arrancar em subidas vai a nada menos de 45 graus (100%, referência técnica). Ao impressionante torque do motor alemão (40,7 kgf•m contra 35 kgf•m da Hilux) somam-se trocas de marcha precisas e engates curtos da caixa ZF (feita em Sorocaba) inteiramente nova. Indicador de escolha de marchas no painel ajuda na economia de combustível, alongando a autonomia a até pouco mais de 1.000 km.
Características técnicas apontam robustez e sua capacidade de carga, 1.147 kg, a maior do segmento. Porém, o motorista não percebe tanto a sensação de guiar uma picape desengonçada. Volante com boa assistência hidráulica e diâmetro semelhante ao de veículos menores, ótimo apoio para o pé esquerdo e pneus largos 255/60 R18 (Goodyear) fazem a diferença.
A cabine dupla tem 5,32 m de comprimento e 3,09 m de distância entre eixos, quase as mesmas medidas da Hilux. Mas a Amarok é 11 cm mais larga (1,95 m) e 2 cm mais alta (1,83 m). Isso a torna referência em termos de espaço para cinco passageiros adultos, inclusive no banco traseiro, onde a angulação das pernas e do encosto evoluiu em relação aos concorrentes.
RODA VIVA
ECOSPORT 2011, lançado em fevereiro, repete estratégia utilizada pela Ford e outros fabricantes. Mecanicamente sem diferenças, os retoques em algumas versões restringiram-se à grade, cromo escuro nos faróis, logotipo do modelo no extremo do capô (inspirado nos Land Rovers, ex-Ford, hoje Tata), rodas e bagageiro de teto, agora longitudinal.
NOVA iluminação diurna do quadro de instrumentos e tecidos diferentes também estão no ainda único SUV derivado de um compacto, o Fiesta. A fábrica abriu o bolso e cortou o preço, em média cerca de 5%, em todas as versões do campeão EcoSport. E estendeu a garantia total de um para três anos. Sinal de que a concorrência, mesmo indireta, vem avançando ultimamente.
VENDAS em janeiro caíram, como acontece quase todos os anos, em relação a dezembro. Segundo a Anfavea, queda de 28% não está fora da média. Os estoques subiram de 26 para 36 dias, antecipando-se a um fevereiro curto e ao fim dos incentivos para motores flex em março, que exigem produção em alta. Positivamente, o nível de emprego continua a subir.
BOM momento do mercado no Brasil levou a mais uma estatística surpreendente. Pela primeira vez nos 111 anos de história da Fiat, a filial brasileira conseguiu, em 2009, vender mais veículos aqui do que a matriz na Itália. Isso se deu em razão da fase difícil da economia europeia e da Itália em particular. Mas tende a se consolidar com o passar do tempo.
QUEM sentir que a redução de 25% para 20% do teor de etanol na gasolina gerar detonação (a popular “batida de pino”) tem alternativas. Ocorre em motores a gasolina antigos ou em alguns flex que migraram para o combustível fóssil nesse momento de etanol caro. Pode-se misturar gasolina premium ou, mais barato, adicionar três a quatro litros de etanol.
Fernando Calmon (fernando@calmon.jor.br)
quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010
Red Bull RB06
Esse é o carro da Red Bull para a temporada 2010. Será ele capaz de levar Sebastian Vettel e Mark Webber à luta pelo título contra gigantes do quilate de Ferrari, Mercedes e Mclaren? Acredito que sim, especialmente para Vettel, um dos mais, se não o mais, talentoso piloto da nova geração.
Flagra na Lotus

Quentinhas
Renault 800 mil - A Renault do Brasil atinge esta semana uma marca histórica: a de 800 mil veículos de passeio produzidos em sua fábrica, localizada no Complexo Ayrton Senna, em São José dos Pinhais (PR). O modelo número ‘800.000’ foi um Sandero Stepway. A fábrica de veículos de passeio foi a primeira unidade industrial da Renault a ser implantada no País, em dezembro de 1998, mediante investimentos da ordem de 750 milhões de dólares. O primeiro automóvel fabricado na unidade foi o monovolume Renault Scénic. Com capacidade para produzir 200 mil veículos por ano, a planta hoje é responsável pela fabricação do Logan, Sandero, Sandero Stepway, Scénic, Mégane Sedan e Mégane Grand Tour, modelos que também são exportados para países da América Latina. A unidade de passeio emprega 2 mil colaboradores e possui uma cadência de produção total de 650 unidades por dia, em dois turnos.
Balanço Nissan - A Nissan Motor Company anunciou ontem os resultados financeiros do terceiro trimestre do ano fiscal 2009, que termina no dia 31 de março de 2010, bem como para os primeiros nove meses. No terceiro trimestre, o lucro líquido consolidado, após o imposto sobre a renda, totalizou US$ 480 milhões. Segundo a montadora, os resultados foram melhores do que o esperado, principalmente por causa do volume de vendas adicional, impulsionado pelos incentivos nos principais mercados, crescente volume de vendas na China e a efetiva ação de medidas contra a crise econômica mundial.
Balanço Nissan - A Nissan Motor Company anunciou ontem os resultados financeiros do terceiro trimestre do ano fiscal 2009, que termina no dia 31 de março de 2010, bem como para os primeiros nove meses. No terceiro trimestre, o lucro líquido consolidado, após o imposto sobre a renda, totalizou US$ 480 milhões. Segundo a montadora, os resultados foram melhores do que o esperado, principalmente por causa do volume de vendas adicional, impulsionado pelos incentivos nos principais mercados, crescente volume de vendas na China e a efetiva ação de medidas contra a crise econômica mundial.
terça-feira, 9 de fevereiro de 2010
Force India VJM 03

VW New Compact Coupe
O Volkswagen New Compact Coupe é um carro baseado em conceitos e tecnologias totalmente novos: um cupê com propulsão híbrida extremamente rápido, além de futurista quanto à economia de combustível. Ele tem apelo esportivo e estilo dinâmico, sem deixar de ser elegante - posicionando-se entre o carro esportivo mais vendido na Europa, o Scirocco, e o internacionalmente reconhecido CC. Destaque para o consumo de combustível: 23,8 km/l. Emissões de CO2: 98 g/km. A sua velocidade máxima é 227 km/h e 8,6 segundos são necessários para atingir 100 km/h.
A motorização é composta de um propulsor TSI a gasolina, com 150 cv, tão eficiente em consumo quanto esportivo, o motor elétrico de 20 kW (27 cv) e a transmissão DSG (Direct Shift Gearbox) com sete marchas que, para muitos que a experimentaram, é o melhor câmbio automático do mundo na atualidade.
Durante o primeiro semestre deste ano, a Volkswagen lançará no mercado o primeiro modelo híbrido com sua marca - um utilitário esportivo com tração integral permanente. Enquanto isso, o New Compact Coupe demonstra, tanto técnica como visualmente, a forma como a Volkswagen antevê um híbrido com tração dianteira para o segmento dos compactos, a ser lançado no momento adequado.
Primeiras pistas
Está certo, foram apenas três dias de testes, em uma pista travada (Valência). Mas analisando os resultados, somados às declarações de pilotos e dirigentes, já dá para tirar as primeiras impressões sobre quem vai dar as cartas na temporada 2010 da Fórmula 1.
A Ferrari surge como principal favorita. Felipe Massa e Fernando Alonso lideraram com sobras todos os dias de atividades. Se o carro se revelar rápido e confiável em pistas de alta velocidade como foi em Valência, tem boas chances de título. O que podemos cravar com certeza é que dessa vez a equipe não errou a mão, e o F10 é bem mais eficiente que seu antecessor, F60.
Quem também vai andar na frente são a Mclaren e a Mercedes. Os carros de ambos os times fizeram boas séries de tempo e deixaram a impressão de que o potencial de desenvolvimento pode levá-las à luta pelas vitórias. Não bateram a Ferrari, entretanto foram as equipes que chegaram mais perto. E têm competência de sobra em todos os setores, da engenharia aos pilotos.
Já o desempenho da Sauber vejo com reservas. Depois de apresentar um carro “clean” em todos os sentidos, tanto de construção quanto de patrocinadores, deixou a impressão de que usou os testes para jogo de cena e atrair as atenções. Cravaria a equipe como presença certa no meio do grid.
Por outro lado, Renault e Williams mais uma vez comprovam sua decadência. Sempre na rabeira dos tempos, os times outrora grandes vão ter que se contentar, mais uma vez, com posições intermediárias, lá juntinho com a Sauber e à frente da Toro Rosso, outra que esteve na Espanha e mostrou um carro sem sal, candidato a andar mais apenas que as novatas.
Samuel Estevam Reuse (http://www.automobiles.com.br/)
A Ferrari surge como principal favorita. Felipe Massa e Fernando Alonso lideraram com sobras todos os dias de atividades. Se o carro se revelar rápido e confiável em pistas de alta velocidade como foi em Valência, tem boas chances de título. O que podemos cravar com certeza é que dessa vez a equipe não errou a mão, e o F10 é bem mais eficiente que seu antecessor, F60.
Quem também vai andar na frente são a Mclaren e a Mercedes. Os carros de ambos os times fizeram boas séries de tempo e deixaram a impressão de que o potencial de desenvolvimento pode levá-las à luta pelas vitórias. Não bateram a Ferrari, entretanto foram as equipes que chegaram mais perto. E têm competência de sobra em todos os setores, da engenharia aos pilotos.
Já o desempenho da Sauber vejo com reservas. Depois de apresentar um carro “clean” em todos os sentidos, tanto de construção quanto de patrocinadores, deixou a impressão de que usou os testes para jogo de cena e atrair as atenções. Cravaria a equipe como presença certa no meio do grid.
Por outro lado, Renault e Williams mais uma vez comprovam sua decadência. Sempre na rabeira dos tempos, os times outrora grandes vão ter que se contentar, mais uma vez, com posições intermediárias, lá juntinho com a Sauber e à frente da Toro Rosso, outra que esteve na Espanha e mostrou um carro sem sal, candidato a andar mais apenas que as novatas.
Samuel Estevam Reuse (http://www.automobiles.com.br/)
segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010
Salão de Chicago
O Salão do Automóvel de Chicago começa no próximo dia 12. Antecipamos algumas novidades da Ford, que levará ao evento sua linha 2011. Destaque para a Super Duty, Fiesta e Mustang - todos com visual renovado. Veja nas fotos:
domingo, 7 de fevereiro de 2010
Jaguar vai voltar às pistas

Os pilotos serão Scott Pruett e Marc Goosens. A emppresa também alinhará o JaguarRSR XKR GT2 na edição 2010 da American Le Mans Series (ALMS). A Jaguar conquistou sua primeira vitória nas 24 Horas de Le Mans em 1951, na primeira corrida do C-Type, que também voltaria a ganhar a prova em 1953. O D-Type foi tri-campeão da prova nos anos de 1955, 1956 e 1957. Em 1988 a marca voltaria a vencer a corrida com um XJR-9LM, que trazia motor V12. A última vitória da marca aconteceu em 1990, com o XJR-12.
sábado, 6 de fevereiro de 2010
Di Grassi conta primeira impressões sobre o VR-01

O dia marcou a primeira experiência de Lucas com o carro da equipe. "Foi um dia muito bom, já que foi possível completar várias voltas", afirmou o piloto. Suas impressões foram positivas, mas o brasileiro diz que só será possível saber mais do carro durante os testes da próxima semana em Jerez de La Frontera. "É difícil saber do potencial do carro, já que os testes de hoje foram apenas de verificação dos componentes e de checagem na durabilidade", disse Lucas, que realizou o shakedown do modelo na versão curta do traçado de Silverstone.
"Mas foi tudo dentro do programa, como o previsto, sem problemas. O carro em si parece bom", apontou Di Grassi, que sempre que esteve na pista, foi usando pneus de chuva extrema e intermediários - quando o asfalto começou a secar. "Ainda é muito prematuro emitir uma impressão geral sobre a dirigibilidade e velocidade do carro, mas posso dizer que me senti bastante confortável. A posição de guiar, dos pedais e a distribuição dos botões pelo volante me agradaram bastante", explicou Lucas, que volta ao cockpit do VR-01 a partir da próxima semana, quando a Virgin se juntará às demais equipes no circuito espanhol de Jerez de La Frontera entre os dias 10 e 13, e depois entre 17 e 20 deste mês para mais testes coletivos. Ainda na Espanha, a equipe fará mais treinos do dia 25 a 28, mas no circuito de Barcelona.
"Agora já sabemos onde devemos fazer algumas mudanças, já que o projeto todo é muito novo, para chegarmos na Espanha em uma condição que nos permita fazer vários quilômetros com o carro. Na próxima semana em Jerez o objetivo é acumular muita quilometragem, para irmos trabalhando nas outras partes do carro", afirmou.
Preço do carro zero em alta
Você ouviu neste início de ano várias notícias de queda de preços de carros novos. A Ford lançou o EcoSport 2011 com preços até R$ 3 mil mais baixos, a Fiat incluiu AirBag e freios ABS em toda a linha Adventure e o preço aumentou mil reais. Outras empresas também baixaram o preço oficial dos seus carros, como a Nissan e a Kia.
Isso quer dizer que o consumidor terá um carro mais barato em 2010? Não. Esse movimento de redução dos preços oficiais não atinge o consumidor. Trata-se apenas de uma adaptação da tabela, que estava com número bem acima dos praticados no mercado. O preço comercializado fica bem abaixo do oficial.
O resultado do primeiro levantamento do ano feito pela AutoInforme, com os números da Molicar, comprovam essa situação: o carro zero teve um aumento de preço de 0,4% em janeiro, quer dizer: enquanto os preços oficiais caem, os preços praticados sobem. Esta foi a quarta alta desde outubro de 2008.
Mais do que o índice, de 0,4%, esse aumento de preço é significativo porque confirma a tendência de alta iniciada em setembro do ano passado (veja gráfico), depois de o mercado passar os oito primeiros meses de 2009 com quedas seguidas.
O aumento dos preços em janeiro, no entanto, foram alavancados por poucas marcas. Apenas 10 empresas registraram aumento de preços, enquanto as outras 32 tiveram queda no mês.
O Smart e o Míni Cooper, que comercializam menos de 100 unidades mensais no Brasil, tiveram os maiores aumentos de preço em janeiro. Os preços do Smart subiram 7,15% e o Míni Cooper 3,68%. Mas foi o aumento dos carros da Volks - pelo alto volume de vendas - que mais afetou o preço médio no mês. Os modelos da marca tiveram um aumento de 2,24% em janeiro. Os carros da Hyundai subiram bem acima da média, 2,16%, e também contribuíram para o aumento de 0, 4% do carro zero em janeiro.
Isso quer dizer que o consumidor terá um carro mais barato em 2010? Não. Esse movimento de redução dos preços oficiais não atinge o consumidor. Trata-se apenas de uma adaptação da tabela, que estava com número bem acima dos praticados no mercado. O preço comercializado fica bem abaixo do oficial.
O resultado do primeiro levantamento do ano feito pela AutoInforme, com os números da Molicar, comprovam essa situação: o carro zero teve um aumento de preço de 0,4% em janeiro, quer dizer: enquanto os preços oficiais caem, os preços praticados sobem. Esta foi a quarta alta desde outubro de 2008.
Mais do que o índice, de 0,4%, esse aumento de preço é significativo porque confirma a tendência de alta iniciada em setembro do ano passado (veja gráfico), depois de o mercado passar os oito primeiros meses de 2009 com quedas seguidas.
O aumento dos preços em janeiro, no entanto, foram alavancados por poucas marcas. Apenas 10 empresas registraram aumento de preços, enquanto as outras 32 tiveram queda no mês.
O Smart e o Míni Cooper, que comercializam menos de 100 unidades mensais no Brasil, tiveram os maiores aumentos de preço em janeiro. Os preços do Smart subiram 7,15% e o Míni Cooper 3,68%. Mas foi o aumento dos carros da Volks - pelo alto volume de vendas - que mais afetou o preço médio no mês. Os modelos da marca tiveram um aumento de 2,24% em janeiro. Os carros da Hyundai subiram bem acima da média, 2,16%, e também contribuíram para o aumento de 0, 4% do carro zero em janeiro.
sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010
Recall Honda Fit
A Honda Automóveis do Brasil convoca os proprietários do modelo Honda Fit, com os chassis abaixo relacionados, a comparecerem a partir do dia 10 de fevereiro a qualquer concessionária da marca para a aplicação gratuita de uma proteção adicional no interruptor principal de comando dos vidros elétricos.
Em algumas unidades pode ocorrer a penetração de umidade no interruptor, comprometendo o seu funcionamento e, em casos extremos, gerar curto-circuito e risco de incêndio.
Trata-se de um reparo simples, porém visando o conforto e a conveniência dos proprietários, a Honda recomenda o agendamento prévio em uma concessionária de preferência do cliente.
Esta campanha se estenderá até 10 de agosto de 2010 e abrangerá os veículos abaixo:
Modelo: Honda Fit
Ano de fabricação: 2003 a 2008
Chassis: .....4Z100001 a ....8Z218918
Unidades: 186.902 veículos
Os modelos New Fit e City não estão envolvidos na campanha.
Informações adicionais poderão ser obtidas no Serviço de Atendimento ao Cliente pelo telefone 0800-701-3432 ou na internet, no endereço http://www.honda.com.br/
Em algumas unidades pode ocorrer a penetração de umidade no interruptor, comprometendo o seu funcionamento e, em casos extremos, gerar curto-circuito e risco de incêndio.
Trata-se de um reparo simples, porém visando o conforto e a conveniência dos proprietários, a Honda recomenda o agendamento prévio em uma concessionária de preferência do cliente.
Esta campanha se estenderá até 10 de agosto de 2010 e abrangerá os veículos abaixo:
Modelo: Honda Fit
Ano de fabricação: 2003 a 2008
Chassis: .....4Z100001 a ....8Z218918
Unidades: 186.902 veículos
Os modelos New Fit e City não estão envolvidos na campanha.
Informações adicionais poderão ser obtidas no Serviço de Atendimento ao Cliente pelo telefone 0800-701-3432 ou na internet, no endereço http://www.honda.com.br/
O renascimento do Urutu
Dado como acabado, já que as unidades existentes há anos estavam estacionadas nos pátios dos batalhões do Exército Brasileiro, o blindado Engesa EE-11 Urutu pode estar iniciando sua volta à ativa. O veículo, destinado ao transporte de tropas, também tem como uma das suas principais características o fato de ser anfíbio. Mesmo pesando de 13 toneladas. Essas particularidades construtivas justificaram, em grande parte, sua aceitação pelas forças armadas de inúmeros outros países da América Latina.
Com atributos únicos e importância indiscutível o Exército Brasileiro optou por reativar os 226 Urutus e mais de 600 Cascavel (blindado de concepção mecânica semelhante à do Urutu) que estão em inatividade. Com powertrain bastante ultrapassado, uns com câmbio manual e outros com câmbio automático, porém em grande defasagem em relação à tecnologia existente no momento, deverão passar por uma grande reformulação para voltar à atividade. Com essa reforma os veículos militares estarão aptos para operar por, no mínimo, mais 15 anos. Isso é o que garantem as empresas que estão envolvidas no processo de restauração dos blindados, e que fizeram um protótipo para avaliação do exército.
No modelo atualizado o antigo motor Mercedes-Benz OM 352 foi substituído pelo OM 366 LA militarizado, o que proporcionou um grande ganho de potência (de 158 cv para 230 cv) e, consequentemente, mobilidade. A caixa de marchas original Mercedes G3-36 mecânica foi substituída por uma transmissão automática Allison da série 3000, gerenciada eletronicamente, que vem acoplada à caixa de transferência Engesa que foi totalmente revisada. Nos primeiros testes realizados o protótipo alcançou a velocidade máxima de 110 km/h em terrenos livres e se mostrou apto a chegar aos 80 km/h em situação off-road. Sua autonomia também aumentou significativamente, passando de 750 para 950 quilômetros.
Segundo Glauco Bueno da Silva, gerente geral da Engemotors ― empresa pertencente ao Grupo Brasilia Motors ―, que está procedendo a atualização dos veículos de combate, “um dos motivos da utilização do câmbio automático em todas as unidades do Urutu ou Cascavel fica por conta da geração da maior facilidade de condução. Em um carro de combate, quando em situação de batalha, é muito mais complicado o piloto manter parte da sua atenção dedicada a passar marchas, usar embreagem, escolher a melhor marcha para determinada situação, etc. Com o câmbio automático o piloto fica liberado dessas atividades adicionais e pode ficar mais atento para as operações inerentes às manobras de guerra. O câmbio da família 3000 que estamos usando se mostrou muito resistente e trouxe um resultado bastante interessante para o protótipo que está em testes. A performance que temos com o modelo atual é bem superior à dos veículos antigos equipados com câmbio automático, já que a geração usada no Urutu não tinha gerenciamento eletrônico e uma série de atualizações tecnológicas que favorecem sua operacionalidade”.
Todos os demais sistemas de funcionamento do protótipo foram revistos, entre eles: freios, eixos cardãs, borrachas de vedação da carroceria, pressurização dos diferenciais e suspensão boomerang, bomba de porão, etc. Os resultados mostram que com as melhorias tecnológicas e mecânicas que foram introduzidas as unidades inativas do Urutu elas podem ser reativadas e muito úteis para o Exército Brasileiro.
Com atributos únicos e importância indiscutível o Exército Brasileiro optou por reativar os 226 Urutus e mais de 600 Cascavel (blindado de concepção mecânica semelhante à do Urutu) que estão em inatividade. Com powertrain bastante ultrapassado, uns com câmbio manual e outros com câmbio automático, porém em grande defasagem em relação à tecnologia existente no momento, deverão passar por uma grande reformulação para voltar à atividade. Com essa reforma os veículos militares estarão aptos para operar por, no mínimo, mais 15 anos. Isso é o que garantem as empresas que estão envolvidas no processo de restauração dos blindados, e que fizeram um protótipo para avaliação do exército.
No modelo atualizado o antigo motor Mercedes-Benz OM 352 foi substituído pelo OM 366 LA militarizado, o que proporcionou um grande ganho de potência (de 158 cv para 230 cv) e, consequentemente, mobilidade. A caixa de marchas original Mercedes G3-36 mecânica foi substituída por uma transmissão automática Allison da série 3000, gerenciada eletronicamente, que vem acoplada à caixa de transferência Engesa que foi totalmente revisada. Nos primeiros testes realizados o protótipo alcançou a velocidade máxima de 110 km/h em terrenos livres e se mostrou apto a chegar aos 80 km/h em situação off-road. Sua autonomia também aumentou significativamente, passando de 750 para 950 quilômetros.
Segundo Glauco Bueno da Silva, gerente geral da Engemotors ― empresa pertencente ao Grupo Brasilia Motors ―, que está procedendo a atualização dos veículos de combate, “um dos motivos da utilização do câmbio automático em todas as unidades do Urutu ou Cascavel fica por conta da geração da maior facilidade de condução. Em um carro de combate, quando em situação de batalha, é muito mais complicado o piloto manter parte da sua atenção dedicada a passar marchas, usar embreagem, escolher a melhor marcha para determinada situação, etc. Com o câmbio automático o piloto fica liberado dessas atividades adicionais e pode ficar mais atento para as operações inerentes às manobras de guerra. O câmbio da família 3000 que estamos usando se mostrou muito resistente e trouxe um resultado bastante interessante para o protótipo que está em testes. A performance que temos com o modelo atual é bem superior à dos veículos antigos equipados com câmbio automático, já que a geração usada no Urutu não tinha gerenciamento eletrônico e uma série de atualizações tecnológicas que favorecem sua operacionalidade”.
Todos os demais sistemas de funcionamento do protótipo foram revistos, entre eles: freios, eixos cardãs, borrachas de vedação da carroceria, pressurização dos diferenciais e suspensão boomerang, bomba de porão, etc. Os resultados mostram que com as melhorias tecnológicas e mecânicas que foram introduzidas as unidades inativas do Urutu elas podem ser reativadas e muito úteis para o Exército Brasileiro.
quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010
Linha Adventure ganha ABS e airbags
A linha Adventure da família Fiat Palio agora vem de série equipada com airbags duplos frontais e freios com ABS. Os dois equipamentos de segurança, antes oferecidos como opcionais nos modelos de visual aventureiro, compõem o pacote HSD (High Safety Drive), que a marca italiana lançou em 2007, no hatch compacto 'premium' Punto. Com a instalação dos itens, a perua Palio, a minivan Idea e a multivan Doblò passam a custar R$ 1 mil a mais que antes. Mas a Fiat aposta no desconto superior a R$ 2 mil pelo pacote HSD, que era vendido antes por R$ 3.075. No restante da gama, a montadora italiana também dará desconto entre R$ 650 e R$ 810 pelo kit com airbags e ABS. Os opcionais podem ser instalados por R$ 2.400.
Confira os novos preços dos modelos Adventure:
Palio Adventure Locker - R$ 54.320
Palio Adventure Locker Dualogic - R$ 56.180
Idea Adventure Locker - R$ 54.420
Idea Adventure Locker Dualogic - R$ 56.440
Doblò Adventure Locker - R$ 61.170
Confira os novos preços dos modelos Adventure:
Palio Adventure Locker - R$ 54.320
Palio Adventure Locker Dualogic - R$ 56.180
Idea Adventure Locker - R$ 54.420
Idea Adventure Locker Dualogic - R$ 56.440
Doblò Adventure Locker - R$ 61.170
Quentinhas
Produção de veículos - A produção de veículos no Brasil em janeiro caiu 3,7% em relação a dezembro, para 243,4 mil unidades, informou nesta quinta-feira (4) a associação de montadoras do país, Anfavea. Na comparação com janeiro de 2009, porém, a produção teve uma alta expressiva, de 31,6%.
Heidfeld na Mercedes - A Mercedes confirmou hoje a contratação do alemão Nick Heidfeld para o posto de terceiro piloto. Está aí um piloto que nunca impressionou.
Preço da gasolina - A partir de amanhã, a Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico (Cide) ficará menor para a gasolina. A alíquota cairá de R$ 0,23 para R$ 0,15 por litro. A desoneração valerá até 30 de abril. O objetivo do governo, claro, é tentar segurar a escalada do preço dos combustíveis.
Heidfeld na Mercedes - A Mercedes confirmou hoje a contratação do alemão Nick Heidfeld para o posto de terceiro piloto. Está aí um piloto que nunca impressionou.
Preço da gasolina - A partir de amanhã, a Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico (Cide) ficará menor para a gasolina. A alíquota cairá de R$ 0,23 para R$ 0,15 por litro. A desoneração valerá até 30 de abril. O objetivo do governo, claro, é tentar segurar a escalada do preço dos combustíveis.
Jaguar, 75 anos
A história da Jaguar começou em 1922, quando Sir William Lyons criou a Swallow Sidecars, uma empresa que construía acoplamentos laterais para motocicletas e automóveis. Em 1935, quando a companhia apresentou o SS 100, Sir William procurava um novo nome para empresa e, depois de consultar sua agência de publicidade em busca de sugestões, escolheu o nome “Jaguar”. O novo nome fez do SS100 o primeiro Jaguar produzido.
O nome Jaguar foi ideal para a marca, já que representa toda a beleza, elegância, agilidade e poder de um felino, características que se aplicam perfeitamente em um automóvel. À época, Sir William declarou que um carro “é o mais próximo possível que se pode criar de algo que tem vida”.
Ao longo da história, a Jaguar se firmou como a fabricante de veículos icônicos como o XK 120, apresentado no final dos anos 40 como um dos mais glamorosos carros esportivos da história. Da mesma forma, o C-Type e o D-Type também marcaram época entre os veículos de alto desempenho, conquistando inúmeras vitórias em diversos Grandes Prêmios europeus durante os anos 50. O E-Type, apresentado ao público nos anos 60, marcou uma geração e é considerado até hoje um dos mais belos carros já produzidos. A empresa também se firmou como uma fabricante de sedãs de luxo como o Mark II, apresentado no começo dos anos 60, e a linha XJ, que perdura até os dias de hoje.
Atualmente, a Jaguar investe renovação da linha de veículos, que começou em 2008, com a apresentação do premiado XF. O luxuoso sedã de quatro portas e capacidade para cinco pessoas tem o visual e o desempenho de um superesportivo. Em 2009, o XK recebeu atualizações e as versões coupê e conversível foram redesenhadas. Já em 2010, a marca traz ao mercado a mais nova versão XJ.
O nome Jaguar foi ideal para a marca, já que representa toda a beleza, elegância, agilidade e poder de um felino, características que se aplicam perfeitamente em um automóvel. À época, Sir William declarou que um carro “é o mais próximo possível que se pode criar de algo que tem vida”.
Ao longo da história, a Jaguar se firmou como a fabricante de veículos icônicos como o XK 120, apresentado no final dos anos 40 como um dos mais glamorosos carros esportivos da história. Da mesma forma, o C-Type e o D-Type também marcaram época entre os veículos de alto desempenho, conquistando inúmeras vitórias em diversos Grandes Prêmios europeus durante os anos 50. O E-Type, apresentado ao público nos anos 60, marcou uma geração e é considerado até hoje um dos mais belos carros já produzidos. A empresa também se firmou como uma fabricante de sedãs de luxo como o Mark II, apresentado no começo dos anos 60, e a linha XJ, que perdura até os dias de hoje.
Atualmente, a Jaguar investe renovação da linha de veículos, que começou em 2008, com a apresentação do premiado XF. O luxuoso sedã de quatro portas e capacidade para cinco pessoas tem o visual e o desempenho de um superesportivo. Em 2009, o XK recebeu atualizações e as versões coupê e conversível foram redesenhadas. Já em 2010, a marca traz ao mercado a mais nova versão XJ.
quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010
Virgin VR-01

A Virgin Racing revelou na manhã desta quarta-feira (3) na Inglaterra o VR-01, carro com o qual a equipe fará sua estreia na Fórmula 1 nesta temporada. É o carro que marcará também o debut do piloto brasileiro Lucas Di Grassi na categoria top do automobilismo mundial. Criação do diretor técnico Nick Wirth, o carro foi desenvolvido completamente por meio de tecnologia virtual, a CFD (sigla em inglês para Dinâmica de Fluido Computacional, um avançado programa que simula as condições que normalmente são testadas em túnel de vento), inaugurando uma nova tendência na Fórmula 1.
"O design é bem parecido com o das equipes que já estão treinando. Há algumas áreas nas quais deveremos evoluir, mas o projeto todo foi muito bem conduzido. O carro foi feito no CFD, e tem um layout bem agressivo. Em termos visuais, ficou muito bonito", elogiou Lucas. "Sem dúvida, o conceito geral do carro é positivo. Para uma equipe que construiu um carro destes partindo do zero, é de certa forma incrível chegarmos com o projeto neste estágio", disse.
"Quando você vê o que as equipes mais estabelecidas conseguiram usando o túnel de vento, não é de surpreender que haja algum ceticismo em relação ao nosso trabalho exclusivo com o CFD. Mas estamos competindo em um esporte que está passando por significativas mudanças para encarar a atual realidade econômica. A necessidade é a mãe da invenção e tenho absoluta crença no que o processo de design digital possa demonstrar que este é o futuro da Fórmula 1", declarou Nick Wirth, projetista do VR-01 e já conhecido por desenvolver os carros vencedores da Acura na ALMS (American Le Mans Series) usando dos mesmos recursos.
Custos mais baixos e a inauguração do que deverá ser uma nova era na categoria. A do uso da tecnologia para diminuir custos operacionais. Para Di Grassi, há outras vantagens. "É possível desenvolver o carro com mais rapidez e com menos gastos envolvidos. Podemos, por exemplo, testar um novo tipo de asa sem ter que construí-la, colocar no carro ou em um modelo em escala, e experimentá-la na pista ou no túnel de vento. Os dados do computador já mostram qual será a vantagem adquirida com a evolução, e inclusive, a testávamos no próprio simulador da equipe, que é um dos melhores da F1", destacou Lucas. "O túnel de vento até oferece uma fidelidade maior, mas para construir e calibrar um túnel de vento leva muito tempo e muitos recursos. E nem sempre o resultado é tão bom", comentou.
Com a experiência de três anos como piloto de testes da Renault, Lucas acompanhou o projeto da Virgin praticamente desde o início. "Participei passo a passo e, como piloto, tanto eu como o Timo (Glock) pudemos apontar algumas coisas que gostaríamos individualmente no carro. Dei minhas opiniões sobre o volante, por exemplo, do posicionamento de certos comandos, de onde prefiro que estejam, bem como os pedais. Foi um processo muito interessante, ver como um carro de Fórmula 1 é construído a partir do zero".
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